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Zeepo: marca brasileira promete elétricos chineses mais baratos que BYD

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26 de fev. de 2024

Empresa, que já produz veículos elétricos e de construção civil, diz que lançará cinco elétricos de uma vez no Brasil já em abril deste ano

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Zeepo — Foto: Divulgação

Os chineses não param de chegar ao Brasil com carros elétricos. Nem todas as operações são viáveis, mas a bola da vez é a Zeepo Motors. E a marca não é chinesa, mas sim brasileira, representada pelo diretor de produtos, Fábio Guasti, e com sede em Guarulhos (SP).


A Zeepo existe desde 2022. Atualmente, oferece veículos como empilhadeiras e tratores elétricos, além de placas solares. Desde sua fundação, fontes ligadas à marca afirmam que o fundador vem visitando fabricantes chinesas para escolher automóveis elétricos para lançar no Brasil. A empresa promete lançar cinco veículos de uma vez ainda este ano, no mês de abril, portanto daqui a dois meses.


O site Autoesporte ainda apurou que todos os carros são feitos pela Jiangling Motors Corporation (JMC), a mesma fabricante que possui uma joint venture com a Ford e produz o SUV médio Territory vendido aqui (tanto o de primeira quanto o de segunda geração).

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Zeepo Z7 Sport é um dos carros que serão lançados no Brasil — Foto: Divulgação

A Zeepo fechou um contrato de exclusividade de 20 anos com a JMC para vender modelos elétricos no Brasil, aos moldes da operação da Caoa com as marcas Hyundai (importados) e Chery, ou do grupo HPE com a Mitsubishi e a Suzuki. A diferença é que venderá os produtos da JMC sob sua marca.


Segundo nossa fonte, os produtos teriam sido adaptados pela JMC para a Zeepo. No site oficial da Jiangling, alguns deles estão catalogados, com visual levemente diferente. Inclusive, a parceira chinesa tem liberdade no acordo para operar no Brasil com produtos de nome próprio, o que inclui até os que serão comercializados pela Zeepo.


A ideia é posicionar os modelos com níveis de equipamentos e tecnologias nivelados com os modelos da BYD, porém com preços mais baixos para ganhar mercado. E enquanto a empresa tenta formar uma rede de concessionárias para sua expansão, informa que os carros já estão no país para homologação.

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Carros da Zeepo terão painel solar para instalação residencial — Foto: Divulgação

A ideia é criar lojas pequenas, em formato de 10x10 metros, parecidas com o modelo europeu, para que possam caber em shoppings ou em outros pontos de vendas coletivos. No plano, cada veículo virá acompanhado de um painel solar para instalação residencial, a fim de ajudar na recarga do veículo. Um wallbox também será oferecido separadamente.


Para o pós-venda, a Zeepo afirma que oferecerá garantia de oito anos para a bateria dos veículos e esquema 4x1 de reposição de peças: para cada carro que chega, há um total de quatro peças de reposição. Também diz que está alinhada com fornecedores nacionais para ajudar com a substituição de alguns tipos de componentes.


Quais serão os carros elétricos da Zeepo?

A Zeepo promete lançar cinco automóveis elétricos no Brasil de uma vez em abril. Dois deles são hatches (Sun e I-Zeepo, este último catalogado na China como EV3), dois sedãs (GSE, este listado pela JMC com o mesmo nome, e S7 Sport Sedan) e um SUV (Z7 Sport SUV). Com exceção ao sedã S7, todos já têm suas especificações divulgadas.


Dos cinco lançamentos prometidos pela Zeepo, apenas o sedã médio GSE tem preço declarado: R$ 219.990. Confira as fichas:


Zeepo Sun – Hatch microcompacto

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Zeepo Sun é o menor carro da empresa, com 3,5 metros de comprimento — Foto: Divulgação

Dimensões: 3,50 m de comprimento, 1,65 m de largura, 1,46 m de altura, 2,34 m de entre-eixos,

Motor: 17,4 cv e 8,4 kgfm

Autonomia (ciclo CLTC): 175 km

Velocidade máxima: 100 km/h

Principais equipamentos: retrovisores com piscas, ar-condicionado, ajuste de altura do farol, lanterna de LED, airbag do motorista, ABS e EBD, ISOFIX, assistência de saída em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, rádio com USB, sensor de proximidade traseiro e instrumentos digitais


I-Zeepo Sun – Hatch subcompacto

Dimensões: 3,72 m de comprimento, 1,60 m de largura, 1,54 m de altura; entre-eixos não divulgado

Motor: 48 cv e 14 kgfm

Autonomia (ciclo CLTC): 302 km

Velocidade máxima: 120 km/h

Principais equipamentos: airbag duplo, monitoramento da pressão dos pneus, controle de tração, ar-condicionado, vidros elétricos, ABS e EBD, direção elétrica

Zeepo GSE – Sedã médio

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Zeepo GSE tem preço de R$ 219.990 — Foto: Divulgação

Dimensões: 4,68 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,48 m de altura e 2,75 m de entre-eixos

Motor: 147,5 cv e 22,5 kgfm

Autonomia (ciclo NEDC): 500 km

0 a 50 km/h: 3,9 segundos

Velocidade máxima: 140 km/h

■ Principais equipamentos: suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multilink na traseira), câmera 360º, modo de condução semi autônomo com controle de cruzeiro, assistente eletrônico de estacionamento, sensor de chuva, ABS e EBD, sistema de estabilização corporal, assistente de saída em rampas, airbags frontais, sistema de detecção de colisão, ISOFIX, monitoramento da pressão dos pneus, faróis e lanternas de LED, vidros com sensor de esmagamento e função um toque, cluster digital, multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, 3 USBs.


Zeepo Z7 Sport – SUV médio

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Zeepo Z7 tem traseira semelhante ao do Omoda 5 — Foto: Divulgação

■ Dimensões: 4,90 m de comprimento, 1,93 m de largura, 1,66 m de altura e 2,60 m de entre-eixos)

■ Motor: 340 cv e 45 kgfm (um motor elétrico); 544 cv e 70 kgfm (dois motores elétricos)

■ Autonomia (ciclo CLTC): 551 km (um motor, bateria de 77 kWh); 643 km (um motor, bateria de 90 kWh); 606 km (dois motores, bateria de 90 kWh)

■ 0 a 100 km/h: 3,8 segundos (dois motores)

■ Velocidade máxima: 200 km/h (dois motores)

■ Principais equipamentos: direção autônoma nível 2.5 composto por 33 sensores, quadro de instrumentos digital de 10,25″, central multimídia de 15,05″, tela para o passageiro de 12,3″, Head-up display, sistema de som Bose com 14 falantes, suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multilink na traseira), assistente eletrônico de estacionamento, airbags dianteiros e traseiros, monitoramento da pressão dos pneus, telas para a fileira traseira, ISOFIX, vidros com sensor de esmagamento e função um toque, ABS e EBD, controles de tração e estabilidade, modo de condução semi autônomo com controle de cruzeiro, assistente de partida em rampas, aviso de saída de faixa, detector de fadiga, abertura e fechamento elétrico do porta-malas, volante multifuncional, sensores de estacionamento, câmera 360º, carregamento de celular por indução, bancos aquecidos, WiFi, comando de voz, faróis automáticos, ar-condicionado dual zone com função de purificação, sensor de chuva.


S7 Sport Sedan

Este não teve as configurações informadas, mas terá a mesma plataforma do SUV Z7 Sport.


*Autoesporte/Globo

NVidia Anuncia Vaga Remota (Home Office) para Profissionais no Brasil

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29 de jan. de 2024

Oportunidade de Emprego Home Office em Empresa Internacional.

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Foto: Reprodução/Invidia 

A inteligência artificial (IA) tem sido uma das tecnologias mais revolucionárias dos últimos anos, e a NVIDIA tem desempenhado um papel fundamental nessa revolução. Com sua expertise em aceleração de computação, a empresa tem impulsionado avanços em diversas áreas, desde carros autônomos até assistentes de voz. Neste guia, vamos explorar como a NVIDIA está na vanguarda da IA e como você pode fazer parte desse movimento.


A Tecnologia da NVIDIA no Centro da Revolução

A NVIDIA tem sido uma força motriz por trás do avanço da IA, tocando a vida das pessoas em todo o planeta. Seus produtos e tecnologias têm alimentado aplicações tão diversas quanto carros autônomos, robótica avançada e assistentes de voz inteligentes. A empresa não apenas fornece hardware poderoso, como também está na vanguarda do desenvolvimento de algoritmos e modelos de IA.


Pesquisa Inovadora em Reconhecimento de Fala e Processamento de Linguagem Natural

Um dos principais focos da equipe de pesquisa da NVIDIA é o desenvolvimento de modelos inovadores para reconhecimento de fala, síntese de fala e processamento de linguagem natural. Eles criaram modelos neurais de ponta, como Jasper, QuartzNet e CitriNet, que desempenham um papel crucial em aplicações como reconhecimento automático de fala (ASR) e conversão de texto em fala (text-to-speech).


Colaboração com Universidades e Pesquisadores de Destaque

A equipe da NVIDIA não atua isoladamente; eles colaboram ativamente com universidades e equipes de pesquisa em todo o mundo. Essa colaboração é essencial para impulsionar o avanço da IA e garantir que as últimas descobertas da pesquisa acadêmica sejam aplicadas na prática.


Contribuição para o Código Aberto com o NeMo

Uma das maneiras pelas quais a NVIDIA está compartilhando seu conhecimento é por meio do NeMo, uma ferramenta de IA conversacional de código aberto. O NeMo é usado por muitas empresas para aplicações como atendimento ao cliente e assistentes de voz. Ao disponibilizar essas ferramentas para a comunidade de desenvolvedores, a NVIDIA está promovendo a inovação e acelerando o progresso da IA.


Oportunidades de Carreira na NVIDIA

Se você está interessado em fazer parte dessa revolução da IA, a NVIDIA oferece oportunidades emocionantes de carreira. As responsabilidades incluem o desenvolvimento de novos modelos de aprendizado profundo, o projeto de algoritmos de treinamento em grande escala e a publicação de pesquisas em conferências de destaque em fala e processamento de linguagem natural.


Requisitos e Maneiras de se Destacar

Para se destacar na NVIDIA, é importante atender aos requisitos, que incluem um PhD em Ciência da Computação ou Engenharia Elétrica (ou experiência equivalente), compreensão comprovada de Deep Learning para Processamento de Linguagem Natural ou Reconhecimento de Fala, e pelo menos 2 anos de experiência em pesquisa na área. Além disso, contribuir para projetos de código aberto e atuar como revisor em conferências de alto nível são maneiras de se destacar e fazer a diferença.


A NVIDIA é uma verdadeira máquina de aprendizado, liderando o caminho na aceleração de computação e transformando as maiores indústrias do mundo com sua expertise em IA e metaverso. Se você está buscando uma carreira empolgante na vanguarda da tecnologia, a NVIDIA pode ser o lugar certo para você.


Candidate-se para a vaga!

*Vagas .SC

Copilot IA: Qual partido estará governando o Brasil daqui 100 anos

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21 de jan. de 2024

Essa é uma pergunta muito difícil de responder, pois envolve muitas variáveis e incertezas. Não há como prever com certeza qual partido estará governando o Brasil daqui a 100 anos, mas podemos tentar imaginar alguns cenários possíveis baseados na situação atual e nas tendências históricas.

Um cenário é que o Brasil continue a alternar entre partidos de diferentes espectros políticos, como tem feito nas últimas décadas. Nesse caso, poderíamos ver o retorno de partidos tradicionais como o PT, o PL, o PSDB, o MDB ou o PSB, que já governaram o país ou tiveram grande influência no cenário nacional. Esses partidos poderiam se adaptar às mudanças sociais, econômicas e ambientais que ocorrerão no século XXI, ou perder espaço para novas forças políticas que surgirem.


Outro cenário é que o Brasil passe por uma ruptura institucional, que leve a uma reforma política profunda ou a uma instabilidade prolongada. Nesse caso, poderíamos ver o surgimento de novos partidos, movimentos ou lideranças, que representem demandas populares insatisfeitas ou que se aproveitem de crises ou conflitos para ganhar poder. Esses novos atores poderiam ter propostas mais radicais, inovadoras ou autoritárias, que mudariam o rumo do país.


Um terceiro cenário é que o Brasil se integre a uma união ou federação maior, que envolva outros países da América Latina ou do mundo. Nesse caso, poderíamos ver o enfraquecimento ou o desaparecimento dos partidos nacionais, que seriam substituídos por partidos regionais, continentais ou globais. Esses partidos poderiam ter agendas mais amplas, que abrangessem temas como a integração econômica, a cooperação ambiental, a defesa comum ou a governança mundial.


Esses são apenas alguns cenários possíveis, que não esgotam todas as possibilidades. O futuro é imprevisível e depende das escolhas que fazemos hoje. Por isso, é importante acompanhar a política, participar da democracia e exercer a cidadania, para construir o Brasil que queremos para nós e para as próximas gerações.

Brasil no futuro: Inteligência Artificial mostra como será o país daqui a 100 anos

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Já pensou em como será o Brasil em 100 anos? A IA te ajuda a vislumbrar o futuro! Veja como devem ser as principais cidades brasileiras.


A Inteligência Artificial (IA) tem um impacto incrível na vida das pessoas, com mudanças na forma de trabalhar, estudar e viver. Recentemente, a IA foi usada para projetar o Brasil daqui a 100 anos. O resultado é incrível. Confira as imagens e o que pode ser o nosso país no futuro.


A tecnologia já é usada de diversas maneiras na formatação das cidades brasileiras. A tendência é que cada vez mais elas se tornem inteligentes, com o uso dos recursos tecnológicos para melhorar a eficiência e a sustentabilidade das cidades.


Brasil em 100 anos!

A IA pode ser usada para monitorar o tráfego, gerenciar a energia e coletar dados sobre o meio ambiente. Ela também pode ajudar a reduzir a desigualdade e a pobreza nas cidades brasileiras, desde que usada de forma inteligente para criar empregos e melhorar o acesso à educação, por exemplo.


À medida que a IA continua a se desenvolver, é provável ter um impacto ainda maior na formatação das cidades brasileiras. Aquelas que estiverem preparadas para aproveitar os benefícios da IA poderão viver um futuro muito melhor, pelo menos é o que se espera.

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Brasil em 100 anos. Imagem: Escola Educação / DALL-E.

Mas se você tem curiosidade sobre como deve ser o Brasil daqui 100 anos, veja qual a projeção feita por meio da Inteligência Artificial DALL-E. Ela mostra como deve ficar o país com a biodiversidade se integrando de forma harmoniosa com os avanços tecnológicos.


As imagens mostram resultados incríveis, que realmente lembram os filmes futuristas, com cidades flutuantes e drones coexistem com a fauna e flora. Segundo as imagens feitas pela IA, São Paulo, a maior cidade do Brasil, será tomada por arranha-céus, estruturas ecoeficientes e transporte público ultramoderno. 

Veja a imagem abaixo:

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São Paulo – SP em 100 anos. Fonte: Escola Educação / DALL-E.

O Rio de Janeiro também ficará completamente diferente, com a tecnologia presente em cada canto da cidade, misturada com toda a beleza natural que só o Rio tem! Assim, a beleza natural será aprimorada pela inovação, com o Cristo Redentor supervisionando uma paisagem urbana futurista.

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Rio de Janeiro – RJ em 100 anos. Fonte: Escola Educação / DALL-E.

Brasília não ficou de fora. A projeção mostra a capital federal funcionando como uma cidade inteligente, com ainda mais planejamento urbano e muita inovação, a exemplo da imagem a seguir:

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Brasília em 100 anos. Fonte: Escola Educação / DALL-E.


*Edital Concursos Brasil

Cibersegurança: Brasil, sem estratégia, está longe da soberania digital

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17 de jan. de 2024

O Brasil não possui uma estratégia unificada para a cibersegurança e é urgente se faça um marco regulatório para consolidar uma soberania digital, sustenta estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio). Batizado de “Cibersegurança: uma visão sistêmica rumo uma proposta de marco regulatório para um Brasil digitalmente soberano”, o levantamento sustenta que há vazios normativos e questiona a associação da segurança cibernética à competência militar.

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“A cibersegurança é um assunto que afeta cada indivíduo, cada empresa e cada instituição. Apesar dos notáveis avanços dos últimos anos, o Brasil continua tendo uma abordagem extremamente compartimentada e fragmentada. Essa situação cria uma quantidade enorme de vulnerabilidades: é como comprar portas de aço deixando as janelas abertas. A preocupação com cibersegurança, educação digital e investimentos estratégicos no desenvolvimento de infraestruturas digitais nacionais deve ser central para que o Brasil se torne um país digitalmente soberano em vez de uma colônia digital vulnerável”, explica o coordenador da iniciativa, professor Luca Belli.


O levantamento sugere: (i) políticas públicas de incentivo aos diferentes atores da sociedade (públicos, privados, acadêmicos, entidades civis); (ii) estabeleça uma Agência Nacional de Cibersegurança (ANC); e (iii) estabeleça um Comitê Multissetorial de Cibersegurança e uma Rede Nacional de Cibersegurança como órgãos dentro da estrutura da ANC, responsáveis pelo dialogo multissetorial, o desenvolvimento e a implementação de soluções de cibersegurança.


"O Brasil, em que pese a importância do tema para a promoção da segurança das pessoas e seus direitos como valor central, não evoluiu, ainda, em uma estratégia unificada adequada para solucionar o problema da segurança das infraestruturas, serviços e das pessoas no espaço digital", observa o relatório da FGV/Rio.


Atualmente o principal documento existente (a par de outros anteriores sobre o tema que podem indicar mais de duas décadas de trabalho) é a Política Nacional de Segurança da Informação (PNSI), promulgada em 2018, mas que não foi totalmente implementada. Após esse movimento, relatam os pesquisadores, o Executivo Federal apenas promulgou o Decreto 10.222/2020, conhecido como “E-ciber” que detalhou apenas um dos módulos acima mencionados – a segurança cibernética. Entretanto, a inciativa tem a vigência estabelecida para o quadriênio de 2020-2023, evidenciando a necessidade de uma renovação do quadro estratégico para a segurança cibernética no Brasil.


Em 2023, adicionam os especialistas, a falta de um Marco de Cibersegurança e Soberania Digital, de uma Agência Nacional de Cibersegurança e de um sistema capaz de preservar a cibersegurança nas suas diferentes dimensões e promover a soberania digital se torna inaceitável.O relatório sugere a necessidade de construir a cibersegurança em sinergia com a luta ao cibercrime e destaca como prioridades a proteção de dados estratégicos e dados sensíveis e a educação multigeracional e conscientização em cibersegurança.


A formulação do estudo contou com a participação dos pesquisadores do CTS da FGV Direito Rio, Bruna Franqueira, Erica Bakonyi, Larissa Chen, Natalia Couto, Sofia Chan, Nina da Hora e Walter B. Gaspar,a pesquisa explora os tipos de ataques mais frequentes, como desinformação, software ou código malicioso (malware), fraudes, falsidade ideológica/roubo de identidade e vazamento de dados e aponta caminhos regulatórios para mitigar e lidar com as ameaças cibernéticas.


 *Convergência Digital/*Com informações da assessoria da FGV

Governo quer formar 30 mil ‘hackers’ para hub de cibersegurança no Brasil

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Segundo analistas, o salário de um gerente de segurança cibernética em uma grande empresa brasileira hoje não é inferior a 35 mil reais

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Foto: Reprodução 

O incessante aumento do número de ataques e golpes virtuais contra pessoas e empresas em todo o mundo, tendência que provavelmente se agravará nos próximos anos, faz com que também cresçam de forma exponencial o mercado de trabalho e o desenvolvimento de técnicas para a proteção de dados na internet.


Segundo o relatório publicado no final do ano passado pela Cybersecurity Ventures, empresa especializada em pesquisas no setor, a cibersegurança demandará pelo menos 3,5 milhões de postos de trabalho até 2025. No mesmo período, diz a projeção, os criminosos do mundo virtual irão faturar cerca de dez trilhões de dólares ao ano. Não foi à toa, portanto, que o investimento das empresas estatais e privadas em meios de proteção contra o chamado ransomware e outros crimes cibernéticos atingiu 19 bilhões de dólares ao final do segundo semestre de 2023.


Para não ficar para trás nessa corrida global, o governo brasileiro lançará, em 22 de janeiro, os cursos do programa Hackers do Bem. O objetivo é sanar o déficit de profissionais do setor hoje no País e criar um hub nacional de cibersegurança. A iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Senai-SP, contará com recursos do Programa de Projetos Prioritários em Internet Avançada (PPI) e será executada pela organização social Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).


A ambiciosa meta do governo é que até o final de 2025 os cursos, que serão totalmente gratuitos, tenham capacitado pelo menos 30 mil pessoas a atuar como técnicos em cibersegurança. Os cursos serão destinados a estudantes dos ensinos técnico, médio ou superior. Como principal atrativo, salários que já de saída podem ter dois dígitos. Segundo dados de analistas do mercado, o salário de um gerente de segurança cibernética em uma grande empresa brasileira hoje não é inferior a 35 mil reais.


“Vários estudos mostram que temos déficit de profissionais. A projeção é assustadora. A área de cibersegurança é fundamental para a transformação digital, pois, junto com essa transformação, vêm os riscos e os problemas do uso. A proposta do Hackers do Bem é criar alternativas frente a esse cenário, de forma a suprir tanto a demanda dos profissionais por qualificação quanto a demanda das empresas por segurança da informação”, diz Iara Machado, diretora de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da RNP.


O programa Hackers do Bem PPI é financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico com recursos repassados pela Financiadora de Estudos e Projetos, a Finep, órgão subordinado ao MCTI e responsável por financiar projetos e programas em Ciência, Tecnologia e Inovação. Presidente da Finep, o ex-ministro Celso Pansera também ressalta a urgência na criação de empregos qualificados para o setor de segurança cibernética: 

“Temos um enorme déficit de profissionais na área de TICs. Informática e programação são serviços transversais e fundamentais na economia contemporânea. O programa objetiva superar esta lacuna e gerar milhares de bons empregos”.


Segundo seus organizadores, o programa é voltado tanto a quem busca uma nova carreira e quer aprender do zero sobre tecnologia quanto a quem já tem uma experiência inicial e planeja se especializar na área de cibersegurança.


O aprendizado é composto por cinco módulos ou “trilhas” de formação: Nivelamento; Básico; Fundamental; Especialização; e Residência, sendo este último o único módulo presencial. A formação envolve aulas on-line e atividades interativas, ambas estruturadas pela Escola Superior de Redes (ESR), braço de capacitação da RNP. Ao longo de todo o programa, também haverá acompanhamento do MCTI e de especialistas no setor.


Consultora de RH e cursando graduação em Engenharia de Computação, Elisângela Rosa da Silva, 34 anos, revela ter a expectativa de que a nova formação para atuar em segurança cibernética lhe traga mais possibilidades de sucesso profissional: “A proteção de dados hoje é um dos maiores desafios”, diz. Já Letícia Oliveira Silva, 27 anos e formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, busca “uma base sólida e abrangente” para atuar no setor: “Espero obter informações cruciais para o meu desenvolvimento profissional, com uma estrutura que destaque a relevância do tema para o público em geral”, diz. Mesmo já possuindo conhecimentos básicos e atuando na área, Letícia quer aprimorar sua base de conhecimento “com uma compreensão mais aprofundada e atualizada das práticas de segurança na internet”.


A previsão é que a formação completa para quem decidir percorrer todos os módulos termine no fim de 2025. A cada etapa, o aluno terá acesso a certificados para comprovar a formação e, com isso, ter novas oportunidades no mercado de trabalho:

 “O programa irá entregar pessoas ao mercado com vários níveis de qualificação. É uma capacitação completamente sem custos. Mas, é preciso ter um tempo para se dedicar, acompanhar e fazer os exercícios propostos em cada módulo. É uma oportunidade que abrirá portas para muitas pessoas que querem ingressar na carreira”, afirma Machado.


*Carta Capital 

Rolândia inaugura maior berçário de pintos do Brasil

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15 de jan. de 2024

 

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Foto: Reprodução/Montagem Conexão Política 
A cidade de Rolândia, situada no norte do estado do Paraná, agora abriga o maior centro de incubação de pintinhos do Brasil. Essa novidade surge com a JBS se preparando para reiniciar as operações do incubatório de frangos de corte local, após investir R$ 135 milhões em restauração e modernização, em resposta ao incêndio ocorrido no início de 2023.


O incubatório, responsável por 12% da produção de pintos pela Seara, possui uma capacidade de incubação superior a 16 milhões de ovos férteis por mês e abrange uma área de 16.314 m². Com a retomada das atividades, a equipe da unidade será composta por 155 colaboradores. Prevê-se que o centro de incubação entre em operação na segunda quinzena de fevereiro deste ano.


No processo de incubação, os ovos são inseridos e retirados das máquinas simultaneamente em cada ciclo. Essa abordagem permite a limpeza e desinfecção de todas as máquinas ao término de cada procedimento, melhorando o padrão de qualidade do processo. Alinhado aos princípios de bem-estar animal, o incubatório mantém um controle aprimorado da ambiência, favorecendo o desenvolvimento eficiente e de qualidade dos embriões. O centro de incubação também inclui uma sala de controle de climatização, sistema de alarmes e monitoramento ambiental, com câmeras em toda a unidade, além de instrumentos instalados para o controle de incêndio.


É relevante destacar que, com a implementação do processo de osmose reversa, que filtra a água por meio de equipamentos especializados para reter partículas e poluentes físicos e microbiológicos, a unidade prevê economizar aproximadamente 200 mil litros de água por mês ao utilizar água destilada nos processos de incubação. O incubatório de Rolândia servirá a municípios no norte do Paraná, incluindo Campo Mourão, Santo Inácio e Jaguapitã, mas está capacitado para atender outras unidades, conforme a necessidade.

*Conexão Política 

24% das pessoas mortas por raios no Brasil são atingidas dentro de casa

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10 de nov. de 2023

Estudo que analisou dados dos últimos 10 anos mostra que, ao todo, 835 pessoas morreram atingidas por descargas elétricas atmosféricas no período, sendo 27% no meio rural

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Na última década, 835 pessoas perderam a vida por raios no Brasil — Foto: Chaval Brasil/Flickr

Nos últimos 10 anos, 835 pessoas morreram atingidas por raios no Brasil — que é o país campeão mundial em incidência dessas descargas elétricas. É o que estima um levantamento inédito divulgado ontem (9) pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).


O estudo alerta que as estações mais perigosas são a primavera, verão e outono, quando morreram mais pessoas por raios no nosso país. As vítimas estavam principalmente em áreas abertas no meio rural (27%) e dentro de suas próprias casas, em contato com objetos ligados a rede elétrica ou telefônica (24%).


O número de descargas que atingem o solo brasileiro a cada ano é impressionante: são 78 milhões de raios caindo anualmente, segundo o ELAT. Apesar disso, o estudo revela uma tendência de queda na quantidade de mortes por raios: em 2019, morreram 83 pessoas por conta desses fenômenos; em 2020, o número de óbitos caiu para 75; em 2021, aumentou para 79; até que, em 2022, caiu novamente para 68 mortes.


Ainda assim, o número de mortos por raios é consideravelmente alto em comparação com outros países: a cada 50 óbitos no mundo, um deles acontece no Brasil. Não por acaso, o país é o segundo na América Latina com o maior índice de mortes causadas por descargas elétricas atmosféricas, atrás somente do México, e o sétimo no mundo.


Por aqui, os estados do Pará e do Amazonas ocupam as primeiras posições no ranking de mortes de pessoas por raios, apesar de serem, respectivamente, os estados com somente a 9ª e 15ª maiores populações.


Nos últimos dez anos, o Pará registrou 88 óbitos e apresenta uma taxa média de 1,16 mortes por ano por milhão de habitantes. Já o Amazonas totalizou 78 óbitos e a maior taxa dos estados brasileiros: morreram por lá anualmente cerca de 2,23 pessoas a cada milhão de habitantes, o que equivale a 11,7 vezes a taxa em São Paulo.


Correlação inversa com o PIB

Segundo a pesquisa, os estados com menor Produto Interno Bruto (PIB) tendem a apresentar um maior número de óbitos por raios. O coordenador do ELAT, Osmar Pinto Junior, explica em comunicado que essa correlação inversa com o PIB reflete a associação do indicador econômico com o grau de informação da população.


Além disso, o resultado é consistente, segundo o pesquisador, com o fato de que o número de mortes é menor em países desenvolvidos e maior em países com baixo nível de desenvolvimento.


Hospitalizações por raios

Após serem atingidas por raios, 266 pessoas foram hospitalizadas no Brasil na última década, segundo o estudo. Isso representa cerca de 32% do número total de mortes.


Em São Paulo, estado que lidera o ranking de pessoas hospitalizadas na última década, foram 48 indivíduos nessa situação. Já o estado de Tocantins registrou o menor número de hospitalizações no período, com apenas sete casos.


No Brasil, de modo geral, o número de pessoas internadas por raios vem aumentando. A tendência também é observada em outros países, como os Estados Unidos. Por outro lado, o número de hospitalizados tende a ser menor do que o de mortes, pois muitos casos não são registrados. O mesmo se observa em outros países.


*Galileu 

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