Instagram lançará verificado pago para América Latina nesta semana

 Instagram lançará verificado pago para América Latina nesta semana

Unsplash/Reprodução 

Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta, anunciou nesta terça-feira (27) que a ferramenta “Meta Verified” chegará à América Latina ainda nesta semana. Portanto, em alguns dias, os usuários do Instagram e Facebook poderão garantir seu selo azul de verificado por R$ 55 por mês.


Neste sentido, a tecnologia é similar ao Twitter Blue, lançado por Elon Musk no final do ano passado. A proposta consiste no usuário autenticar sua conta como original, e se proteger de contas falsas que eventualmente podem tentar usar o nome para outros fins, como golpes financeiros.


“O Meta Verified está chegando à América Latina esta semana e continuaremos a trazê-lo para mais lugares globalmente nos próximos meses. As assinaturas incluem um crachá verificado, proteção proativa de conta e suporte à conta”, diz Zuckerberg.


O Meta Verified irá utilizar um documento oficial, como RG ou CNH, para autenticar que o usuário da conta é quem realmente diz estar a controlando. Após o processo, o perfil ganhará um selo azul ao lado do nome de usuário, que garante que o processo foi concluído.


Para assinar o serviço, basta que o usuário vá para ‘Configurações’ no Instagram ou Facebook. Clique em ‘Central de Contas’ e depois em ‘Meta Verificado’. Quando estiver disponível, a opção “Meta verificada disponível” aparecerá sob seu nome e foto de perfil.


Meta Verified recebe críticas

Assim como o Twitter Blue, a ferramenta da Meta recebeu críticas da Internet. Entre elas, o fato da plataforma cobrar uma assinatura mensal ou anual para garantir o famigerado “selo azul” de conta verificada.


O movimento no Twitter, inclusive, afastou alguns perfis famosos que já detinham a verificação. Um exemplo foi o empresário Felipe Neto, que decidiu lançar críticas e seguir sem a verificação de sua conta no primeiro momento.


Todavia, o empresário e influenciador digital, ainda mantém seu selo no Twitter, mas diz que não paga pelo serviço. Conforme ele, a plataforma decidiu manter seu selo de verificação. No que tange o Instagram e Facebook, as críticas se mantiveram.


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