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Google Maps: recurso usa IA para mesclar imagens e gerar visão mais imersiva dos locais

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6 de mar. de 2024

O Google Maps tende a se tornar cada vez mais parecido com um videogame graças a um novo recurso. Batizado de Immersive View (Visão imersiva), essa funcionalidade chegará para substituir o tradicional Live View, trazendo uma forma mais imersiva de navegar por meio dos mapas do aplicativo.


Em geral, o recurso usará inteligência artificial para criar um único modelo 3D do mundo, já que conseguirá mesclas bilhões de imagens presentes no Street View. Dessa forma, o app caminha para se tornar uma verdadeira plataforma para explorar o mundo de modo mais envolvente e realista, condizente com as próprias intenções da empresa.


Na comparação com a versão atual disponível para todos os usuários, o Immersive View se destaca não somente pela navegação mais envolvente, como também pela capacidade de ver alterações em tempo real no clima do local do mapa. Além disso, a pessoa pode observar o lugar em diferentes horas do dia.


Inclusive, a funcionalidade pode ser usada para “ver o futuro”, observando as mudanças na paisagem de acordo com as condições climáticas dos dias posteriores. Mas, o Google deseja ir além dessas funções e trazer animações para nuvens, bem como fluxos de tráfego em tempo real, colaborando para fornecer informações sobre densidade de tráfego e clima do local.

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Imagem: Google Maps com Immersive View (Reprodução: Smartdroid)

Vale lembrar que essa ferramenta foi implementada ainda em novembro de 2023, mas apenas em algumas cidades selecionadas, ainda que pudesse ser usada com dirigir, caminhas e andar de bicicleta. Não apenas isso, como se especula que o Google esteja trabalhando para adicionar o recurso em mais de 500 lugares de interesse ao redor do mundo.

Google Maps

*Tudo Celular 

Googles Docs começa a incorporar recurso de anotações feitas à mão

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28 de fev. de 2024

 Googles Docs começa a incorporar recurso de anotações feitas à mão

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O Google Docs está introduzindo uma nova funcionalidade —anotações e marcações à mão, permitindo maior flexibilidade ao comentar documentos. A nova experiência de marcações permite adicionar anotações manuscritas aos documentos com uma caneta ou o dedo quando usando um dispositivo Android.


As marcações podem ser úteis em inúmeras situações, como colegas fornecendo feedback manuscrito em diagramas, gráficos, relatórios ou propostas; educadores dando feedback aos alunos em seus ensaios, relatórios, contos e muito mais; ou um proprietário fornecendo ideias ou atualizações sobre planos de construção para seu empreiteiro.

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Vale notar que a atualização para adicionar anotações chega primeiro ao Google Workspace em aparelhos Android. A partir daí, você pode entrar no modo de marcações e fazer anotações usando ferramentas de caneta ou marcador, ocultar/mostrar marcações, apagar marcações e inserir marcações sugeridas.


Em dispositivos iOS, você pode visualizar um documento com marcações e excluir ou ocultar/mostrar marcações. Enquanto isso, em desktops, você também pode visualizar documentos com marcações e realizar as mesmas ações de exclusão ou ocultação/mostragem de marcações.

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Para ativar as marcações, basta abrir um documento, selecionar a ferramenta de marcações na barra de ferramentas contextual e desenhar com o dedo ou caneta. Você pode encontrar mais informações sobre como utilizar desenhos e marcações no Centro de Ajuda.


Esta adição marca mais um passo na constante evolução do Google Docs, oferecendo aos usuários novas maneiras de colaborar e fornecer feedback de forma eficaz.

Documentos Google

Desenvolvedor: Google LLC

*TudoCelular 

Após atraso, Google começa a liberar direções rápidas no Maps para todos

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 Após atraso, Google começa a liberar direções rápidas no Maps para todos

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Kaspars Grinvalds / Shutterstock.com


O Google Maps finalmente começou a liberar recentemente para todos os seus usuários as chamadas direções rápidas (glanceable directions), recurso que havia sido anunciado em fevereiro de 2023 e que chegou a ter o seu lançamento marcado para junho do ano passado.


A liberação foi notada primeiro pelo pessoal do Android Police, que verificou o surgimento do recurso em múltiplos smartphones em mais de um país. Com as direções rápidas, o usuário pode visualizar informações do seu trajeto diretamente da tela bloqueada do aparelho — evitando, assim, que ele precise desbloquear o seu smartphone para verificar o andamento da viagem.


O recurso também pode ser conferido na tela de visão geral de um percurso no Maps — ou seja, antes mesmo de tocar em “Iniciar” para começar uma viagem. Além disso, as informações do percurso são atualizadas em tempo real, permitindo, assim, que o usuário saiba para onde ir mesmo antes de iniciar um trajeto.

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Essa novidade pode ser bastante útil para momentos em que você deseja apenas conferir a localização de um estabelecimento em uma região que já conhece, por exemplo, e não iniciar uma nova viagem completa no app.


Quando anunciou a novidade, o Google prometeu que as direções rápidas teriam suporte para as Atividades ao Vivo (Live Activities) do iOS. Essa integração, porém, ainda não está presente na versão mais recente do Maps. Em fevereiro do ano passado, a empresa disse que a novidade seria compatível com viagens a pé, de bicicleta e de carro.


Por fim, saiba que as direções rápidas vêm desligadas por padrão. Para ativá-las, basta abrir o Maps, tocar na sua foto de perfil (no canto superior direito da tela) e ir em Configurações » Navegação. Como a novidade está sendo liberada de forma gradual, é possível que ela ainda não apareça para todos neste primeiro momento.


*MacMagazine 

Manter o botão "123" apertado é o melhor atalho do Android que quem conhece não consegue parar de usar

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Depois que pega a manha, a digitação fica mais rápida


Obviamente, o teclado é uma das ferramentas ou funções que mais utilizamos nos nossos telefones. Além das conversas nos aplicativos e posts nas redes sociais, usamos ele para escrever e-mails, endereço de uma página web no navegador, pesquisas no Google e para inúmeras outras coisas. Assim, qualquer truque ou atalho que melhore a experiência de uso do teclado é sempre bem-vindo.


O teclado do Android, especificamente o teclado do Google (Gboard), é extremamente bom e versátil. Ele é o teclado padrão de vários celulares Android. O Gboard possui algumas funções bem interessantes, uma delas ajuda na velocidade de digitação ao não precisar trocar as "abas do teclado" para usar números, símbolos e caracteres especiais.

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Segurar o botão '?123' pode te ajudar a digitar mais rápido (Imagem: Xataka Android/Reprodução)

O atalho secreto do botão '123': mantenha pressionado

Quando você abre o teclado na tela, ele é dividido em duas - ou três - telas: uma com as teclas de letras (o típico teclado de formato QWERTY) e duas telas com acesso aos símbolos. Para alternar entre um e outro, é necessário pressionar o botão ‘123’, que fica no canto inferior esquerdo.


Pressionar este botão muda a tela do teclado de letras para o teclado de números e símbolos, e se você quiser ir para a segunda tela com ainda mais símbolos, você deve pressionar um segundo botão , marcado '=\<' localizado acima do '123' (que ao mudar a tela do teclado passa a se chamar 'ABC').


Mas você sabia que é possível evitar pressionar todos esses botões? Sim, existe um atalho no teclado do Android que está ativo por padrão e basicamente aproveita a função de deslizar, ou o conhecido swipe. Você só precisa manter pressionado o botão '123'.

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Segure o botão '123' (que mudará para 'ABC' ao toque) e deslize o dedo para selecionar o caractere desejado (Imagem: Xataka Android/Reprodução)

Ao manter pressionado '123' aparece a segunda tela do teclado, que inclui números e símbolos, e temos duas opções para usar o teclado de forma mais rápida e eficaz:


■ Pressione e segure o botão '123' e, com outro dedo, pressione o número ou símbolo que desejamos;

■ Ou pressione e deslize o mesmo dedo com o qual pressionamos '123' até o número ou símbolo que queremos escrever.

Esse atalho funciona tão bem que é possível acessar ainda mais símbolos. Depois de manter pressionado o botão '123', podemos pressionar longamente qualquer um dos botões do segundo teclado que aparece na tela para acessar mais símbolos. Outra forma de fazer isso é deslizar o mesmo dedo com que pressionamos o botão ‘123’ e mantê-lo pressionado em outro botão para abrir o menu com mais opções, como pode ser visto na imagem abaixo.

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Ao pressionar o '$' você pode selecionar o símbolo de outras moedas (Imagem: Xataka Android/Reprodução)

Sim, é algo muito simples que não faz uma grande diferença para um usuário "comum". Porém, essa função pode se tornar muito útil para quem trabalha o dia inteiro com o celular e precisa digitar muita coisa no smartphone por muito tempo. Ao pegar prática, sua digitação será mais rápida e o pouco tempo economizado pode virar um número significativo ao final do dia.


Outros teclados possuem função semelhante. Por exemplo, o teclado do Samsung oferece a opção de abrir uma janela com os caracteres disponíveis ao simplesmente segurar uma letra ou número já no teclado QWERTY, não sendo necessário segurar o '!#1' (equivalente ao '123') previamente.


*ING Brasil

Google Mensagens recebe o Gemini Chat para interações, geração de imagens e mais

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 Google Mensagens recebe o Gemini Chat para interações, geração de imagens e mais

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O Google Mensagens pode ficar mais interessante para usar em breve. Afinal, o aplicativo da empresa está recebendo o Gemini Chat, sua inteligência artificial generativa. Dessa forma, o usuário passa a ter uma ampla gama de possibilidades, desde a interação com outros aplicativos até gerar imagens com o chatbot.


Conforme noticiado pelo portal GizChina, o recurso aparece no app como uma nova conversa. Então, basta tocar nela para começar a interagir com o robô. Dessa forma, a pessoa pode escolher ter uma conversa simples ou usar os comandos para obter alguma coisa específica, planejar eventos ou obter ideias para alguma criação.


O app, então, roda a versão 1.0 Pro do Gemini e houve adaptações para que o uso seja feito dentro da plataforma. Em outras palavras, ele tende a oferecer respostas mais curtas e precisas para as questões feitas. Outro detalhe interessante é o suporte às extensões, o que significa acesso para outros serviços do Google Workspace.


A pessoa, então, pode ser levada ao Maps, Voos, YouTube, Gmail, Drive e Docs. Os mecanismos de conversa também funcionam normalmente, portanto, o usuário pode tocar e segurar em uma mensagem enviada pelo chatbot para sinalizar se gostou ou não. O Google afirma que a tecnologia não lê as mensagens de outras conversas e nem pode ser adicionada em grupos.

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Imagem: Uso do Gemini no Mensagens (Reprodução: GizChina)

Porém, quem se preocupa muito com privacidade, talvez seja melhor tomar cuidado com o que fala, visto que não há criptografia ponta-a-ponta nessa conversa. Até o momento, os dispositivos compatíveis com a novidade são os modelos Pixel 6 ou superior, Pixel Fold, Galaxy S22 ou superior, além dos dobráveis Galaxy Z Fold e Z Flip.


Mesmo assim, a novidade deve ser liberada para mais dispositivos no futuro. Por fim, veja a chegada do recurso “Ajude-me a Escrever” no Chrome e os detalhes da versão 1.5 do Gemini, anunciada recentemente.

*TudoCelular 

Google suspende geração de imagens no Gemini por erros em representações históricas e raciais da IA

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23 de fev. de 2024

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Reprodução/TudoCelular 

O Google suspendeu a função de geração de imagens por inteligência artificial do Gemini nesta quinta-feira (22). A decisão é anunciada após várias críticas por parte dos usuários do serviço, que perceberam erros bizarros ao criar fotografias históricas.


Casos relatados por usuários indicam que a inteligência artificial estava cometendo erros ao fazer representações raciais de figuras históricas, como os Pais Fundadores dos Estados Unidos; em alguns momentos, o serviço criou imagens de soldados alemães negros na era nazista. Os resultados geraram debates sobre possíveis “vieses” do Gemini.

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(Imagem: Reprodução/The Verge)

No exemplo acima, o usuário solicitou que a IA criasse a imagem de um soldado alemão em 1943 — ano em que o país estava sob o regime nazista. Um dos quatro resultados fornecidos pelo chatbot inclui um homem negro que, na época, seria considerado um “untermensch” — termo nazista para descrever seu conceito de “povos inferiores”, isto é, não arianos.


Em publicação na conta oficial do Google no X (antes conhecido como Twitter), a empresa afirma que a habilidade do serviço em criar imagens usando inteligência artificial inclui uma “ampla gama de pessoas”, mas reconhece que o “Gemini está mostrando imprecisão em algumas representações históricas na geração de imagens”.

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Usuário pede que Gemini crie imagem dos "Pais Fundadores dos Estados Unidos" (Imagem: Reprodução/X)

Em outro caso, um usuário tentou gerar a representação dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, figuras históricas tradicionalmente retratadas como homens brancos, e o Gemini representou esses líderes políticos — que incluem George Washington, Thomas Jefferson, John Adams, Benjamin Franklin e outros — como negros ou nativos americanos.


O Google começou a incluir a função generativa de imagens no Gemini (antes conhecido como Google Bard) no início do mês para rivalizar com as propostas da OpenAI. Contudo, publicações de usuários nas redes sociais questionaram uma possível tentativa de manter a diversidade racial e de gênero ao custo da precisão dos resultados gerados.


Alguns dos críticos alegam que os erros estão relacionados a um suposto “viés liberal” por parte do Google. Na publicação de reconhecimento das falhas no perfil da empresa, várias contas acusam a empresa de “racismo” por manipular as características físicas de pessoas brancas historicamente documentadas.

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(Imagem: Reprodução)

Em nota relacionada, uma reportagem publicada em novembro de 2023 pelo Washington Post mostrou como a inteligência artificial pode amplificar estereótipos.


Utilizando o Stable Diffusion, outra ferramenta de geração de imagens por inteligência popular no mercado, o jornal mostrou que a esmagadora maioria de imagens de “pessoas produtivas” retratam um homem branco em um escritório, enquanto imagens de “pessoas atraentes” geradas pela IA exibem uma mulher jovem de pele clara.


A expectativa é que, além do Google, outros serviços de inteligência artificial sejam aprimorados com maior precisão de resultados quando o assunto é representação histórica. Muito além de imagens, nos primeiros dias da tecnologia, era consideravelmente mais comum que houvesse casos de desinformação, uso de opiniões políticas e outras questões.


Com isso, as empresas desenvolvedoras por trás dos serviços mais populares trabalham para evitar o uso indevido das tecnologias em cenários específicos. A OpenAI, por exemplo, busca combater o uso do ChatGPT para fins políticos nas eleições nos Estados Unidos que ocorrerão em 2024.


*TudoCelular 

Google vai lançar ferramentas de Inteligência Artificial gratuitas para reforçar “segurança digital”

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18 de fev. de 2024

 Google vai lançar ferramentas de Inteligência Artificial gratuitas para reforçar “segurança digital”

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Foto: Reprodução.

O Google lançou uma iniciativa visando disponibilizar ferramentas de inteligência artificial e investimentos para fortalecer a segurança online, dada a crescente utilização dessa tecnologia por criminosos cibernéticos.


Uma nova funcionalidade de código aberto, impulsionada por IA e baseada na identificação de tipos de arquivo, será apresentada pelo Google para auxiliar na detecção de malwares, programas maliciosos projetados para danificar computadores ou servidores. Essa ferramenta, já empregada na proteção de produtos como o Gmail e o Google Drive, será oferecida gratuitamente.


Além disso, a empresa divulgará um relatório na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, nesta sexta-feira, detalhando o uso da inteligência artificial para defesa cibernética. Neste documento, a companhia propõe uma agenda de políticas que advoga por pesquisas avançadas sobre os impactos da IA na segurança digital.


“Para manter o ritmo, precisamos de políticas que mitigem os riscos e aproveitem as oportunidades da IA”, afirmou Kent Walker, presidente de assuntos globais da Alphabet, controladora do Google.


Além disso, o Google anunciou investimentos adicionais em bolsas de pesquisa e parcerias para impulsionar iniciativas de pesquisa em segurança cibernética utilizando inteligência artificial, assim como a expansão de seminários sobre segurança cibernética, incluindo módulos focados em IA.


Com informações de O Globo.

IA mais poderosa do Google, Gemini Advanced já está disponível

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8 de fev. de 2024

 IA mais poderosa do Google, Gemini Advanced já está disponível

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Divulgação/Google


O Google vai comercializar a versão mais parruda de seu chatbot de IA por meio de uma nova categoria de assinatura do Google One. A companhia revelou nesta quinta (8) que o Gemini Advanced será oferecido por meio de um novo plano chamado AI Premium que custa R$ 97 por mês no Brasil e inclui vários benefícios. Vale lembrar que, a partir de hoje, o Bard mudou de nome para Gemini e ganhou app para celular.


O que faz o Gemini Advanced

Já era conhecido que o Google lançaria uma versão mais parruda do Bard chamada “Bard Advanced” ainda neste ano. Agora, a empresa confirma a chegada do recurso sob um novo nome e também explica como ele será distribuído ao público.


Rival do ChatGPT Plus com GPT-4, o Gemini Advanced utiliza o Gemini Ultra, o mais avançado modelo fundacional de inteligência artificial já criado pelo Google.


Segundo a empresa, ele pode atuar como um colaborador pessoal ao criar "instruções passo a passo, exemplos de questionários ou discussões personalizadas de acordo com seu estilo de aprendizagem". Além disso, o Advanced funciona como "uma caixa de ressonância para ideias e ajudando você a avaliar diferentes abordagens" na hora de criar códigos de programação.


Até mesmo criadores digitais podem "passar da ideia à criação", explica o Google, ao usar a nova modalidade potente para avaliar tendências atuais e debater as melhores estratégias para aumentar sua audiência.


Quanto custa?

Quem quiser experimentar a versão parruda do chatbot terá que assinar a nova categoria AI Premium do Google One, o serviço de assinatura do Google que oferece mais espaço para armazenamento nos serviços da empresa, entre outras coisas.


Uma assinatura da categoria AI Premium custa R$ 96,99 por mês, para ser bem preciso, e inclui:


■ 2 TB de armazenamento compartilhado nos serviços Google;

■ Recursos avançados no Google Fotos, no Google Meet e no Google Agenda;

■ Recompensas na Google Store;

■ Acesso ao modelo Gemini Advanced com Gemini Ultra 1.0;

■ Gemini para gerar conteúdo em Gmail, Docs e mais.

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Gemini Advanced chega ao Brasil a partir de R$ 96,99 por mês (Imagem: Reproduçã/Google)

Não dá para dizer que o Advanced é barato, mas o preço está bem competitivo na comparação com o seu principal rival: o ChatGPT Plus oferece custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 100 em conversão direta, não há preço em real), mas não oferece qualquer recurso extra além do acesso ao GPT-4. A nova categoria do Google One tem armazenamento e funções extras, então isso pode ser considerado uma vantagem.


Vale lembrar, porém, que a Microsoft oferece acesso gratuito ao GPT-4 e ao DALL-E 3 (modelos mais avançados da OpenAI para criação de texto e imagem, respectivamente) por meio do Copilot.


Disponibilidade

O Gemini Advanced já pode ser assinado e utilizado na web via Google One. O aplicativo do Gemini para Android e a IA dentro do app do Google no iPhone ainda não estão disponíveis no Brasil.


*Canaltech 

Ative a nova inteligência artificial do Chrome e melhore sua navegação

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Saiba para que servem as novas funcionalidades de IA do Chrome e siga o passo a passo para ativá-las.

Recentemente, o Google Chrome, em consonância com o Microsoft Edge, deu um passo adiante ao incorporar discretamente a inteligência artificial (IA) em seu navegador.


Nesse sentido, os três novos recursos de IA generativa agora disponíveis oferecem aos usuários maneiras inovadoras de explorar e personalizar sua experiência de navegação.


Ativando a nova IA do Google Chrome, você tem uma interação fundamental para aproveitar ao máximo tais ferramentas. Mas, afinal, quais são as ferramentas recentes do navegador?


Quais são os novos recursos de IA do Google Chrome?

Navegador Google Chrome tem passado por testes de novas tecnologias – Imagem: Reprodução


1. Gerenciador de guias

Com essa função inteligente, você consegue organizar as guias do navegador em grupos com base em categorias semelhantes.


Na prática, isso oferece uma navegação mais organizada e eficiente para os usuários, e é uma ótima opção, por exemplo, para quem trabalha em home office.


2. Recurso de auxílio à escrita

Tal ferramenta promete ser ótima para quem tem dificuldades em gramática, acentuação, pontuação, etc.


Com o recurso de auxílio à escrita do Google Chrome ativado, você verá a correção de palavras, frases, erros de concordância e coerência.


Na prática, essa funcionalidade do navegador ajuda os usuários a redigir textos, inclusive oferecendo opções de conclusão automática, bem como a seleção de tamanho e estilo.


3. IA Generativa para personalização do Chrome

Com tal recurso, você consegue personalizar as cores de fundo do Google Chrome. Nesse caso, as sugestões são apresentadas conforme suas preferências, isso cria novas possibilidades de personalização para se adequarem ao seu estilo de navegação.


Como ativar a nova IA no Google Chrome?

Implementar essa atualização no Google Chrome envolve alguns passos simples, mas é importante destacar que nem todos os recursos estão disponíveis imediatamente para todas as pessoas.


Antes de mais nada, é necessário conferir se seu Google Chrome está devidamente atualizado. Feito isso, basta seguir as etapas apresentadas logo abaixo:


■ Acesse o Google Search Labs para verificar a disponibilidade dos recursos em sua conta;


■ Ative ou desative os recursos conforme sua preferência.


Caso as funções não estejam disponíveis, considere se voluntariar para participar do programa de testes. Nesse caso, o Google utilizará os dados das interações dos usuários para aprimorar a IA antes do lançamento oficial.


No caso de ferramentas experimentais, as etapas a serem seguidas são essas:


■ Primeiramente, acesse as configurações do Google Chrome;


■ confira se a opção “Ativar Sincronização” está ativada;


■ Feito isso, escolha a opção “Ativar IA Experimental”;


■ Por fim, se necessário, faça o download do “Chrome Beta” e repita os passos acima.


É importante observar que a disponibilidade de tais recursos pode variar entre usuários e regiões, e a IA está em fase experimental, sujeita a ajustes e melhorias antes de seu lançamento oficial.

*Multiverso Notícias

Recurso do Google Maps será encerrado neste mês

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4 de fev. de 2024

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Foto: Reprodução.


O Google Maps anunciou o encerramento do modo carro no aplicativo para Android, a partir de fevereiro deste ano. Essa função exclusiva para usuários Android criava uma interface adaptada para navegação, exibindo um menu com acesso rápido ao Google Mensagens e serviços de áudio, como Spotify e YouTube Music. Apesar do fim do modo carro, a navegação em tempo real continuará disponível.


A confirmação do encerramento veio por meio de uma mensagem exibida durante a navegação, informando que a visualização seria desativada em fevereiro. Embora não tenha sido especificada uma data exata, a garantia de funcionamento do modo carro encerrou-se no final de janeiro, tornando inacessível essa função a partir deste mês.


O Google Maps não revelou oficialmente as substituições para o modo carro, mas especula-se que o aplicativo integre comandos de voz ao Google Assistente. Isso permitiria que os usuários realizem ações sem interagir visualmente com o celular durante a condução, mantendo a segurança no trânsito.


A desativação do modo carro pode impactar usuários acostumados a essa função, que facilitava o acesso a aplicativos como Spotify e YouTube Music durante a direção. Uma alternativa sugerida é utilizar os comandos de voz do Google Assistente para controlar a reprodução de músicas ou receber notificações, mantendo a atenção na estrada.


É importante destacar que o encerramento do modo carro não afeta a funcionalidade principal do Google Maps, que continua oferecendo navegação em tempo real, rotas, informações de trânsito e orientações para motoristas. Além disso, o aplicativo possui outras funcionalidades, como navegação a pé, de bicicleta ou transporte público, além de fornecer informações sobre estabelecimentos comerciais e pontos de interesse.


Apesar da mudança na forma como os usuários acessam aplicativos durante a navegação, o Google Maps permanece uma opção confiável para a navegação diária, mesmo sem o modo carro.


Com informações do Notícias Concursos.

Google Bard vai passar por mudanças radicais — incluindo o nome

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Evidências revelam que o Google irá mudar o nome do Bard para "Gemini", uma alusão ao modelo de IA da empresa

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Imagem: gguy/Shutterstock


O Google Bard sofrerá mudanças este ano, a primeira será já nos próximos dias. O chatbot vai mudar de nome para “Gemini” já na próxima semana, além de receber um aplicativo dedicado para Android e mais.


Bard vai virar Gemini

● Evidências detectadas no Android e na versão web revelam que o Google irá mudar o nome do Bard para “Gemini”, uma alusão ao modelo de IA que o alimenta.

● Agora, um changelog (um arquivo que contém uma lista de mudanças) vazado descoberto pelo desenvolvedor Dylan Roussel mostra que a mudança chega na próxima quarta-feira, 7 de fevereiro.

● O arquivo diz diretamente que o “Bard agora é Gemini”.

● Conforme anunciado recentemente, o “Gemini Pro” agora equipa o Bard em mais de 40 idiomas e mais de 230 países. A reformulação da marca é para se adequar melhor a isso, diz o Google.

● As informações são do 9to5Google.

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Imagem: Reprodução/X/Dylan Roussel

“Estamos empenhados em dar a todos acesso direto à IA do Google e, a partir desta semana, todos os usuários do Gemini em nossos países e idiomas suportados terão acesso à melhor família de modelos de IA do Google. Para melhor refletir esse compromisso, renomeamos Bard para Gemini“, diz o documento.


Além da mudança no nome, o Google também observa no changelog que o acesso ao “Gemini Advanced” também estará disponível a partir da mesma data. Anunciado em dezembro de 2023, ele é construído no “Gemini Ultra”, o modelo de IA mais poderoso do Google atualmente.


O documento também menciona diretamente que este é um produto pago e que será expandido com mais recursos, como a “capacidade de fazer upload e analisar mais profundamente arquivos, documentos, dados e muito mais”.


Aplicativo Google Gemini para Android

O Gemini também terá um aplicativo para Android. O Google explica como a novidade funcionará:


Obtenha ajuda para escrever notas de agradecimento, planejar eventos e muito mais com a IA do Google no seu telefone. O Gemini está integrado a aplicativos do Google, como Gmail, Maps e YouTube, facilitando a realização de tarefas no seu telefone. Você pode interagir com ele por meio de texto, voz ou imagens


Para conversar com Gemini no Android, baixe o aplicativo Gemini na Google Play Store. No iOS, experimente o Gemini no Google app.


Embora ainda não haja uma prévia do aplicativo, rumores apontam que ele deve substituir o Google Assistente no Android após uma atualização. Capturas de tela inclusive já circulam na internet:

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Imagem: Reprodução/9to5Google

Celulares compatíveis com o Google Gemini

O changelog do Google informa que o aplicativo estará disponível primeiro apenas em “dispositivos selecionados”, nos EUA e em inglês. A lista deve contar apenas com aparelhos da linha Pixel com chip Tensor e os novos Galaxy S24, com mais países e idiomas a seguir.


Como de costume no meio da tecnologia, há uma chance de que as coisas mudem até um anúncio formal, incluindo a data. A realidade é que o Google realmente vem desenvolvendo rapidamente o Bard, sua experiência de IA generativa. A última novidade foi a chegada de um novo gerador de imagens.


*Olhar Digital 

Bard agora permite criar imagens a partir de textos

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3 de fev. de 2024

O Bard, do Google, também vai contar com um sistema de dupla verificação para confirmar as respostas oferecidas às solicitações

Alsorsa.News(Imagem: How-to-Geek)


O que era uma expectativa se tornou realidade. O Bard agora pode criar imagens a partir de textos. A novidade é possível graças à inteligência artificial. O sistema do Google é bastante semelhante ao do Microsoft Bing/Copilot.


Criando imagens com inteligência artificial

De acordo com o Google, o usuário poderá criar imagens para trabalhar, jogar ou para qualquer outra atividade. Todo o processo será realizado com auxílio do modelo Imagen 2, lançado no final do ano passado e que permite criar “imagens de alta qualidade, alta resolução e esteticamente agradáveis”.


Além disso, o Google empregou o SynthID, um algoritmo que cria uma marca d’água invisível para informar que o conteúdo foi criado por IA.


O recurso, entretanto, só funciona com comandos em inglês, mesmo em países que não adotam a língua como oficial, caso do Brasil, onde o Bard também já entrou em funcionamento.


Para usar o novo comando basta digitar algumas palavras e clicar em “Gerar mais”. É possível gerar quatro imagens de uma vez (como o Bing/Copilot), e há lites diários de uso.


Contudo, a tecnologia não gera imagens de conteúdos prejudiciais, enganosos ou explícitos. Comandos com pessoas famosas ou rostos foto-realísticos também serão bloqueados.

Google anunciou novidades no Bard (Imagem: gguy/Shutterstock)


Sistema de dupla verificação

Outra novidade anunciada pelo Google é a nova função de Dupla Verificação.

Ela vai facilitar o processo para confirmar as informações oferecidas pela IA.

Assim, será possível fazer pesquisas mais aprofundadas sobre o tema, sem depender exclusivamente do chatbot.

A ferramenta estará disponível em 230 países e territórios e mais de 40 idiomas, incluindo o português.


*Olhar Digital 

Philips abandona Google TV e traz o novo Titan OS ao mercado

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29 de jan. de 2024

Alsorsa.News
Imagem: Léo Müller/Canaltech

A Philips deu na terça-feira (23) seu "grito de independência" em Barcelona, na Espanha, com seus primeiros passos para abandonar o Google TV. A marca que faz parte do conglomerado chinês TPV, apresentou ao mundo o seu próprio sistema operacional para TVs chamado Titan OS.

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Divulgação/Philips

Essa nova plataforma foi criada por meio de uma parceria estratégica com a desenvolvedora do software que está estreando na linha 2024 de TVs premium da Philips, as Ambilight TVs. A ideia da fabricante é oferecer uma interface que sugira conteúdo de forma mais eficiente que o Google TV e economize tempo dos usuários, que já passam mais tempo “zapeando” pelos apps de streaming do que de fato assistindo alguma coisa.


Contudo, de acordo Eduardo Brunoro, CSO (chefe de vendas) da TPV no Brasil, a plataforma da desenvolvedora Titan só deve chegar ao nosso país no fim de 2024 ou início do ano que vem.

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Novo sistema operacional das TVs da Philips chega ao Brasil até 2025 (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Isso porque a representação local da Philips só quer trazer a plataforma quando os apps de streaming locais (como Globoplay e as aplicações de vídeo das grandes operadoras Vivo e Claro) estiverem a bordo. E isso deve levar ainda alguns meses para se concretizar.


“O Titan OS vai chegar ao Brasil com os modelos mais high-end da Philips, mas nossa intenção é fazer uma transição completa levando a plataforma para todos os modelos da marca — inclusive para as TVs da AOC, que também faz parte da TPV — já em 2025”, revelou Brunoro.

Em outras palavras, a Philips não deve mais apresentar nenhuma nova TV sem Titan OS no mercado global.


Vale destacar ainda que, pelo fato de as novas TVs OLED+, The One e The Xtra da Philips para 2024 terem o mesmo processador dos modelos da geração passada, existe a possibilidade de a marca atualizar os aparelhos de 2023 — que já estão à venda no Brasil — para o Titan OS, deixando o Google TV totalmente de lado. Tal mudança, contudo, seria escolha do usuário.

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Kostas Vouzas, CEO da TPV — à direita — fala sobre o Titan OS durante o TPV Live 2024 em Barcelona (Imagem: Léo Müller)

Por que a Philips quer ter um sistema próprio para TVs?

Não é à toa que Samsung e LG possuem suas próprias plataformas para smart TVs e lideram o mercado de televisores no Brasil. Além de ajudarem na venda de TVs com interfaces e experiências personalizadas para as marcas, esses sistemas operacionais garantem um fluxo de receita importante para essas empresas.


A Philips terá algo parecido com o Titan OS e que não tinha com o Google TV. Brunoro revelou que a parceria atual das marcas que usam a plataforma da Google e de outras desenvolvedoras é pouco vantajosa para as fabricantes 

“A gente praticamente paga para ter os sistemas operacionais hoje, mas com uma plataforma da qual a gente é share holder, vamos poder compartilhar a receita”, completou Brunoro.


A Titan também pretende compartilhar o Titan OS com outras marcas de TVs, e chegaram a se descrever com o termo "white label das plataformas de smart TV". Até o momento, contudo, a novidade é exclusiva da Philips.


Além dessa vantagem de mercado, a TPV quer influenciar o caminho pelo qual o Titan OS vai percorrer.


“Nessa parceria, nós temos o poder de influenciar nos recursos e também no visual do sistema, além de decidir como ele vai interagir com o consumidores, algo que naturalmente não temos com qualquer outro fornecedor de sistema terceiro”, comentou Kostas Vouzas, CEO da TPV global, em entrevista ao Canaltech.


Em outras palavras, a Philips quer trilhar o caminho que faz suas grandes concorrentes estarem na frente no mercado brasileiro hoje.

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Titan OS seria solução personalizável para Philips sair do Android TV e ainda tem uma grande variedade de apps de streaming. (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Ambilight TVs

Para estrear esse novo sistema operacional, a Philips apresentou também três novas TVs em Barcelona com a tecnologia Ambilight, que replica na parede atrás do dispositivo parte do que está acontecendo na tela, mas em forma de luz difusa.


Em 2024, as novas OLED+, The One e The Xtra terão a versão melhorada do Ambilight, chamada Ambilight Plus. Com mais LEDs na traseira e lentes que difundem a luz de forma mais precisa, a tecnologia tem potencial para ser mais imersiva do que jamais foi.


Contudo, esses modelos só devem estrear no Brasil a partir do fim de 2024 ou início de 2025. Ainda não temos muitas especificações ou preço desses produtos.


*Canaltech 

Gmail ganha atalho para excluir e-mails inúteis mais facilmente

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Aqueles e-mails que se acumulam na caixa de entrada por inscrições que você nem se lembra de ter feito podem ser descartados com um clique

Alsorsa.News
Imagem: lilgrapher/Shutterstock


Se você é daqueles que deixa a caixa de entrada do Gmail acumular com correios desnecessários por preguiça do tempo que levaria até apagar todos, pode comemorar. A nova atualização do correio eletrônico trouxe uma função que vai permitir que você se livre desses e-mails inúteis com muito mais rapidez e facilidade.


O atalho, por enquanto, está disponível no aplicativo do Gmail para celulares Android. Nele, é possível cancelar inscrições em e-mail automáticos, os grandes responsáveis por encher nossas caixas de entrada com conteúdo que não queremos receber.


O botão para executar o recurso aparece ao lado do botão de três pontos que está sempre nos correios que recebemos. Então, basta fazer o gerenciamento de quais inscrições quer deixar ativas e quais deseja cancelar. É possível ainda, através desse atalho, ir ao site de origem daquele e-mail, caso seja de seu interesse.


Experiência de usuário simplificada

■ A medida chega como uma maneira de tornar mais agradável, simples e dinâmica a navegação pelo servidor de e-mails do Google.

■ O processo para se livrar desses e-mails era mais demorado antes. Exigia que abríssemos a mensagem, para clicar no link de cancelamento e então confirmar.

■ Tudo agora pode ser feito com apenas um clique, com um processo mais direto e ágil.

Na versão web do Gmail, essa função já estava presente desde o final do ano passado. O recurso permite que as caixas de entrada se vejam livres de spam, já que o grande volume dos e-mails indesejados costuma vir de inscrições para receber atualizações de sites ou serviços que acabam sendo feitas involuntariamente. Um número alto de e-mails desnecessários ainda acabava dificultando que usuários localizassem os correios eletrônicos realmente importantes.

Atualizar agora:

*Olhar Digital 

Google define prazo para excluir contas do Gmail; saiba como manter a sua

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14 de nov. de 2023

A partir de 1º de dezembro, Google irá deletar contas e fotos de usuários inativos. Entenda os critérios e como sair da lista de exclusão

Alsorsa.News
Gmail: contas inativas serão excluídas (Fabian Sommer/Getty Images)


O Google anunciou, mais cedo este ano, queiria deletar contas de Gmail que estivessem ociosas. E agora há uma data para o fatídico momento. A partir de 1º de dezembro,a empresa fará a exclusão de contas que não tenham sido utilizadas durante um período de dois anos.


Atividades como login, leitura ou envio de e-mails, uso do Google Drive, visualização de vídeos no YouTube, compartilhamento de fotos, download de aplicativos e buscas enquanto logado são consideradas como uso ativo da conta.


Contas que não registrarem nenhum desses tipos de atividade em dois anos serão classificadas como inativas. Importante salientar que essa política se aplica apenas a contas pessoais, e não àquelas vinculadas a empregadores, escolas ou outras organizações.


"Os produtos do Google reservam o direito de excluir seus dados quando sua conta não for usada dentro desse produto por um período de 2 anos", afirma a política de Conta Google Inativa. 

"1º de dezembro de 2023 é a data mais próxima em que uma Conta Google será excluída devido a esta política."


Existem algumas exceções para esta regra, como no caso de contas que foram utilizadas para realizar compras na Google Play Store ou que possuam um cartão-presente com saldo ativo.


Portanto, se você possui uma conta do Gmail que não usa há algum tempo e não deseja que o Google exclua tudo associado a ela, certifique-se de fazer login antes de 1º de dezembro.


*Exame

Gerador de imagens com IA já integra buscas do Google nos EUA

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27 de out. de 2023

Depois de o Google começar a testar um gerador de imagens via inteligência artificial há poucas semanas no mecanismo de busca, usuários dos Estados Unidos já têm conseguido testar a integração no Google SGE (Search Generative Experience), ferramenta da web integrada aos seus modelos de inteligência artificial generativa.

O recurso permite que um usuário digite um comando para gerar uma imagem diretamente no campo de busca do Google, de forma similar ao Microsoft Bing. Então, a inteligência artificial tentará gerar até quatro imagens com base na descrição do usuário. Comandos como “criar” ou “desenhar” no início do prompt acionam a novidade.


Quando você seleciona uma imagem em uma página de resultados de pesquisa do Google, o botão “Exportar” permite baixá-la como PNG. Também existe a opção “Salvar no Google Drive”. Clicar em “Editar” leva você novamente à página dedicada para revisar o prompt.


Basicamente, ao dar o comando, a ferramenta cria quatro opções de acordo com as diretrizes fornecidas. Ao clicar nas imagens, a inteligência artificial expande a descrição do usuário automaticamente para agregar mais detalhes ao material gerado.


A partir disso, o usuário pode fazer mais edições à descrição para adicionar mais detalhes e concretizar sua imaginação. Conforme exemplificado pelo Google, é possível alterar o plano de fundo, o que a capivara está cozinhando, entre outros detalhes.


Aqueles que utilizam o SGE também encontrarão uma opção para criar imagens geradas por inteligência artificial diretamente no Google Imagens. O recurso foi projetado para aparecer quando o usuário estiver buscando inspirações no mecanismo, como “ideias assustadoras para casinha de cachorro” ou “organização de mesa para o Halloween”.


*Tudo Celular

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