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Jovem atravessou o país para conhecer seu “amor virtual”, mas ele a esperou dormir para desaparecer!

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O relato da jovem deu o que falar, já que os namoros on-line são vistos como não confiáveis por muita gente.

Alsorsa.News
Foto: Reprodução

A jovem compartilhou o caso na rede social e impressionou os internautas. Confira!


Os relacionamentos a distância, ainda que sejam controversos, têm ganhado força com as redes sociais. Com a popularidade de aplicativos e sites de namoro, é cada vez maior o número de pessoas que desistem de procurar um amor em seu bairro ou cidade, e decide focar sua atenção em pessoas que moram longe, mas que podem oferecer um comprometimento maior.


Muitos de nós encontramos a “tampa de nossa panela” dessa maneira, que ajuda a eliminar o preconceito de namoros virtuais, mas da mesma maneira em que essas experiências podem ser positivamente transformadoras, também podem nos levar a grandes decepções.


Se você já viveu uma decepção numa relação virtual, com certeza tem várias histórias para contar, mas provavelmente a sua não será tão chocante quanto a da jovem Samantha, que fez um relato surpreendente nas redes sociais.


Em seu perfil no TikTok, ela contou sua história de romance que mostra que nem sempre a distância fortalece as relações, ela conheceu uma pessoa on-line e, depois de um tempo se comunicando apenas pelas telas, a jovem resolveu tomar a iniciativa de conhecer a sua até então cara-metade pessoalmente.

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Direitos autorais: Reprodução TikTok / @sdenoyer

Então, cheia de coragem e expectativa, ela pegou um avião e cruzou o país para vivenciar a experiência do amor verdadeiro, mas o que recebeu foi decepcionante. Em relato que já soma mais de 3 milhões de visualizações, contou que conhecia a pessoa apenas pelo FaceTime.


Eles se conheceram pessoalmente e passaram a noite juntos numa casa da família de Samantha em sua cidade natal. Na manhã seguinte, o plano era sair para tomar café da manhã juntos, mas a jovem teve uma surpresa quando acordou: “Eu cruzei o país para encontrar uma pessoa, e quando acordei de uma soneca, ele tinha ido junto com todas as suas coisas”, relatou a jovem na rede social.


Ela também compartilhou a sequência de mensagens de texto que enviou para ele, mas demorou para obter alguma resposta. “Isso é tão errado”, escreveu a jovem. “Você poderia ter feito isso antes para que eu pudesse pelo menos cancelar o meu voo.” “Você também tomou minha vodka???”, ela perguntou, explicando em um vídeo de acompanhamento que os dois haviam bebido e jogado jogos de tabuleiro antes de a pessoa simplesmente desaparecer.


Samantha ainda explicou que tentou ligar para ele várias vezes, mas não atendeu. Ansiosa por uma resposta da pessoa que julgava ser seu namorado, ela pediu para um amigo em comum ligar para ele. Segundo o relato, o jovem atendeu com uma música alta no telefone.

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Direitos autorais: Reprodução TikTok / @sdenoyer

Muito mais tarde, ele respondeu as mensagens dizendo que teve uma “emergência familiar”.


O relato da jovem deu o que falar, já que os namoros on-line são vistos como não confiáveis por muita gente. Na publicação, vários internautas deixaram perguntas e comentários sobre a desagradável experiência vivida pela jovem.


POR QUE os homens fazem isso?, alguém explica”, perguntou uma pessoa. “Primeiramente, por que você compraria um voo para ver um cara?”, brincou outra.


Entre algumas críticas e outras brincadeiras, os usuários também disseram que com certeza daqui a algum tempo o “namorado” irá procurá-la novamente, como se nada tivesse acontecido: “3 meses depois ele aparecerá e dirá: oi, “sumida”, disse alguém.


Alguns também mostraram empatia e perguntaram para Samantha se ela estava bem, segura ou se precisava de alguma ajuda.


A jovem interagiu com os internautas e pontuou que toda essa situação lhe serviu para aprender uma grande lição: provavelmente pensará muitas vezes antes de se envolver em outro caso on-line!


*O Segredo 

A geração de ferro está partindo

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 A GERAÇÃO DE FERRO

Alsorsa.News

A "Geração de Ferro" está partindo para dar passagem à Geração Cristal.

Está partindo a geração que sem estudos educou seus filhos.

Aquela que, apesar da falta de tudo, nunca permitiu que faltasse o indispensável em casa.

Aquela que ensinou valores, começando por amor e respeito.

Estão partindo os que podiam viver com pouco luxo sem se sentir frustrados com isso.

Aqueles que trabalharam desde tenra idade e ensinaram o valor das coisas, não o preço.

Partem os que passaram por mil dificuldades e sem desistir nos ensinaram a viver com dignidade.

Aqueles que depois de uma vida de sacrifícios e agruras vão com as mãos enrugadas, mas a testa erguida.

A geração que nos ensinou a viver sem medo está partindo.

Ela está partindo...

A geração que nos deu a vida.

Sou parte dessa geração.

Como vai funcionar o Drex, a moeda digital brasileira que trará inovação ao mercado

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Brasil vai ganhar extensão digital do Real no segundo semestre; fase de testes está em andamento

Alsorsa.News
Drex será emitido pelo Banco e vai funcionar como extensão da moeda física Foto: Getty Images

O Brasil está perto de ganhar sua moeda digital oficial: o Drex. Com chegada prevista para o segundo semestre deste ano, e atualmente em fase de testes será emitido pelo Banco Central (BC) e vai funcionar como extensão da moeda física, tendo sempre o mesmo valor e a mesma aceitação do Real tradicional.


Como Drex, os brasileiros poderão, com segurança e confiabilidade totais, realizar online transações como pagamentos, transferências, investimentos e mesmo obter financiamentos de forma totalmente digital, com cada uma das operações transacionadas no ambiente da blockchain pública.


Imagine, por exemplo, que alguém vai comprar um carro. Se o comprador pagar antes, o vendedor poderá demorar ou mesmo não transferir o documento do veículo. Se o vendedor transferir antes, o comprador poderá não pagar. Com a utilização da blockchain, o Drex resolverá esse problema: bastará associar as informações - o veículo vira um token na rede - e, com um clique, a operação venda-transferência acontece ao mesmo tempo. Nem ir ao cartório será mais necessário.


A utilização da blockchain, aliás, é a única semelhança entre o Drex e as criptomoedas (bitcoin, ethereum, stablecions, etc), com as quais o Real Digital é frequentemente confundido.


"As operações de transferência, compras, vendas, pagamentos, etc com criptomoedas também rodam via blockchain, mas com a diferença de que estes são ativos descentralizados e sem qualquer entidade reguladora", destaca Luiz Fernando Ribeiro Lopes, gerente de Plataformas Digitais da Tecban, uma das 16 empresas que atualmente participam das fases de formatação e testes do Drex e que lidera o consórcio formado pelo BC para formatar a nova plataforma.


O Drex, explica Lopes, ao contrário das criptomoedas - que não "pertencem" a nenhum BC de nenhum país, nem a nenhuma economia nacional formal, e por isso não têm "lastro" oficial - é que a futura moeda digital brasileira será uma CBDC - Central Bank Digital Coin, ou Moeda Digital do Banco Central.


"É o BC que cria, emite e define as regras. Isso também dá a segurança jurídica para poder transacionar, porque há a figura do regulador e a emissão oficial", informa Lopes. 

"Haverá mais opções para o consumidor e para as empresas. Os consumidores poderão escolher como fazer determinado pagamento, dependendo do que estão adquirindo, com mais opções, dependendo da ocasião", conclui.


*Terra/*Informações Estadão

Como o Spotify venceu a Apple e deu um dos maiores “prejuízos” da história da fabricante do iPhone

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A Apple foi multada em quase US$ 2 bilhões e acusa o app de streaming de música de ser o maior beneficiário da punição inédita aplicada por Bruxelas

JPCN.Blog
Spotify - Imagem: Shutterstock

Se um europeu quisesse ouvir uma música em seu iPhone, provavelmente teria que contratar o serviço da própria Apple para isso. Mas essa história deve mudar a partir de agora, abrindo mais espaço para concorrentes como o Spotify


A Comissão Europeia considerou que a Apple usava da posição dominante no mercado de distribuição de aplicações de streaming de música e multou a empresa nesta segunda-feira (4) em quase US$ 2 bilhões (R$ 9,8 bilhões, no câmbio atual).


O braço executivo da União Europeia (UE) alega que a Apple aplicou restrições aos desenvolvedores de aplicativos que os impediram de informar os usuários do iOS sobre serviços de assinatura de música alternativos e mais baratos disponíveis. 


A Apple também proibiu os desenvolvedores de aplicativos de streaming de música de fornecerem instruções sobre como os usuários poderiam assinar essas ofertas mais baratas.


Esta é a primeira multa antitruste da Apple em Bruxelas e uma das maiores aplicadas a uma empresa de tecnologia pela UE.


Spotify leva a melhor

A Comissão Europeia abriu uma investigação sobre a Apple após uma queixa do Spotify em 2019. 


A investigação foi reduzida para se concentrar nas restrições contratuais que a Apple impôs aos desenvolvedores de aplicativos que os impedem de informar os usuários de iPhone e iPad sobre serviços alternativos de assinatura de música a preços mais baixos fora da App Store.


A conduta da Apple durou quase dez anos, segundo a comissão, e “pode ter levado muitos usuários do iOS a pagar preços significativamente mais altos por assinaturas de streaming de música por causa da alta taxa de comissão imposta pela Apple aos desenvolvedores e repassada aos consumidores na Apple App Store.


A fabricante do iPhone se defende

A Apple se defendeu dizendo que o Spotify seria o que mais ganharia com o pronunciamento da UE.


“O principal defensor desta decisão – e o maior beneficiário – é o Spotify, uma empresa com sede em Estocolmo, na Suécia. O Spotify tem o maior aplicativo de streaming de música do mundo e se reuniu com a Comissão Europeia mais de 65 vezes durante esta investigação”, afirmou a Apple em comunicado.


A fabricante do iPhone alegou ainda que o Spotify tem uma participação de 56% no mercado europeu de streaming de música – mais que o dobro do concorrente mais próximo – “e não paga nada à Apple pelos serviços que ajudaram a torná-los uma das marcas mais reconhecidas do mundo”.


De acordo com a Apple, “grande parte” do sucesso do Spotify se deve à App Store, “juntamente com todas as ferramentas e tecnologia que o Spotify usa para construir, atualizar e compartilhar o aplicativo com usuários da Apple em todo o mundo”. 


A Apple disse também que o Spotify não paga nada porque, em vez de vender assinaturas em seu aplicativo iOS, vende por meio de seu próprio site. A Apple não cobra comissão sobre essas compras.


Ao longo dos anos, os desenvolvedores se manifestaram contra a taxa de 30% que a Apple cobra nas compras no aplicativo.

*Seu Dinheiro/*Com informações da CNBC e da Reuters

Spotify e Deezer: qual é o melhor streaming de música?

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Confira a comparação entre Deezer e Spotify, serviços de streaming de música, e veja qual deles funciona melhor para você

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Imagem: Spotify e Deezer via Olhar Digital


Os serviços de streaming de música se tornaram uma parte essencial de nossas vidas, oferecendo acesso a milhões de músicas e podcasts. Por esse motivo, se você está querendo assinar um destes serviços, ou querendo mudar uma assinatura que já tem, é provável que o Spotify ou o Deezer tenham passado pela sua cabeça.


Um dos motivos para isso é o fato de o Spotify ser o serviço de streaming de música mais popular do mundo, e o Deezer ser um de seus concorrentes mais fortes.


Spotify e Deezer: qual é o melhor streaming de música? [2024]

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Imagem: ViDI Studio/Shutterstock

Não há muitas diferenças entre o Spotify e o Deezer, ambos são serviços de streaming com funcionalidade e conteúdo semelhantes. No entanto, quando se trata de qualidade de som e preços, algumas comparações precisam ser feitas. Confira:


Descoberta de músicas

A descoberta de músicas está entre os principais aspectos nos quais os usuários se concentram. Tanto o Deezer quanto o Spotify fazem um bom trabalho ao oferecer exposição a novas músicas e artistas.


O algoritmo do Deezer recomenda músicas com a ajuda da filtragem colaborativa, usando seus likes, histórico e atividade geral para decidir suas preferências musicais. Ele combina seu gosto com seu humor e a tendência atual para recomendar as melhores faixas.


O Spotify, por outro lado, usa um algoritmo híbrido para recomendar músicas, juntamente com a famosa lista de reprodução “Descobertas”, que atualiza novas músicas toda segunda-feira. O Spotify também usa filtragem colaborativa, além de processamento de linguagem natural e modelagem de áudio – tudo isso para fornecer recomendações precisas.

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Imagem: mundissima / Shutterstock.com


Variedade de conteúdo

Tanto o Spotify quanto o Deezer oferecem uma grande variedade de formas de conteúdo, ambos têm músicas, podcasts, audiolivros e muito mais. O Deezer e o Spotify têm uma extensa coleção de músicas, cada um com mais de 100 milhões de faixas para escolher.


No entanto, o Deezer está disponível em mais países do mundo do que o Spotify, o que pode lhe dar uma vantagem em termos de conteúdo regional e local. Além disso, também vale a pena mencionar que a coleção de podcasts do Deezer é significativamente limitada em comparação com o Spotify.


Qualidade de áudio

Para quem gosta de música, a qualidade de áudio de um serviço de streaming é um fator importante a ser considerado. Nesse aspecto, o Deezer se destaca devido ao seu plano HiFi, que oferece streaming com qualidade de CD a 1411 kbps – você também precisará de um par de fones de ouvido compatíveis para obter uma experiência mais real.


Em contrapartida, a configuração de qualidade de áudio mais alta do Spotify é limitada a 320 kbps, resultando em uma redução de alguns detalhes do som original. O Spotify também tem uma opção “Automática”, que ajusta a qualidade do streaming de acordo com a velocidade da Internet.

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Imagem: Shutterstock

Preços e planos

O Deezer e o Spotify oferecem um conjunto semelhante de preços e planos, conforme listado abaixo:


Deezer Premium: uma conta, grátis por 1 mês, então R$ 24,90 ao mês – com possibilidade de desconto de 50% para estudantes;

Deezer Premium Duo: duas contas, grátis por um mês, então R$ 32,90 ao mês;

Deezer Premium Family: até 6 contas, grátis por um mês, então R$ 39,90 ao mês. 

Spotify Premium Individual: uma conta, grátis por 2 meses, então R$ 21, 90 ao mês;

Spotify Premium Universitário: uma conta, grátis por 1 mês, então R$ 11,90 ao mês;

Spotify Premium Duo: duas contas por R$ 27,90 ao mês;

Spotify Premium Família: até 6 contas, com acesso ao Spotify Kids, por R$ 34,90 ao mês.

Os planos grátis, tanto do Spotify quanto do Deezer, oferecem o mesmo portfólio de faixas que as contas premium, porém possuem interrupção de anúncios entre faixas. Além de outras limitações, não é possível escutar offline e a qualidade do som é menor. 

*Olhar Digital 

Google Maps: recurso usa IA para mesclar imagens e gerar visão mais imersiva dos locais

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O Google Maps tende a se tornar cada vez mais parecido com um videogame graças a um novo recurso. Batizado de Immersive View (Visão imersiva), essa funcionalidade chegará para substituir o tradicional Live View, trazendo uma forma mais imersiva de navegar por meio dos mapas do aplicativo.


Em geral, o recurso usará inteligência artificial para criar um único modelo 3D do mundo, já que conseguirá mesclas bilhões de imagens presentes no Street View. Dessa forma, o app caminha para se tornar uma verdadeira plataforma para explorar o mundo de modo mais envolvente e realista, condizente com as próprias intenções da empresa.


Na comparação com a versão atual disponível para todos os usuários, o Immersive View se destaca não somente pela navegação mais envolvente, como também pela capacidade de ver alterações em tempo real no clima do local do mapa. Além disso, a pessoa pode observar o lugar em diferentes horas do dia.


Inclusive, a funcionalidade pode ser usada para “ver o futuro”, observando as mudanças na paisagem de acordo com as condições climáticas dos dias posteriores. Mas, o Google deseja ir além dessas funções e trazer animações para nuvens, bem como fluxos de tráfego em tempo real, colaborando para fornecer informações sobre densidade de tráfego e clima do local.

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Imagem: Google Maps com Immersive View (Reprodução: Smartdroid)

Vale lembrar que essa ferramenta foi implementada ainda em novembro de 2023, mas apenas em algumas cidades selecionadas, ainda que pudesse ser usada com dirigir, caminhas e andar de bicicleta. Não apenas isso, como se especula que o Google esteja trabalhando para adicionar o recurso em mais de 500 lugares de interesse ao redor do mundo.

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