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Após atraso, Google começa a liberar direções rápidas no Maps para todos

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28 de fev. de 2024

 Após atraso, Google começa a liberar direções rápidas no Maps para todos

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Kaspars Grinvalds / Shutterstock.com


O Google Maps finalmente começou a liberar recentemente para todos os seus usuários as chamadas direções rápidas (glanceable directions), recurso que havia sido anunciado em fevereiro de 2023 e que chegou a ter o seu lançamento marcado para junho do ano passado.


A liberação foi notada primeiro pelo pessoal do Android Police, que verificou o surgimento do recurso em múltiplos smartphones em mais de um país. Com as direções rápidas, o usuário pode visualizar informações do seu trajeto diretamente da tela bloqueada do aparelho — evitando, assim, que ele precise desbloquear o seu smartphone para verificar o andamento da viagem.


O recurso também pode ser conferido na tela de visão geral de um percurso no Maps — ou seja, antes mesmo de tocar em “Iniciar” para começar uma viagem. Além disso, as informações do percurso são atualizadas em tempo real, permitindo, assim, que o usuário saiba para onde ir mesmo antes de iniciar um trajeto.

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Essa novidade pode ser bastante útil para momentos em que você deseja apenas conferir a localização de um estabelecimento em uma região que já conhece, por exemplo, e não iniciar uma nova viagem completa no app.


Quando anunciou a novidade, o Google prometeu que as direções rápidas teriam suporte para as Atividades ao Vivo (Live Activities) do iOS. Essa integração, porém, ainda não está presente na versão mais recente do Maps. Em fevereiro do ano passado, a empresa disse que a novidade seria compatível com viagens a pé, de bicicleta e de carro.


Por fim, saiba que as direções rápidas vêm desligadas por padrão. Para ativá-las, basta abrir o Maps, tocar na sua foto de perfil (no canto superior direito da tela) e ir em Configurações » Navegação. Como a novidade está sendo liberada de forma gradual, é possível que ela ainda não apareça para todos neste primeiro momento.


*MacMagazine 

Manter o botão "123" apertado é o melhor atalho do Android que quem conhece não consegue parar de usar

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Depois que pega a manha, a digitação fica mais rápida


Obviamente, o teclado é uma das ferramentas ou funções que mais utilizamos nos nossos telefones. Além das conversas nos aplicativos e posts nas redes sociais, usamos ele para escrever e-mails, endereço de uma página web no navegador, pesquisas no Google e para inúmeras outras coisas. Assim, qualquer truque ou atalho que melhore a experiência de uso do teclado é sempre bem-vindo.


O teclado do Android, especificamente o teclado do Google (Gboard), é extremamente bom e versátil. Ele é o teclado padrão de vários celulares Android. O Gboard possui algumas funções bem interessantes, uma delas ajuda na velocidade de digitação ao não precisar trocar as "abas do teclado" para usar números, símbolos e caracteres especiais.

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Segurar o botão '?123' pode te ajudar a digitar mais rápido (Imagem: Xataka Android/Reprodução)

O atalho secreto do botão '123': mantenha pressionado

Quando você abre o teclado na tela, ele é dividido em duas - ou três - telas: uma com as teclas de letras (o típico teclado de formato QWERTY) e duas telas com acesso aos símbolos. Para alternar entre um e outro, é necessário pressionar o botão ‘123’, que fica no canto inferior esquerdo.


Pressionar este botão muda a tela do teclado de letras para o teclado de números e símbolos, e se você quiser ir para a segunda tela com ainda mais símbolos, você deve pressionar um segundo botão , marcado '=\<' localizado acima do '123' (que ao mudar a tela do teclado passa a se chamar 'ABC').


Mas você sabia que é possível evitar pressionar todos esses botões? Sim, existe um atalho no teclado do Android que está ativo por padrão e basicamente aproveita a função de deslizar, ou o conhecido swipe. Você só precisa manter pressionado o botão '123'.

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Segure o botão '123' (que mudará para 'ABC' ao toque) e deslize o dedo para selecionar o caractere desejado (Imagem: Xataka Android/Reprodução)

Ao manter pressionado '123' aparece a segunda tela do teclado, que inclui números e símbolos, e temos duas opções para usar o teclado de forma mais rápida e eficaz:


■ Pressione e segure o botão '123' e, com outro dedo, pressione o número ou símbolo que desejamos;

■ Ou pressione e deslize o mesmo dedo com o qual pressionamos '123' até o número ou símbolo que queremos escrever.

Esse atalho funciona tão bem que é possível acessar ainda mais símbolos. Depois de manter pressionado o botão '123', podemos pressionar longamente qualquer um dos botões do segundo teclado que aparece na tela para acessar mais símbolos. Outra forma de fazer isso é deslizar o mesmo dedo com que pressionamos o botão ‘123’ e mantê-lo pressionado em outro botão para abrir o menu com mais opções, como pode ser visto na imagem abaixo.

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Ao pressionar o '$' você pode selecionar o símbolo de outras moedas (Imagem: Xataka Android/Reprodução)

Sim, é algo muito simples que não faz uma grande diferença para um usuário "comum". Porém, essa função pode se tornar muito útil para quem trabalha o dia inteiro com o celular e precisa digitar muita coisa no smartphone por muito tempo. Ao pegar prática, sua digitação será mais rápida e o pouco tempo economizado pode virar um número significativo ao final do dia.


Outros teclados possuem função semelhante. Por exemplo, o teclado do Samsung oferece a opção de abrir uma janela com os caracteres disponíveis ao simplesmente segurar uma letra ou número já no teclado QWERTY, não sendo necessário segurar o '!#1' (equivalente ao '123') previamente.


*ING Brasil

Google Mensagens recebe o Gemini Chat para interações, geração de imagens e mais

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 Google Mensagens recebe o Gemini Chat para interações, geração de imagens e mais

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O Google Mensagens pode ficar mais interessante para usar em breve. Afinal, o aplicativo da empresa está recebendo o Gemini Chat, sua inteligência artificial generativa. Dessa forma, o usuário passa a ter uma ampla gama de possibilidades, desde a interação com outros aplicativos até gerar imagens com o chatbot.


Conforme noticiado pelo portal GizChina, o recurso aparece no app como uma nova conversa. Então, basta tocar nela para começar a interagir com o robô. Dessa forma, a pessoa pode escolher ter uma conversa simples ou usar os comandos para obter alguma coisa específica, planejar eventos ou obter ideias para alguma criação.


O app, então, roda a versão 1.0 Pro do Gemini e houve adaptações para que o uso seja feito dentro da plataforma. Em outras palavras, ele tende a oferecer respostas mais curtas e precisas para as questões feitas. Outro detalhe interessante é o suporte às extensões, o que significa acesso para outros serviços do Google Workspace.


A pessoa, então, pode ser levada ao Maps, Voos, YouTube, Gmail, Drive e Docs. Os mecanismos de conversa também funcionam normalmente, portanto, o usuário pode tocar e segurar em uma mensagem enviada pelo chatbot para sinalizar se gostou ou não. O Google afirma que a tecnologia não lê as mensagens de outras conversas e nem pode ser adicionada em grupos.

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Imagem: Uso do Gemini no Mensagens (Reprodução: GizChina)

Porém, quem se preocupa muito com privacidade, talvez seja melhor tomar cuidado com o que fala, visto que não há criptografia ponta-a-ponta nessa conversa. Até o momento, os dispositivos compatíveis com a novidade são os modelos Pixel 6 ou superior, Pixel Fold, Galaxy S22 ou superior, além dos dobráveis Galaxy Z Fold e Z Flip.


Mesmo assim, a novidade deve ser liberada para mais dispositivos no futuro. Por fim, veja a chegada do recurso “Ajude-me a Escrever” no Chrome e os detalhes da versão 1.5 do Gemini, anunciada recentemente.

*TudoCelular 

Zeepo: marca brasileira promete elétricos chineses mais baratos que BYD

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26 de fev. de 2024

Empresa, que já produz veículos elétricos e de construção civil, diz que lançará cinco elétricos de uma vez no Brasil já em abril deste ano

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Zeepo — Foto: Divulgação

Os chineses não param de chegar ao Brasil com carros elétricos. Nem todas as operações são viáveis, mas a bola da vez é a Zeepo Motors. E a marca não é chinesa, mas sim brasileira, representada pelo diretor de produtos, Fábio Guasti, e com sede em Guarulhos (SP).


A Zeepo existe desde 2022. Atualmente, oferece veículos como empilhadeiras e tratores elétricos, além de placas solares. Desde sua fundação, fontes ligadas à marca afirmam que o fundador vem visitando fabricantes chinesas para escolher automóveis elétricos para lançar no Brasil. A empresa promete lançar cinco veículos de uma vez ainda este ano, no mês de abril, portanto daqui a dois meses.


O site Autoesporte ainda apurou que todos os carros são feitos pela Jiangling Motors Corporation (JMC), a mesma fabricante que possui uma joint venture com a Ford e produz o SUV médio Territory vendido aqui (tanto o de primeira quanto o de segunda geração).

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Zeepo Z7 Sport é um dos carros que serão lançados no Brasil — Foto: Divulgação

A Zeepo fechou um contrato de exclusividade de 20 anos com a JMC para vender modelos elétricos no Brasil, aos moldes da operação da Caoa com as marcas Hyundai (importados) e Chery, ou do grupo HPE com a Mitsubishi e a Suzuki. A diferença é que venderá os produtos da JMC sob sua marca.


Segundo nossa fonte, os produtos teriam sido adaptados pela JMC para a Zeepo. No site oficial da Jiangling, alguns deles estão catalogados, com visual levemente diferente. Inclusive, a parceira chinesa tem liberdade no acordo para operar no Brasil com produtos de nome próprio, o que inclui até os que serão comercializados pela Zeepo.


A ideia é posicionar os modelos com níveis de equipamentos e tecnologias nivelados com os modelos da BYD, porém com preços mais baixos para ganhar mercado. E enquanto a empresa tenta formar uma rede de concessionárias para sua expansão, informa que os carros já estão no país para homologação.

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Carros da Zeepo terão painel solar para instalação residencial — Foto: Divulgação

A ideia é criar lojas pequenas, em formato de 10x10 metros, parecidas com o modelo europeu, para que possam caber em shoppings ou em outros pontos de vendas coletivos. No plano, cada veículo virá acompanhado de um painel solar para instalação residencial, a fim de ajudar na recarga do veículo. Um wallbox também será oferecido separadamente.


Para o pós-venda, a Zeepo afirma que oferecerá garantia de oito anos para a bateria dos veículos e esquema 4x1 de reposição de peças: para cada carro que chega, há um total de quatro peças de reposição. Também diz que está alinhada com fornecedores nacionais para ajudar com a substituição de alguns tipos de componentes.


Quais serão os carros elétricos da Zeepo?

A Zeepo promete lançar cinco automóveis elétricos no Brasil de uma vez em abril. Dois deles são hatches (Sun e I-Zeepo, este último catalogado na China como EV3), dois sedãs (GSE, este listado pela JMC com o mesmo nome, e S7 Sport Sedan) e um SUV (Z7 Sport SUV). Com exceção ao sedã S7, todos já têm suas especificações divulgadas.


Dos cinco lançamentos prometidos pela Zeepo, apenas o sedã médio GSE tem preço declarado: R$ 219.990. Confira as fichas:


Zeepo Sun – Hatch microcompacto

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Zeepo Sun é o menor carro da empresa, com 3,5 metros de comprimento — Foto: Divulgação

Dimensões: 3,50 m de comprimento, 1,65 m de largura, 1,46 m de altura, 2,34 m de entre-eixos,

Motor: 17,4 cv e 8,4 kgfm

Autonomia (ciclo CLTC): 175 km

Velocidade máxima: 100 km/h

Principais equipamentos: retrovisores com piscas, ar-condicionado, ajuste de altura do farol, lanterna de LED, airbag do motorista, ABS e EBD, ISOFIX, assistência de saída em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, rádio com USB, sensor de proximidade traseiro e instrumentos digitais


I-Zeepo Sun – Hatch subcompacto

Dimensões: 3,72 m de comprimento, 1,60 m de largura, 1,54 m de altura; entre-eixos não divulgado

Motor: 48 cv e 14 kgfm

Autonomia (ciclo CLTC): 302 km

Velocidade máxima: 120 km/h

Principais equipamentos: airbag duplo, monitoramento da pressão dos pneus, controle de tração, ar-condicionado, vidros elétricos, ABS e EBD, direção elétrica

Zeepo GSE – Sedã médio

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Zeepo GSE tem preço de R$ 219.990 — Foto: Divulgação

Dimensões: 4,68 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,48 m de altura e 2,75 m de entre-eixos

Motor: 147,5 cv e 22,5 kgfm

Autonomia (ciclo NEDC): 500 km

0 a 50 km/h: 3,9 segundos

Velocidade máxima: 140 km/h

■ Principais equipamentos: suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multilink na traseira), câmera 360º, modo de condução semi autônomo com controle de cruzeiro, assistente eletrônico de estacionamento, sensor de chuva, ABS e EBD, sistema de estabilização corporal, assistente de saída em rampas, airbags frontais, sistema de detecção de colisão, ISOFIX, monitoramento da pressão dos pneus, faróis e lanternas de LED, vidros com sensor de esmagamento e função um toque, cluster digital, multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, 3 USBs.


Zeepo Z7 Sport – SUV médio

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Zeepo Z7 tem traseira semelhante ao do Omoda 5 — Foto: Divulgação

■ Dimensões: 4,90 m de comprimento, 1,93 m de largura, 1,66 m de altura e 2,60 m de entre-eixos)

■ Motor: 340 cv e 45 kgfm (um motor elétrico); 544 cv e 70 kgfm (dois motores elétricos)

■ Autonomia (ciclo CLTC): 551 km (um motor, bateria de 77 kWh); 643 km (um motor, bateria de 90 kWh); 606 km (dois motores, bateria de 90 kWh)

■ 0 a 100 km/h: 3,8 segundos (dois motores)

■ Velocidade máxima: 200 km/h (dois motores)

■ Principais equipamentos: direção autônoma nível 2.5 composto por 33 sensores, quadro de instrumentos digital de 10,25″, central multimídia de 15,05″, tela para o passageiro de 12,3″, Head-up display, sistema de som Bose com 14 falantes, suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multilink na traseira), assistente eletrônico de estacionamento, airbags dianteiros e traseiros, monitoramento da pressão dos pneus, telas para a fileira traseira, ISOFIX, vidros com sensor de esmagamento e função um toque, ABS e EBD, controles de tração e estabilidade, modo de condução semi autônomo com controle de cruzeiro, assistente de partida em rampas, aviso de saída de faixa, detector de fadiga, abertura e fechamento elétrico do porta-malas, volante multifuncional, sensores de estacionamento, câmera 360º, carregamento de celular por indução, bancos aquecidos, WiFi, comando de voz, faróis automáticos, ar-condicionado dual zone com função de purificação, sensor de chuva.


S7 Sport Sedan

Este não teve as configurações informadas, mas terá a mesma plataforma do SUV Z7 Sport.


*Autoesporte/Globo

Google suspende geração de imagens no Gemini por erros em representações históricas e raciais da IA

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23 de fev. de 2024

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Reprodução/TudoCelular 

O Google suspendeu a função de geração de imagens por inteligência artificial do Gemini nesta quinta-feira (22). A decisão é anunciada após várias críticas por parte dos usuários do serviço, que perceberam erros bizarros ao criar fotografias históricas.


Casos relatados por usuários indicam que a inteligência artificial estava cometendo erros ao fazer representações raciais de figuras históricas, como os Pais Fundadores dos Estados Unidos; em alguns momentos, o serviço criou imagens de soldados alemães negros na era nazista. Os resultados geraram debates sobre possíveis “vieses” do Gemini.

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(Imagem: Reprodução/The Verge)

No exemplo acima, o usuário solicitou que a IA criasse a imagem de um soldado alemão em 1943 — ano em que o país estava sob o regime nazista. Um dos quatro resultados fornecidos pelo chatbot inclui um homem negro que, na época, seria considerado um “untermensch” — termo nazista para descrever seu conceito de “povos inferiores”, isto é, não arianos.


Em publicação na conta oficial do Google no X (antes conhecido como Twitter), a empresa afirma que a habilidade do serviço em criar imagens usando inteligência artificial inclui uma “ampla gama de pessoas”, mas reconhece que o “Gemini está mostrando imprecisão em algumas representações históricas na geração de imagens”.

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Usuário pede que Gemini crie imagem dos "Pais Fundadores dos Estados Unidos" (Imagem: Reprodução/X)

Em outro caso, um usuário tentou gerar a representação dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, figuras históricas tradicionalmente retratadas como homens brancos, e o Gemini representou esses líderes políticos — que incluem George Washington, Thomas Jefferson, John Adams, Benjamin Franklin e outros — como negros ou nativos americanos.


O Google começou a incluir a função generativa de imagens no Gemini (antes conhecido como Google Bard) no início do mês para rivalizar com as propostas da OpenAI. Contudo, publicações de usuários nas redes sociais questionaram uma possível tentativa de manter a diversidade racial e de gênero ao custo da precisão dos resultados gerados.


Alguns dos críticos alegam que os erros estão relacionados a um suposto “viés liberal” por parte do Google. Na publicação de reconhecimento das falhas no perfil da empresa, várias contas acusam a empresa de “racismo” por manipular as características físicas de pessoas brancas historicamente documentadas.

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(Imagem: Reprodução)

Em nota relacionada, uma reportagem publicada em novembro de 2023 pelo Washington Post mostrou como a inteligência artificial pode amplificar estereótipos.


Utilizando o Stable Diffusion, outra ferramenta de geração de imagens por inteligência popular no mercado, o jornal mostrou que a esmagadora maioria de imagens de “pessoas produtivas” retratam um homem branco em um escritório, enquanto imagens de “pessoas atraentes” geradas pela IA exibem uma mulher jovem de pele clara.


A expectativa é que, além do Google, outros serviços de inteligência artificial sejam aprimorados com maior precisão de resultados quando o assunto é representação histórica. Muito além de imagens, nos primeiros dias da tecnologia, era consideravelmente mais comum que houvesse casos de desinformação, uso de opiniões políticas e outras questões.


Com isso, as empresas desenvolvedoras por trás dos serviços mais populares trabalham para evitar o uso indevido das tecnologias em cenários específicos. A OpenAI, por exemplo, busca combater o uso do ChatGPT para fins políticos nas eleições nos Estados Unidos que ocorrerão em 2024.


*TudoCelular 

Ajude-me a Escrever: recurso de IA com base no Gemini chega ao Google Chrome

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 Ajude-me a Escrever: recurso de IA com base no Gemini chega ao Google Chrome

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Reprodução/TudoCelular


O Google implementou um novo recurso com base em inteligência artificial para os usuários dos Estados Unidos. Trata-se do “Help Me Write” (“Ajude-me a Escrever”), que passa a ficar disponível para quem está com a versão estável M122 do navegador da empresa. A função usa o Gemini, que teve uma nova versão apresentada recentemente.


Em geral, o modo de funcionar do recurso não se difere muito de outros da mesma finalidade. Ou seja, ele foi desenvolvido com o objetivo de oferecer dicas aos usuários para escrever conteúdos curtos. Alguns exemplos disso são avaliações digitais e pesquisa, além de produzir descrições de itens à venda ou perguntar sobre produtos.


Com o Gemini, é possível fazer alterações nesses textos curtos para deixá-los com um estilo mais profissional. Além disso, a tecnologia consegue entender o contexto da página em que a pessoa está navegando, o que torna possível oferecer sugestões mais precisas, já que ela é capaz de identificar quais são os dados mais relevantes disponíveis.


O uso da ferramenta é simples, bastando um clique com botão direito em qualquer campo de texto disponível no site. Entretanto, é preciso ter a funcionalidade habilitada, o que pode ser feito ao ativar os recursos de “IA Experimental” do Google Chrome. Nelas, os usuários poderão selecionar o “Help Me Write” para usá-lo em seus textos.

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Imagem: Recurso "Ajude-me a Escrever" no Google Chrome (Reprodução: HDBlog)

Vale citar que o Google recomenda não fornecer dados pessoais e não usar o recurso em sites que possuem informações confidenciais, mesmo que o navegador não as use para treinar os seus modelos de IA.


Por fim, veja o motivo do Google ter suspendido a função de gerar imagens do Gemini recentemente.

Google Chrome

*Tudo Celular

Elon Musk vai comprar a Disney? Entenda os rumores

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18 de fev. de 2024

Rumores apontam que Elon Musk tenha mostrado interesse em adquirir a Disney, atualmente comandada por seu rival, Bob Iger

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Getty Images / Maja Hitij


Após comprar o Twitter e transformá-lo no X, Elon Musk teria dado a entender que pretende comprar a Disney. Durante o tapete vermelho do longa-metragem Lola, o bilionário teria dito estar “pensando em quais empresas adquirir”, segundo especulações da imprensa americana.


Elon Musk teria conversado com o investidor Nelson Peltz, que está em conflito com o CEO da Disney, Bob Iger, no evento. O atual comandante da multinacional também é adversário do dono da Tesla.


“Estou aqui apenas com amigos… pensando em quais empresas adquirir”, teria dito Musk, quando questionado sobre o motivo de ter comparecido ao lançamento do filme.


Confusão de Musk com a Disney

A briga de Musk com Bob Iger e, consequentemente, a multinacional é antiga. Tudo começou quando a Disney retirou os anúncios do X, o Twitter, após declarações antissemitas do bilionário.


Pouco depois, Elon Musk declarou que Iger “deveria ser demitido imediatamente”.


*Metrópoles 

Google vai lançar ferramentas de Inteligência Artificial gratuitas para reforçar “segurança digital”

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 Google vai lançar ferramentas de Inteligência Artificial gratuitas para reforçar “segurança digital”

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Foto: Reprodução.

O Google lançou uma iniciativa visando disponibilizar ferramentas de inteligência artificial e investimentos para fortalecer a segurança online, dada a crescente utilização dessa tecnologia por criminosos cibernéticos.


Uma nova funcionalidade de código aberto, impulsionada por IA e baseada na identificação de tipos de arquivo, será apresentada pelo Google para auxiliar na detecção de malwares, programas maliciosos projetados para danificar computadores ou servidores. Essa ferramenta, já empregada na proteção de produtos como o Gmail e o Google Drive, será oferecida gratuitamente.


Além disso, a empresa divulgará um relatório na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, nesta sexta-feira, detalhando o uso da inteligência artificial para defesa cibernética. Neste documento, a companhia propõe uma agenda de políticas que advoga por pesquisas avançadas sobre os impactos da IA na segurança digital.


“Para manter o ritmo, precisamos de políticas que mitigem os riscos e aproveitem as oportunidades da IA”, afirmou Kent Walker, presidente de assuntos globais da Alphabet, controladora do Google.


Além disso, o Google anunciou investimentos adicionais em bolsas de pesquisa e parcerias para impulsionar iniciativas de pesquisa em segurança cibernética utilizando inteligência artificial, assim como a expansão de seminários sobre segurança cibernética, incluindo módulos focados em IA.


Com informações de O Globo.

Inteligência artificial gerou 40 mil armas biológicas em apenas 6 horas

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Um experimento de IA gerou 40.000 armas biológicas hipotéticas em apenas 6 horas

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Durante uma conferência sobre armamento não convencional, pesquisadores da empresa Collaboration Pharmaceuticals mostraram um experimento onde uma tecnologia de inteligência artificial (IA) sugeriu 40 mil moléculas potencialmente letais – armas químicas, no sentido prático -, no intuito de mostrar como esse recurso pode ser abusado sem o devido controle e fiscalização.


Em uma entrevista concedida ao The Verge, Fabio Urbina, o autor primário do estudo, falou sobre como a IA conseguiu inventar milhares de novas substâncias – algumas, assustadoramente similares ao agente VX, um gás extremamente poderoso que ataca o sistema nervoso de seus alvos.


Urbina explicou que o estudo é uma espécie de “giro de 180º” em relação ao seu trabalho normal. No dia a dia, o cientista é incumbido de pesquisar modelos de machine learning para descobrir novos remédios e tratamentos.


Ele conta, no entanto, que isso também envolve implementar modelos “malvados” de IA, a fim de garantir que qualquer medicação desenvolvida a partir do seu trabalho não tenha nenhum efeito tóxico.


Por exemplo” – ele contou – “imagine que você descobre uma pílula maravilhosa que controla a pressão alta

Mas ela faz isso ao bloquear algum importante canal conectado ao seu coração. Então essa droga é automaticamente inválida por ser considerada de alto risco”.


Sobre o estudo, Urbina evitou compartilhar muitos detalhes – a pesquisa foi feita a convite da organização da conferência Convergence, realizada na Suíça, e eles pediram que informações muito técnicas fossem mantidas em segredo por segurança. O que ele contou, porém, traça uma linha do tempo processual interessante:


“Basicamente, nós temos muitas bases de dados históricos sobre moléculas que foram testadas quanto à sua toxicidade ou a falta dela”, disse Urbina. “Para este experimento, nós focamos na composição molecular do Agente VX, que atua como inibidor de algo chamado ‘Acetilcolinesterase’”.


A acetilcolinesterase é, a grosso modo, uma enzima que atua na transmissão de informações do sistema nervoso. Quando seu cérebro dá uma ordem para você, digamos, dobrar o braço, essa enzima é o que carrega esse comando do ponto A ao ponto B.


“A mortalidade do VX reside no fato de que ele impede que esses comandos cheguem aonde devem se a ordem for qualquer uma relacionada a músculos. [


O VX] pode parar seu diafragma ou músculos pulmonares e sua respiração fica, literalmente, paralisada, e você sufoca”. Urbina conta que experimentos moleculares que determinam a toxicidade de algum agente não precisam ser usados de forma prática, mas eles sempre são aproveitados para compor bases de dados sobre o que eles podem fazer.


Com base nisso, Urbina e sua equipe criaram um modelo de machine learning que, a grosso modo, analisou essas bases de dados, identificou quais partes de uma molécula são tóxicas ou não e “aprender” a colar moléculas umas nas outras, sugerindo a criação de novos agentes químicos – esse processo usa uma IA tanto para o bem (criação de novos remédios) ou para o mal (criação de armas químicas e agentes de guerra biológica).


Então, o time de cientistas basicamente ajustou a IA para agir como um “gênio do mal” e…ver no que daria:


“nós não sabíamos muito bem o que iria sair já que nossa capacidade de geração de modelos é formada por tecnologias novas, ainda não muito usadas”, explicou Urbina. “A primeira surpresa foi que muitos dos compostos sugeridos eram bem mais tóxicos que o VX. E isso é uma surpresa porque o VX é um dos compostos mais tóxicos que existem, você precisa de uma dose muito, muito, muito pequena dele para ser letal”.


Uma nota lateral aqui: segundo a página do Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, o VX não é “um dos” mais letais, mas sim “o mais” letal dos agentes nervosos.


O cientista explica que os modelos gerados pela IA correspondem a armas químicas não verificadas pela mão humana – obviamente, convenhamos -, mas normalmente essas sugestões feitas por machine learning são bem sólidas. Em outras palavras, a taxa de erro é baixa e, diante dessa percepção, a aplicação dessa tecnologia para a criação de armamento biológico letal é bem factível.


A entrevista completa (em inglês) já foi ao ar no Verge, e conta outros detalhes, como por exemplo o fato do modelo de machine learning ter aprendido a criar compostos tóxicos já conhecidos sem nunca antes tê-los visto na base de dados, ou ainda como essa tecnologia de geração de modelos moleculares já está tão disponível que uma busca simples no Google já coloca qualquer pessoa no caminho certo para programar algo do gênero.


Fonte: Olhar Digital

[Tecnologia]

Avião hipersônico insano promete ir do Brasil à China em só 4 horas

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14 de fev. de 2024

Projeto de avião hipersônico promete viajar cinco vezes mais rápido que a velocidade do som

Alsorsa.NewsImagem: Divulgação/Destinus

A Destinus, uma startup suíça, anunciou um projeto para revolucionar a indústria aeronáutica. A empresa promete um avião capaz de dar a volta ao mundo em apenas quatro horas. É mais rápido do que a viagem mais longa dentro do Brasil, onde um avião comercial leva 4h35 para ir de São Paulo (SP) a Boa Vista (RR).


O projeto ainda está na fase de desenvolvimento, e a ideia é que consiga fazer o trajeto Xangai - São Paulo em menos de quatro horas e meia, hoje, a depender do trajeto, leva cerca de 22 horas.


O objetivo da empresa é que o avião consiga atingir a velocidade Mach 5, isso significa que o avião voará cinco vezes mais rápido que velocidade do som, ou seja,6.174 Km/h. Além disso, no lugar do querosene, o avião será movido a hidrogênio.


O design do avião, que segue o conceito Waverider, tem o objetivo de de melhorar a proporção supersônica de elevação/resistência, inclusive, o formato contribui para a redução do gasto de combustível.


Até o momento, dois testes com protótipos foram feitos com sucesso, ao menos de acordo// com a CNN. A expectativa é que o teste com o terceiro protótipo seja realizado até o final do ano. A startup espera começar a operar no fim de 2024.


Meta define que Instagram e Threads deixarão de recomendar posts sobre política

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10 de fev. de 2024

Instagram e Threads deixarão de recomendar publicações com conteúdo relacionado a política aos seus usuários. Essa é uma determinação da Meta, que não chegou a explicar com muitos detalhes a respeito de como essa iniciativa irá funcionar na prática, mas confirmou que ela deve entrar em vigor já nas próximas semanas.
Alsorsa.News
Meta

Adam Mosseri, do Instagram, falou sobre o assunto e disse que quem segue contas de pessoas envolvidas com política continuará recebendo as postagens normalmente. Entretanto, a forma proativa de indicação dos posts dentro das plataformas não irá mais acontecer. Aparentemente, a decisão afeta também a seção de Reels, bem como o explorar do aplicativo.

Ele ainda comentou sobre a definição da dona de ambas as redes sociais:

Nossa definição de conteúdo político é o conteúdo que provavelmente será sobre temas relacionados ao governo ou às eleições; por exemplo, postagens sobre leis, eleições ou temas sociais. Essas questões globais são complexas e dinâmicas, o que significa que essa definição evoluirá à medida que continuamos a nos envolver com as pessoas e comunidades que usam nossas plataformas e especialistas externos para refinar nossa abordagem.

Alsorsa.News
Imagem: Limitação de conteúdo no Threads e Instagram (Reprodução/Meta)
Mosseri ainda aproveitou para dizer que a Meta não quer incentivar os usuários a criarem publicações a respeito de política e hard news. Segundo ele: "Nosso objetivo é preservar a capacidade de as pessoas escolherem interagir com conteúdo político, respeitando o apetite de cada pessoa por ele.".

Resta saber qual será a reação da comunidade a respeito dessa mudança. Quem estiver preocupado com a alteração, pode conferir o “status da conta” nas configurações para saber se sua conta está elegível para ter publicações recomendadas.

Mais sobre as redes da Meta: veja a chegada de recursos de interação e criação de stickers do Instagram, bem como a integração do Threads com as DMs do Instagram.

Baixar aplicativos:

*Tudo Celular

Especialistas em IA estão com medo de proposta tecnológica de Zuckerberg

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9 de fev. de 2024

O fundador do Facebook está na mira dos especialistas em tecnologia, após adquirir milhares de chips de processamento para inteligência artificial (IA).


O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, gerou preocupações entre especialistas em tecnologia ao anunciar seus planos de adquirir centenas de milhares de chips caros de processamento de inteligência artificial (IA).


Zuckerberg pretende comprar 350 mil chips gráficos Nvidia H100, avaliados em cerca de US$ 30 mil cada, para alimentar modelos de IA.


Tal aquisição visa construir uma inteligência artificial geral (IAG) de código aberto, um estágio em que a IA atinge ou supera a inteligência humana.


Especialistas expressaram inquietação sobre os possíveis impactos dessa iniciativa, especialmente considerando a ausência de estruturas internacionais para regulamentar essa tecnologia.

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Mark Zuckerberg levanta alerta de especialistas em IA – Imagem: Reprodução


Nova aquisição de Zuckerberg coloca medo em especialistas

Dame Wendy Hall, cientista da computação da Universidade de Southampton e membro do conselho consultivo de IA das Nações Unidas, manifestou preocupação diante da perspectiva de desenvolver uma IAG de código aberto.


A discussão sobre a viabilidade real de uma IAG tem gerado debates intensos, e Hall destacou que lançar tal tecnologia sem resolver as questões regulatórias associadas a sistemas tão poderosos é considerado “realmente assustador” e irresponsável.


Hall enfatizou também a necessidade de estabelecer um quadro regulamentar para a IAG, mesmo que sua implementação possa levar muitos anos.


Ela alertou para potenciais consequências negativas nas mãos erradas e evidenciou a importância de decisões regulamentares acordadas internacionalmente, e não apenas em empresas de tecnologia.


Andrew Rogoyski, diretor do ‘Human Centered AI Institute da Universidade de Surrey’, compartilhou receios semelhantes e sublinhou a necessidade de uma abordagem internacionalmente acordada.


A Meta, anteriormente Facebook, enfrentou desafios semelhantes no passado, e sua abordagem de código aberto para o desenvolvimento de IAG levanta preocupações únicas.


Outras empresas, como a OpenAI e Google DeepMind, também estão na corrida para desenvolver uma IAG, mas a Meta se destaca ao buscar tornar seus modelos acessíveis globalmente, levantando questões sobre possíveis riscos associados.


*Multiverso Notícias 

China revoluciona com primeiro satélite 6G

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8 de fev. de 2024

China Mobile lidera corrida tecnológica com testes orbitais de tecnologia 6G, prometendo velocidades 50 vezes mais rápidas que o 5G e uma revolução na presença de Inteligência Artificial.

Alsorsa.News
Fonte: China Mobile/Reprodução


Pouco tempo após o lançamento 5G, o mundo já prepara a chegada da sexta geração móvel, o 6G. E neste cenário avançado, a China sai novamente na frente da corrida tecnológica. Nesta semana, a maior operadora de telefonia do país e do mundo, China Mobile, anunciou o lançamento do primeiro satélite de testes para o 6G.


A Nova Era da Internet

Desenvolvido integramente com hardware e software nacionais, a novidade foi lançada em conjuto com outro satélite equipado com tecnologia 5G. A diferença entre os dois é significativa: o 6G deverá ser cerca de 50 vezes mais rápido que o padrão atual, de acordo com o periódico estatal China Daily.


Outra inovação é a classificação do novo satélite como “órbita-baixa”, capaz de cobrir com mais eficiência regiões com carência de cobertura de internet. Enquanto isso, o Brasil ainda enfrenta obstáculos para implementar a tecnologia 5G. Dados da Conexis Brasil Digital indicam que apenas 7% das cidades do país têm legislação adaptada para suportar a quinta geração móvel.


6G versus 5G: Qual a diferença?

Segundo o especialista em Tecnologia e Inovação, Arthur Igreja, as mudanças da nova geração começam na arquitetura do satélite. A explicação fica por conta da ideia de que na tecnologia 6G, diferentemente das anteriores como 3G, 4G e 5G, a conexão não depende de uma única antena, e passa a ser formada por vários pontos de conexão, criando o que é chamado de “malha” de conectividade.


Igreja ressalta que a baixa altitude do novo satélite 6G ajudará a reduzir atrasos de comunicação, apresentando uma latência de apenas 1 milissegundo.


6G e Inteligência Artificial

Com previsão de especificações técnicas e primeiros testes globalmente em 2028, o 6G também contempla a exponencial presença de recursos de Inteligência Artificial (IA). O conjunto de tecnologias permitirá minimizar perda de dados, otimizar recursos energéticos e criar dispositivos mais eficientes.


O lançamento deste satélite marca o início dos testes e validações do 6G. “Este satélite representa a pedra fundamental, é o começo de toda essa história”, afirma Arthur Igreja.


Enquanto a nova era digital se aproxima, os especialistas e as grandes empresas da tecnologia trabalham para que, a partir de 2030, a tecnologia 6G esteja plenamente presente em nossas vidas.


*O Antagonista

Ative a nova inteligência artificial do Chrome e melhore sua navegação

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Saiba para que servem as novas funcionalidades de IA do Chrome e siga o passo a passo para ativá-las.

Recentemente, o Google Chrome, em consonância com o Microsoft Edge, deu um passo adiante ao incorporar discretamente a inteligência artificial (IA) em seu navegador.


Nesse sentido, os três novos recursos de IA generativa agora disponíveis oferecem aos usuários maneiras inovadoras de explorar e personalizar sua experiência de navegação.


Ativando a nova IA do Google Chrome, você tem uma interação fundamental para aproveitar ao máximo tais ferramentas. Mas, afinal, quais são as ferramentas recentes do navegador?


Quais são os novos recursos de IA do Google Chrome?

Navegador Google Chrome tem passado por testes de novas tecnologias – Imagem: Reprodução


1. Gerenciador de guias

Com essa função inteligente, você consegue organizar as guias do navegador em grupos com base em categorias semelhantes.


Na prática, isso oferece uma navegação mais organizada e eficiente para os usuários, e é uma ótima opção, por exemplo, para quem trabalha em home office.


2. Recurso de auxílio à escrita

Tal ferramenta promete ser ótima para quem tem dificuldades em gramática, acentuação, pontuação, etc.


Com o recurso de auxílio à escrita do Google Chrome ativado, você verá a correção de palavras, frases, erros de concordância e coerência.


Na prática, essa funcionalidade do navegador ajuda os usuários a redigir textos, inclusive oferecendo opções de conclusão automática, bem como a seleção de tamanho e estilo.


3. IA Generativa para personalização do Chrome

Com tal recurso, você consegue personalizar as cores de fundo do Google Chrome. Nesse caso, as sugestões são apresentadas conforme suas preferências, isso cria novas possibilidades de personalização para se adequarem ao seu estilo de navegação.


Como ativar a nova IA no Google Chrome?

Implementar essa atualização no Google Chrome envolve alguns passos simples, mas é importante destacar que nem todos os recursos estão disponíveis imediatamente para todas as pessoas.


Antes de mais nada, é necessário conferir se seu Google Chrome está devidamente atualizado. Feito isso, basta seguir as etapas apresentadas logo abaixo:


■ Acesse o Google Search Labs para verificar a disponibilidade dos recursos em sua conta;


■ Ative ou desative os recursos conforme sua preferência.


Caso as funções não estejam disponíveis, considere se voluntariar para participar do programa de testes. Nesse caso, o Google utilizará os dados das interações dos usuários para aprimorar a IA antes do lançamento oficial.


No caso de ferramentas experimentais, as etapas a serem seguidas são essas:


■ Primeiramente, acesse as configurações do Google Chrome;


■ confira se a opção “Ativar Sincronização” está ativada;


■ Feito isso, escolha a opção “Ativar IA Experimental”;


■ Por fim, se necessário, faça o download do “Chrome Beta” e repita os passos acima.


É importante observar que a disponibilidade de tais recursos pode variar entre usuários e regiões, e a IA está em fase experimental, sujeita a ajustes e melhorias antes de seu lançamento oficial.

*Multiverso Notícias

Rede social “Bluesky” libera acesso sem convite; veja como criar conta

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7 de fev. de 2024

A rede social foi desenvolvida por Jack Dorsey, criador e ex-CEO do antigo Twitter, em 2023

Alsorsa.News
Rede foi desenvolvida por Jack Dorsey, criador e ex-CEO do antigo Twitter

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A Bluesky, rede social desenvolvida por Jack Dorsey, criador e ex-CEO do antigo Twitter, em 2023, liberou o cadastro para o público geral na última terça-feira (6).


Desta forma, qualquer pessoa que tenha o interesse em acessar a plataforma pode se inscrever sem a necessidade de um convite.


A Bluesky foi lançada como um Twitter “descentralizado”, permitindo postagens com até 300 caracteres, acompanhando fotos e vídeos.


Ainda que traga semelhanças com a atual rede de Elon Musk, a plataforma se diferencia justamente por trazer a dinâmica de código aberto e não tão dependente de algoritmos como a concorrente.


Como criar uma conta na Bluesky

Seja direto no site da Bluesky ou no app da plataforma, disponível para Android e iOS, é possível criar um perfil gratuito na rede.


Para isso, basta clicar em “create a new account” e digitar as informações necessárias, como data de nascimento, endereço de e-mail e, claro, uma senha.


Na sequência, é preciso indicar um número de telefone para o envio e a validação do código de segurança. Depois, siga as instruções da rede para a criação do nome de usuário e outras configurações que liberem o acesso às postagem e mais recursos.

Faça o download da rede social Bluesky aqui:

CNN Brasil 

Redes sociais estão aumentando notificações “inúteis” para engajar usuários; entenda

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6 de fev. de 2024

Plataformas como Instagram, Facebook e X/Twitter aderiram a novos tipos de notificações como resposta à queda nas interações online


Uma notificação da sua rede social favorita chega em seu celular. Quando você abre, percebe que não é uma curtida ou compartilhamento a uma publicação sua, muito menos uma mensagem de um amigo. Na verdade, é um alerta de que um amigo publicou ou curtiu algo. O problema é que você não se lembra de ter ativado esse tipo de notificação – e nem entende o porquê ele é relevante para você.


Esses casos estão se tornando cada vez mais comuns. Facebook, Instagram e X (antigo Twitter) são algumas das plataformas que recorrem a notificações genéricas e com caráter de urgência para estimular usuários com pouco histórico de atividade a entrar nos apps e possivelmente engajar nos conteúdos.


Notificações são uma estratégia das redes sociais

Como reportou o Wall Street Journal, as empresas estão aderindo a esse novo tipo de notificação porque as pessoas estão publicando e interagindo menos nas redes sociais.


Segundo dados da empresa de análise de aplicativos Measure Protocol, desde julho do ano passado os alertas aumentaram em quase todos os apps de mídia social. O Instagram é o que mais aumentou: os usuários passaram a receber 12 notificações a mais em janeiro deste ano em comparação com julho de 2023. X/Twitter, Facebook e Snapchat também aderiram à estratégia.

Alsorsa.News
(Imagem: Camilo Concha/Shutterstock)


Como os usuários vão reagir

Profissionais de marketing, psicólogos e acadêmicos preveem que essas novas notificações levarão a uma maior interação entre os usuários. Do lado contrário, as plataformas assumem um risco: quando os alertas começarem a ser indesejados, podem criar uma má vontade e levá-los até a desinstalar os apps.


Neal Schaffer, fundador da consultoria de marketing digital PDCA Social, ao jornal, diz que essa estratégia acontece porque as empresas estão tratando as notificações como um feed de notícias, promovendo conteúdo algorítmico.


Para Jay Baer, ​​fundador da consultoria de marketing digital Convince and Convert, a estratégia funciona porque, mesmo que um usuário não seja tão ativo em uma rede social, a notificação “sussurra sutilmente para você” abrir o app.

Notificações continuarão aparecendo a menso que usuários desativem manualmente (Imagem: Nopparat Khokthong/Shutterstock)

O que os usuários podem fazer com as notificações

■A saída mais simples é desinstalar os aplicativos, mas as plataformas contam que o usuário não fará isso.  Porta-vozes do LinkedIn, Snap e Meta (controladora do Instagram e do Facebook) dizem que é possível criar experiências personalizáveis e ajustar os alertas;

■ Se você não quiser desligar todas as notificações de uma rede social diretamente pelas configurações do aparelho, é possível entrar nas configurações de cada aplicativo e desligá-las de forma manual;

■ Os dois aplicativos da Meta têm opções personalizáveis dentro da aba “Notificações”. É possível desativar “atualizações de amigos” no Facebook e vídeos ao vivo ou “primeiras postagens e stories” no Instagram;

■ A mesma coisa vale para outras redes sociais, como X/Twitter, Snapchat e LinkedIn, cada uma com suas opções de notificações personalizáveis (que continuarão chamando atenção a menos que você as desligue manualmente).


*Olhar Digital 

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