ChatGPT lista as profissões que ‘pretende’ extinguir no futuro: ‘é bom se preparar’

Não é uma surpresa para ninguém que o ChatGPT estaria, supostamente, ameaçando algumas profissões reais. No entanto, o próprio software de Inteligência Artificial (IA) reconhece seu impacto e oferece até alternativas para que os humanos possam manter seus empregos.

ChatGPT lista as profissões que ‘pretende’ extinguir no futuro: ‘é bom se preparar’

Em “conversa” com o Money Times, o ChatGPT afirmou que “a inteligência artificial tem o potencial de impactar muitas profissões em diferentes setores da economia”.


“É importante notar que a IA é mais adequada para tarefas rotineiras e repetitivas que envolvem análise de dados, aprendizado de máquina, processamento de linguagem natural e outras atividades que podem ser automatizadas”, explicou o software.


Em seguida, o software também listou quatro áreas que podem ser afetadas num futuro breve:  “Atendimento ao cliente; Contabilidade e finanças; Serviços jurídicos; Marketing e publicidade.”


Para se ter uma ideia, há tempos que essa mudança vem sendo estudada: em 2019, a consultoria McKinsey analisou que 5% das atuais profissões serão extintas com o avanço das IAs.


Além disso, a pesquisa apontou a necessidade de se adaptar, já que a tecnologia poderia assumir ao menos 30% das tarefas manuais.


ChatGPT oferece conselhos

Ainda que a implementação das IAs possa assustar, a tecnologia não deve substituir completamente as profissões. Segundo o ChatGPT, os profissionais precisam “se preparar para as novas oportunidades que surgem”.


Entre as dicas, a inteligência sugere: “aprender novas habilidades; acompanhar as tendências do mercado; ser adaptável; buscar áreas complementares à IA; ser ético e responsável”.


Além disso, é preciso considerar que toda evolução tecnológica oferece novas profissões para substituir às que foram extintas.


O ChatGPT oferece algumas sugestões de emprego: “desenvolvimento de IA; gerenciamento de dados; segurança de IA; especialista em ética de IA”.


O software ressaltou que não deverá substituir “profissões que requerem habilidades humanas exclusivas”, podendo resultar numa crescente demanda de artistas, escritores, psicólogos, terapeutas e outros.


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