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Casas Bahia e Ponto irão fechar até 100 lojas e demitir 6 mil funcionários

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14 de ago. de 2023

Casas Bahia e Ponto irão fechar até 100 lojas e demitir 6 mil funcionários
A Via, dona da Casas Bahia e do Ponto, informou seu plano de ação para fechar entra 50 e 100 lojas e demitir até 6 mil funcionários, após divulgar nesta quinta-feira (10) o seus resultados do segundo trimestre de 2023, que mostram um prejuízo líquido de R$ 492 milhões.
JPCN.Blog


"No segundo trimestre, ainda não tivemos impactos das mudanças que começamos a implementar. Ele ficou dentro das expectativas do mercado. Com a companhia do tamanho que estava, o resultado é de prejuízo", disse o CEO da empresa, Renato Franklin, ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).

O Ebitda ajustado foi de R$ 469 milhões, com queda de 32% frente ao reportado de abril a junho de 2022, com margem de 9%, 2,7 pontos porcentuais (p.p.) menor do que um ano atrás. A receita líquida, por sua vez, caiu 2%, chegando a R$ 7,5 bilhões.

Franklin diz que o período foi prejudicado pela menor demanda por itens de maior valor agregado, que sofrem em momentos de restrição de crédito ao consumo, dado que a população estava altamente endividada. Além disso, a margem bruta da empresa - que caiu 2,9 pontos porcentuais (p.p.), para 31,4% - teve impactos marginais do início da venda de estoque em promoção que a nova gestão começou a fazer.

"Passamos por uma mudança de mentalidade. Antes o foco estava em ganho de GMV (vendas brutas) e aumento de canais de vendas, em crescer o negócio. Agora, o foco muda para gerar resultados", afirma o novo CEO, à frente da companhia desde a última divulgação de resultados. Para ele, a escolha que a empresa tinha era de investir mais para crescer, ou usar o que já se tinha à mão para, em suas palavras, "ganhar dinheiro".

Nesse sentido, nos últimos meses, a companhia propôs demitir 6 mil pessoas até dezembro deste ano, o que, nas contas da empresa, gera uma economia de R$ 370 milhões para a companhia. Além disso, a empresa agora deve trabalhar com estoques menores. "O intuito agora é comprar aquilo que vendemos mais rapidamente", afirma Franklin.

O plano

Para frente, os planos de liberar mais orçamento continuam. A empresa deve fechar de 50 a 100 lojas que não têm apresentado bons resultados, além de migrar categorias de produtos que não geravam vendas rentáveis para o shoppings virtual da companhia, quando lojistas parceiros vendem seus produtos na plataforma da companhia. Nesse caso, a empresa só fica com uma porcentagem da venda, sem ter o custo de arcar com o estoque.

Com essas mudanças, a empresa deve acrescentar ao lucro antes do imposto de renda (LAIR), mais de R$ 1 bilhão. A redução de estoques tem ainda o potencial de liberar R$ 1 bilhão em caixa para a empresa.

Na estrutura de capital, como adiantado pela Coluna do Broadcast, a companhia se programa para mudar a forma como financia seu crediário. Em vez de financiar as compras dos clientes por meio do carnê e adiantar esses valores com os bancos, a companhia vai passar a buscar recursos em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (Fidcs) para custear o parcelamento das compras de seus clientes. Assim, a empresa pretende liberar R$ 5 bilhões de limite de crédito com os bancos

Ao todo ainda se espera a monetização de ativos de até R$ 4 bilhões em 2023. Serão mais R$ 2,5 bilhões de créditos fiscais que, se o plano correr como o esperado, se tornarão dinheiro para a empresa. Soma-se a isso o R$ 1 bilhão pretendido com a liberação de estoques e mais R$ 500 milhões em vendas de imóveis e outros ativos.

*Tribuna Online 

Eles ajudaram a treinar a IA do Google, depois foram demitidos

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14 de jun. de 2023

Ex-funcionários do Google alegaram que foram demitidos após levantarem preocupações sobre IA e suas condições de trabalho

Alsorsa.News
Imagem: Rafapress/Shutterstock

Um grupo de trabalhadores encarregados de treinar o Bard, novo chatbot de IA (inteligência artificial) do Google, disse que foi demitido por falar sobre salários baixos e prazos absurdos. Eles acreditam que isso os deixou incapazes de fazer seu trabalho adequadamente e garantir que o bot não cause danos.


Para quem tem pressa:

■ Um grupo de trabalhadores – encarregados de treinar o Bard, do Google – alegam que foram demitidos ilegalmente pelo seu empregador por se organizar;


■ Entre as motivações para sua demissão, eles dizem estar represálias por terem falado sobre salários baixos e prazos absurdos;

■ Eles eram funcionários da Appen, que fornece mão de obra para grandes empresas de tecnologia, como o Google;

■ A empresa demitiu o grupo após um deles enviar uma carta ao Congresso dos EUA, na qual escreveu que essas condições poderiam levar o Bard a agir perigosamente;

■ Uma porta-voz do Google disse que essa é uma questão entre os trabalhadores e a Appen.


Numa queixa, apresentada ao Conselho Nacional de Relações Trabalhistas dos EUA nesta quarta-feira (14), seis trabalhadores alegam que foram demitidos ilegalmente pelo seu empregador Appen – que fornece milhares de trabalhadores para grandes empresas de tecnologia – por se organizarem.


Trabalhadores no Google 

Alsorsa.News
(Imagem: Wikimedia Commons)

Os trabalhadores dizem que passaram quase um ano lutando por salários melhores e condições de trabalho. E foram demitidos duas semanas depois que um dos mais proeminentes organizadores entre eles enviou uma carta ao Congresso dos EUA. Nela, ele escreveu que essa situação poderia levar o Bard a agir perigosamente.


Os trabalhadores que avaliam os chatbots “muitas vezes não têm tempo suficiente para avaliar respostas mais longas”, escreveu um dos trabalhadores, Ed Stackhouse, de 49 anos, numa carta de 15 de maio a dois senadores que lideram uma audiência no Congresso sobre os riscos da IA. “O fato de os avaliadores serem tão explorados pode levar a um produto defeituoso e, em última instância, mais perigoso.”


A Appen disse aos trabalhadores que eles foram demitidos por causa de “condições de negócios”, segundo Stackhouse. Mas a empresa não respondeu aos pedidos do The Washington Post de comentários sobre o caso.

A Appen é responsável pelas condições de trabalho de seus funcionários, incluindo salários, benefícios, mudanças de emprego e as tarefas atribuídas a eles. É claro que respeitamos o direito desses trabalhadores de se filiar a um sindicato ou participar de atividades de organização, mas é uma questão entre os trabalhadores e seu empregador, Appen.

Courtenay Mencini, porta-voz do Google


Preocupações sobre IA 

Alsorsa.News
(Imagem: Thinkstock)

Com a carta ao Congresso, os trabalhadores se juntaram a um coro crescente de vozes preocupadas com a rápida implantação de ferramentas de IA em ferramentas abertas a milhões de pessoas.


Pesquisadores de IA, políticos e defensores da tecnologia levantaram preocupações de que a tecnologia está infundindo viés em produtos tecnológicos, permitindo o cibercrime, substituindo alguns trabalhadores – e pode eventualmente exceder o controle humano.


O que inicialmente era uma luta para garantir melhores condições de trabalho para eles se tornou algo maior – o impacto da IA ​​na sociedade, conforme disse Stackhouse.


Contexto

Alsorsa.News
(Imagem: Victor Habbick Visions/Science Photo Library/Getty Images/Google/Microsoft)

Uma explosão de interesse em IA por parte de empresas e consumidores deu início a uma corrida armamentista entre o Google e sua arquirrival Microsoft para desenvolver e vender ferramentas de IA e colocar a tecnologia em produtos existentes, da Busca do Google ao Microsoft Word.


O boom foi desencadeado pela OpenAI, uma empresa muito menor, que lançou o ChatGPT, em novembro de 2022, surpreendendo o mundo com sua capacidade de conduzir conversas convincentes, passar em exames profissionais e escrever código de programação.


Os especialistas atribuem o sucesso da OpenAI, em parte, ao uso de testadores e treinadores humanos para refinar o bot e ensiná-lo a ser menos ofensivo e mais interessante do que as versões anteriores da tecnologia.


O ritmo acelerado e a natureza competitiva do boom da IA ​​estão causando preocupação entre os especialistas em ética da IA, que dizem que a tecnologia reflete preconceitos racistas e sexistas que existem nas resmas de dados aspirados da Internet e usados ​​para treiná-los. E os bots rotineiramente inventam informações falsas e as passam como reais.


*Olhar Digital/*Com informações do The Washington Post

Helo, rede social “irmã” do Tik Tok, vai encerrar as operações no Brasil em breve — e faz demissões

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29 de mai. de 2023

A decisão da empresa chinesa resultou no desligamento de aproximadamente 50 funcionários; a rede social já não está mais disponível nas lojas de aplicativos

Alsorsa.News |
Imagem: Divulgação/Helo

A disputa pela atenção do usuário não é a única comum entre as redes sociais. As empresas controladoras dessas plataformas também compartilham a onda de demissões nos últimos dois anos. 


Depois da Meta— dona do Facebook, Instagram e WhatsApp —, foi a vez de uma das concorrentes entrar na lista de demissões nesta semana: a ByteDance. A empresa controladora do TikTok, Resso e Capcut anunciou, nesta sexta-feira (26), o encerramento das atividades da rede social Helo.


E, a decisão da empresa chinesa resultou no desligamento de aproximadamente 50 funcionários, segundo apurou o Seu Dinheiro, — que permanecem temporariamente em aviso prévio. 


Isso porque o encerramento das atividades do Helo acontecerá, oficialmente, daqui um mês  — no dia 30 de junho. Contudo, a rede social já não está mais disponível nas lojas de aplicativo Google Play e App Store. 


Em nota a ByteDance confirmou a decisão e disse que está “fazendo o possível para prestar assistência aos funcionários afetados”. 


Confira a íntegra da nota:

"Tomamos a difícil decisão de encerrar os serviços do Helo. Gostaríamos de agradecer aos nossos usuários e parceiros pelo apoio e à nossa equipe pelos esforços e trabalho. A partir do dia 30 de junho, o aplicativo deixará de funcionar. Estamos fazendo o possível para prestar assistência aos funcionários afetados."

O que era o aplicativo Helo? 

Criada em 2018, a plataforma Helo permitia o compartilhamento de imagens, vídeos e publicações em texto em formato semelhante ao Facebook e ao TikTok — que pertence também à ByteDance —, além de permitir a criação de conteúdo. 


Em 2021, Helo foi a 8º rede social mais procurada na loja de aplicativos para Android, a Play Store. 

Bridgestone reduz operações no ABC e demite 600 funcionários

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10 de mai. de 2023

Planta de São Paulo não vai mais fabricar pneus de carros de passeio

Alsorsa.News |
Imagem: MDart10/Shutterstock


A Bridgestone anunciou o fim da produção de pneus para carros de passeio em sua fábrica em Santo André (SP), no ABC Paulista.


A companhia alegou que pretende focar, nessa planta, somente na fabricação de pneus para caminhões, tratores e off-road, bem como suas molas pneumáticas, a Firestone Airide. Como consequência, 600 dos 3,4 mil funcionários foram demitidos.


Dessa forma, a produção de pneus para veículos de passeio passará a ser realizada exclusivamente em sua fábrica da Bahia. Não se sabe se a Bridgestone realizará mais contratações para a planta baiana.


《《Esta decisão é parte de processo contínuo de avaliação do negócio e do mercado para assegurar a competitividade da companhia e determinar a melhor alocação de recursos, otimizando o portfólio, processos e cultura para seguir servindo às necessidades do consumidor e mercado.》》

*Bridgestone, em nota oficial


Com relação às demissões, empresa afirmou estar “trabalhando junto ao sindicato e seus empregados em oportunidades de redução do impacto desta decisão à equipe da linha afetada”.


*Com informações de UOL/*Olhar Digital 

Mega empresa DEMITE 12 MIL funcionários em um único dia e assusta o mercado

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7 de mai. de 2023

Empresa demitiu 12 mil funcionários em um único dia

Alsorsa.News | Mega empresa DEMITE 12 MIL funcionários em um único dia e assusta o mercado
Google demitiu 12 mil funcionários em um único dia (Foto: Reprodução)


Você sabia que no último dia 20 de janeiro desse ano, o Google demitiu 12 mil funcionários em um único dia. O detalhe é que as demissões foram feitas por email e assustou os então empregados da empresa.


As demissões não tinham nada a ver com falência ou algo do tipo, era apenas uns cortes normais, porém, a forma como foi feita assustou. A CNN, três funcionários dispensados dentre os 12 mil, alegaram que não esperavam esse tipo de abordagem vindo da empresa que já foi uma das melhores para se trabalhar.

Alsorsa.News |
Google demitiu 12 mil funcionários em um único dia (Foto: Reprodução/ Internet) 


Muitos disseram que foram demitidos sem nenhum aviso prévio e dessa maneira, nem conseguiram se despedir dos colegas. A empresa que era modelo por colocar os funcionários em primeiro lugar e prezar pelo seu bem estar, não faz mais isso.


“No final do dia, e provavelmente no início do dia, há uma devoção permanente à receita e ao crescimento aparentemente sem fim”, contou um funcionário demitido à CNN. “E isso sem pensar no bem-estar dos funcionários no final.”

Google demitiu 12 mil funcionários em um único dia (Foto: Reprodução) 


POR QUE ESSA EMPRESA TAMBÉM FALIU? 


E a onda de demissões em massa e falência ainda está dando muito o que falar, sendo agora a da vez, a luta contra falência e demissão em massa de companhia aérea que não resistiu e acabou vendida à Gol.

Avião da empresa vendida, a Varig – Foto Reprodução Internet


A famosa companhia aérea que não resistiu e acabou vendida à Gol passou por uma crise financeira que se arrastava desde o final da década de 1990, e acabou se dando por vencida e encerrando suas atividades em junho de 2006, após abrir processo de recuperação judicial devido aos problemas financeiros.


Estamos falando da famosa companhia aérea, a Varig, que foi desmontada e vendida para a Gol, após abrir processo de recuperação judicial devido aos problemas financeiros.


*TV Foco 

Meta fará terceira rodada de demissões em maio, diz Mark Zuckerberg

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1 de mai. de 2023

 

Alsorsa.News |

Na quarta-feira (26), a Meta revelou o seu resultado fiscal do primeiro trimestre de 2023 com resultados positivos e negativos em diferentes áreas. No entanto, o CEO Mark Zuckerberg anunciou que a empresa fará uma terceira rodada de demissões já no mês de maio.


Ressaltando que a empresa já passou "por duas das três ondas de reestruturações e demissões" que estavam planejadas, o CEO confirmou que a terceira acontecerá a partir do próximo mês.


"Este tem sido um processo difícil. Mas depois que isso for feito, eu acredito que nós teremos um ambiente muito mais estável para os nossos funcionários. Para o resto do ano, eu espero que nós estejamos focados em melhorar a distribuição do nosso modelo de trabalho, entregando ferramentas de IA para melhorar a produtividade e eliminando processos desnecessários em toda a empresa", escreveu Zuckerberg.

Em reestruturação de equipes, a Meta diz que este é o "ano da eficiência" e já demitiu mais de 21 mil funcionários.


Com receita de US$ 28,6 bilhões (R$ 144,2 bilhões), 3% acima na comparação com o ano passado, e lucro de US$ 5,079 bilhões (R$ 25,6 bilhões) acima do esperado, a Meta registrou uma perda operacional de US$ 3,99 bilhões (R$ 20 bilhões) com a divisão Reality Labs, focada no metaverso.


Quantos funcionários poderão ser afetados?

Ao todo, cerca de 21 mil funcionários foram afetados nas duas primeiras rodadas de demissões na Meta:


■ A primeira aconteceu em novembro de 2022, afetando 11 mil funcionários;


■ A segunda aconteceu em março deste ano, afetando 10 mil funcionários.


Apesar do anúncio, Zuckerberg não revelou quantos funcionários deverão ser demitidos a partir do próximo mês. A empresa controla grandes plataformas como Facebook, WhatsApp e Instagram. No seu mais recente balanço fiscal, a Meta reportou uma média de usuários ativos por dia de 2,04 bilhões (+4%) só no Facebook.

Makro fechará suas últimas 24 lojas no Brasil

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7 de abr. de 2023

O grupo administrado por uma empresa holandesa atuou no país por mais de 50 anos

Makro Foto: Reprodução Linkedin Makro

A rede atacadista Makro encerrará suas atividades no Brasil, fechando as últimas 24 lojas ainda em atividade no país.


Foram 50 anos de história em solo brasileiro, ultrapassando a marca de 50 lojas espalhadas por vários estados.


Nos últimos anos, a empresa repassou 30 lojas para o Atacadão, captando R$ 1,95 bilhão com a venda. Agora, a empresa contratou o Santander para encontrar um comprador para as lojas remanescentes e espera obter R$ 2 bilhões, de acordo com o Estadão.


A rede Makro é administrada pelo grupo holandês SHV que desistiu de competir com outras redes atacadistas disponíveis no Brasil.


Além desta razão, segundo a reportagem, é que a matriz já deixou de atuar como varejista na Europa há mais de 20 anos e também está encerrando suas lojas na Ásia e na África.


*Pleno.news 

Com mercado parado, montadoras discutem volta do carro popular

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A justificativa atual é a redução das vendas de carros novos como consequência da queda do poder aquisitivo dos consumidores, dos juros elevados e crédito restrito e do alto custo dos modelos com maior tecnologia

Renault Kwid: atualmente, apenas dois carros à venda são considerados de entrada. (Leandro Fonseca/Exame)


O retorno da produção de carros populares - ou de entrada, como são chamados hoje - é um dos temas que o setor automotivo está levando ao governo Lula. Grupo liderado por montadoras, empresas de autopeças e concessionárias já manteve conversas com representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), comandado por Geraldo Alckmin.


A justificativa atual é a redução das vendas de carros novos como consequência da queda do poder aquisitivo dos consumidores, dos juros elevados e crédito restrito e do alto custo dos modelos com maior índice de tecnologia e segurança - que têm seu público, mas em menor número entre os consumidores.


O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), José Andreta Júnior, afirmou que o setor precisa de escala; do contrário, não consegue gerar rentabilidade, o que poderia abrir as portas para demissões no setor. Estudo da consultoria S&P Global mostra que as montadoras operam com quase 40% de ociosidade.


Ao divulgar nesta terça-feira o balanço de vendas do trimestre, Andreta disse que "o crescimento do setor tem de vir de baixo para cima e atingir o consumidor que, hoje, não consegue mais comprar carro zero". A Fenabrave tem um banco de dados que será colocado à disposição do governo para "ativar a produção (de carros mais baratos) no Brasil", afirmou ele.


Atualmente, apenas dois carros à venda são considerados de entrada: o Renault Kwid, que custa R$ 68,2 mil, e o Fiat Mobi, a R$ 69 mil.


Conceito 

Na semana passada, Antonio Filosa, presidente na América do Sul da Stellantis - dona da Fiat, da Jeep, da Peugeot e da Citroën - também se mostrou empenhado na volta dos chamados carros populares. Em sua visão, é necessário, primeiro, definir o conceito de carro popular que, para ele, é pequeno, mais simples com menos equipamentos, mas seguro. Para baratear o preço, defendeu a redução de impostos, definir os itens de segurança essenciais e baratear o crédito.


O conceito de carro popular, criado em 1993, estabeleceu alíquota menor de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros com motor 1.0. "Mas, hoje, até carro com motor turbo ou aspirado tem motor 1.0", ressaltou o executivo, referindo-se a produtos mais sofisticados.


Segundo Andreta, a ideia é que cada segmento dê sua contribuição como ocorreu com o acordo automotivo feito nos anos 90, mas, acrescentou, ainda não há propostas na mesa.


A discussão sobre a retomada do carro popular ocorre num momento em que montadoras começam a suspender a produção e a dar férias coletivas aos trabalhadores por falta de demanda. Atualmente, há estoques para 40 dias de vendas.


O setor apostava na demanda reprimida nos últimos dois anos para resultados melhores em 2023, mas o juro alto, a inadimplência e a restrição de crédito travaram o mercado.


Embora a venda de automóveis e comerciais leves tenha registrado em março alta de 56%, ante fevereiro (que teve menos dias úteis) e de 16,6% no trimestre, com 436,8 mil unidades, Andreta disse que os números "não refletem a realidade, pois estão mascarados pelo fraco desempenho de 2022".


*Exame/*informações Estadão 

Mais demissões à vista? Walmart quer automatizar 65% das lojas até 2026

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5 de abr. de 2023

 Mais demissões à vista? Walmart quer automatizar 65% das lojas até 2026

Alsorsa.News | Mais demissões à vista? Walmart quer automatizar 65% das lojas até 2026

O investimento na área de automação é visto justamente como uma saída para acelerar a saída de encomendas das instalações de e-commerce do Walmart. 


Mais demissões?

Por enquanto, ainda não ficou claro se a novidade causará mais demissões. Considerada a maior empregadora privada dos EUA, a varejista possui hoje cerca de 1,7 milhões de colaboradores no país e mais 60 mil atuando em outros países.


Segundo o Walmart, a mudança reduziria a necessidade de contratar pessoas para ocupar cargos com salários mais baixos, abrindo espaço para “funções que exigem menos trabalho físico, mas têm uma taxa de pagamento mais alta”, diz o relatório da empresa.


“Com o tempo, a empresa prevê um aumento de produtividade por pessoa, devido à automação, mantendo ou mesmo aumentando seu número de associados à medida que novas funções são criadas”, acrescenta o documento.


Até janeiro de 2026, mais da metade dos pedidos (cerca de 55%) serão processados em instalações automatizadas, informou a empresa, o que também vai contribuir na redução de custos operacionais.


O CEO da varejista, Doug McMillon, disse em teleconferência que está “muito entusiasmado” com as oportunidades na área de automação. O plano do executivo é aumentar os investimentos na tecnologia como parte do orçamento de gastos da empresa, previsto em US$ 15 bilhões para 2023.


Imagem principal: QualityHD/Shutterstock

Gigantes de tecnologia já demitem mais de 55 mil; como isso nos afeta?

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21 de mar. de 2023

 Amazon, Google, Meta e Microsoft são algumas das empresas que realizaram demissões em massa nos últimos meses

Alsorsa.News | Gigantes de tecnologia já demitem mais de 55 mil; como isso nos afeta?

Serviços de tecnologia podem brecar avanços importantes após demissões em massa | Reprodução 

O Spotify anunciou nesta segunda-feira (23) a demissão de cerca de 600 funcionários, o que representa 6% da empresa. A decisão da companhia vem após uma série de outras gigantes de tecnologia anunciarem demissões em massa nos últimos meses. Desde novembro, mais de 55 mil funcionários de diversas empresas perderam seus cargos.


Só na última semana, duas gigantes anunciaram demissões em massa:  Google e Microsoft . Enquanto a primeira decidiu cortar 12 mil funcionários (cerca de 6%), a segunda desligou 10 mil (cerca de 5%). A reportagem entrou em contato com Spotify, Google e Microsoft, mas as empresas não abriram os números de demissões de funcionários no Brasil.


As companhias, porém, não são as únicas a cortarem cargos de forma massiva. No início de janeiro, a Amazon anunciou que demitiria 18 mil funcionários, cerca de 1,2% do total. Em novembro, o  Twitter mandou metade de todos os seus funcionários embora (desde então, o número já subiu para 70%, alcançando cerca de 5,2 mil demissões), enquanto a Meta, dona do Facebook, WhatsApp e Instagram, anunciou a saída de 11 mil funcionários , ou 13% dos cargos. Das gigantes de tecnologia, a Apple foi a única que, por enquanto, não realizou demissões massivas.


Economia desafia gigantes de tecnologia

Além de serem do ramo da tecnologia, as empresas que realizaram demissões em massa têm outro aspecto em comum: com exceção do Twitter, que realizou o processo de desligamento dos funcionários de forma pouco transparente , todas as companhias citaram os mesmos motivos para a decisão.


De modo geral, as empresas disseram que contrataram muitos funcionários durante a pandemia de Covid-19, quando os serviços de tecnologia se tornaram ainda mais essenciais, mas não veem o ritmo acelerado se mantendo atualmente, o que acarreta em demissões massivas.


Daniel Ek, CEO do Spotify, citou um "ambiente econômico desafiador", enquanto  Andy Jassy, CEO da Amazon, falou em uma "economia incerta" para descrever o atual momento global. "Estamos vendo organizações em todos os setores e geografias agindo com cautela, já que algumas partes do mundo estão em recessão e outras estão prevendo uma", afirmou Satya Nadella, CEO da Microsoft.


Sundar Pichai, CEO do Google, disse que a empresa teve um "crescimento dramático" nos últimos dois anos, o que levou a novas contratações. Agora, porém, ele cita um "ciclo econômico difícil". O mesmo argumento foi usado por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, que disse que esperava que o crescimento registrado durante os últimos anos fosse mantido. "Infelizmente, isso não aconteceu do jeito que eu esperava", afirmou.


O argumento usado pelas gigantes de tecnologia revela uma instabilidade por parte das empresas, o que levanta um alerta para pesquisadores da área do direito digital. "Acredito que é preciso desenvolver um modelo sustentável de funcionamento dessas plataformas para que elas tenham um resultado positivo na vida do usuário", opina Ana Bárbara Gomes Pereira, coordenadora de políticas públicas do Instituto de Referência em Internet e Sociedade (IRIS).


Demissões impactam consumidores

A pesquisadora argumenta que, como os serviços de tecnologia ofertados pelas gigantes do setor se tornaram essenciais nas vidas dos usuários de todo o mundo, demissões em massa como as vistas nos últimos meses inevitavelmente vão impactar a vida de todos.


Nos últimos anos, a sociedade civil tem levantado pautas importantes para o setor de tecnologia, cobrando melhorias em moderação de conteúdo e ética digital, por exemplo. A luta, que impulsiona novas legislações mundo afora, também precisa do envolvimento das empresas, e os cortes em funcionários podem brecar esses avanços. "Essa é uma preocupação muito grande para as pessoas engajadas na luta por direitos digitais", afirma Ana Bárbara.


Além de terem argumentos econômicos em comum, as demissões das gigantes de tecnologia têm outra similaridade: em sua maioria, as empresas não revelam quais são as áreas mais afetadas pelos cortes, demonstrando falta de transparência. É possível que setores cruciais para a manutenção e avanço dos direitos digitais tenham sido afetados, a exemplo do Twitter.


No início do mês, a agência Bloomberg News revelou que o  Twitter enxugou as equipes responsáveis por moderação de conteúdo e combate a discurso de ódio, assédio e desinformação, o que afeta diretamente o produto final entregue aos usuários.


"A questão de moderação de conteúdo é uma pauta muito urgente. Ao tomar uma medida de corte de trabalhadores, isso traz uma preocupação de que a questão não seja endereçada da forma como ela precisa ser e com a urgência e a seriedade que precisa ser", afirma Ana Bárbara. "Essa é uma sinalização ruim em um contexto onde tudo deveria apontar para o contrário, havendo mais esforço, preocupação e diálogo sobre como construir uma política democrática de moderação de conteúdo eficiente para a sociedade", completa.


*Ig Tecnologia 

Amazon anuncia segunda rodada de cortes e demite 9 mil funcionários

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Em janeiro, gigante de tecnologia já havia demitido 18 mil pessoas

Alsorsa.News | Amazon anuncia segunda rodada de cortes e demite 9 mil funcionários Em janeiro, gigante de tecnologia já havia demitido 18 mil pessoas  Unsplash/Morning Brew Amazon demite funcionários  A Amazon anunciou nesta segunda-feira (20) uma segunda rodada de demissões, na qual vai cortar mais nove mil postos de trabalho. Em janeiro, a empresa já havia anunciado a demissão de 18 mil funcionários.  "Por vários anos que antecederam este, a maioria de nossos negócios adicionou uma quantidade significativa de funcionários. Isso fazia sentido, dado o que estava acontecendo em nossos negócios e na economia como um todo. No entanto, dada a economia incerta em que residimos e a incerteza que existe no futuro próximo, optamos por ser mais racionalizados em nossos custos e quadro de funcionários.", anunciou Andy Jassy, ​​CEO da Amazon.  O CEO afirmou que as nove mil demissões se concentram no Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem da empresa, na Twitch e nas áreas de publicidade e experiência de pessoas e soluções de tecnologia.  O anúncio da Amazon vem em um momento em que diversas gigantes de tecnologia estão realizando demissões em massa . Na última semana, a Meta também anunciou sua segunda rodada de cortes , demitindo 10 mil trabalhadores.  *iG Tecnologia
Unsplash/Morning Brew | Amazon demite funcionários


A Amazon anunciou nesta segunda-feira (20) uma segunda rodada de demissões, na qual vai cortar mais nove mil postos de trabalho. Em janeiro, a empresa já havia anunciado a demissão de 18 mil funcionários.


"Por vários anos que antecederam este, a maioria de nossos negócios adicionou uma quantidade significativa de funcionários. Isso fazia sentido, dado o que estava acontecendo em nossos negócios e na economia como um todo. No entanto, dada a economia incerta em que residimos e a incerteza que existe no futuro próximo, optamos por ser mais racionalizados em nossos custos e quadro de funcionários.", anunciou Andy Jassy, ​​CEO da Amazon.


O CEO afirmou que as nove mil demissões se concentram no Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem da empresa, na Twitch e nas áreas de publicidade e experiência de pessoas e soluções de tecnologia.


O anúncio da Amazon vem em um momento em que diversas gigantes de tecnologia estão realizando demissões em massa . Na última semana, a Meta também anunciou sua segunda rodada de cortes , demitindo 10 mil trabalhadores.


*iG Tecnologia 

Startup brasileira faz demissão em massa

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20 de mar. de 2023

Creditas, de serviços financeiros, vai promover reestruturação dos negócios

Alsorsa.News | Startup brasileira faz demissão em massa
Com a mudança, a empresa vai fechar o centro de operação que prepara veículos para a venda | Foto: Divulgação

A startup Creditas, do segmento de serviços financeiros, fará demissão em massa. A empresa anunciou nesta segunda-feira, 20, uma reestruturação na área de venda e financiamento de veículos, o Creditas Auto.


Com a mudança, a startup vai fechar o centro de operação (CPC) que prepara veículos para a venda. A informação foi compartilhada pelo CEO, Sergio Furio, e divulgada pelo jornal Estado de S. Paulo. O executivo também disse que a companhia passará a focar na compra e na venda direta entre clientes, não atuando mais com as lojas.


A operação dos CPCs será terceirizada, e, com o menor estoque de veículos, a companhia vai fechar três de suas seis lojas físicas de veículos.


A loja de São Paulo será fechada em abril, enquanto a do Rio de Janeiro, em junho. Já a unidade ligada ao CPC, localizada em Barueri (SP), que tinha área de 30 mil metros quadrados e capacidade para abrigar 3 mil carros, será encerrada nos próximos dias.


“Nos próximos meses, trabalharemos conjuntamente na desmobilização dos espaços físicos e no apoio para recolocação das equipes”, comunicou o executivo. 

Na mensagem, Furio não detalhou o tamanho da demissão, mas internamente comenta-se que os cortes afetam pelo menos 150 pessoas.


A Creditas foi fundada em 2012 e possui cerca de 1,5 mil funcionários. A empresa é um unicórnio, avaliada em mais de US$ 1 bilhão.


*Revista Oeste

Centauro fecha 10 lojas devido à desaceleração na economia

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19 de mar. de 2023

Companhia visa reduzir custos e elevar lucro

JPCN.Blog | Centauro fecha 10 lojas devido à desaceleração na economia

Centauro Foto: Reprodução / Youtube / Capital Brasileiro

Líder varejista de produtos esportivos na América Latina, a Centauro fechou dez lojas físicas no mês de janeiro. Segundo a Bloomberg Línea, o objetivo foi reduzir as despesas e elevar seu lucro em um contexto de desaceleração da economia e alta nos juros.


Em nota, o Grupo SBF, responsável pela Centauro e distribuidor da Nike em território brasileiro, comentou a decisão.


– A Centauro confirma que fechou, em janeiro, as suas lojas no Bourbon Country e Bourbon Wallig em Porto Alegre, assim como outras 8 lojas no Brasil no período. Essas lojas tinham um modelo antigo e apresentavam um desempenho pós-pandemia sub-ótimo – disseram.


A companhia ainda afirmou que não há previsão de novos fechamentos por ora.


– Revisar a estratégia de posicionamento nas regiões onde está presente e a rentabilidade individual de cada loja é um movimento natural no varejo – completou.


As ações da empresa vêm sofrendo desvalorização de 60% nos últimos 12 meses, e de 30% neste ano.


Além do Grupo SBF, outras varejistas têm enfrentado dificuldades, como a Marisa, a Tok&Stok e a Americanas.


*Pleno.news 

99Food anuncia fim dos serviços no Brasil

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18 de mar. de 2023

Aplicativo de delivery vai encerrar as operações em abril 

Alsorsa.News | 99Food anuncia fim dos serviços no Brasil

A 99, operando há dez anos no Brasil, afirma estar focada em serviços prestados por motos | Foto: Divulgação

A empresa de delivery 99Food vai interromper suas operações no Brasil a partir do dia 17 de abril. O anúncio foi feito pelo gigante chinês DiDi Chuxing, controlador do app.


A empresa já vinha desmontando a operação desde o fim do ano passado, tendo já desmobilizado os entregadores envolvidos nas entregas do 99Food. Segue operando apenas como plataforma para os restaurantes cadastrados atuarem com sistemas de entrega próprios.


A 99Food segue os passos do Uber Eats, aplicativo para entrega de refeições da Uber, que interrompeu suas operações no país este mês. Nesse segmento, o mercado brasileiro conta com gigantes como o iFood e o Rappi.


A 99, operando há dez anos no Brasil, afirma estar focada em serviços prestados por motos. 

“Como companhia, decidimos concentrar muitos dos nossos recursos no desenvolvimento de serviços de duas rodas.”


Agora, a expectativa da 99 é que restaurantes usem as soluções logísticas sobre duas rodas oferecidas pelo grupo onde os serviços já estão disponíveis. A empresa afirmou ainda que, nesta etapa, não haverá demissões.


Demissões

Em janeiro, a 99 promoveu uma segunda onda de cortes em todas as áreas da empresa no Brasil, onde contava com 800 funcionários. A primeira demissão em massa ocorreu em setembro. O número de demitidos não foi informado pela companhia.


*Revista Oeste

A carta em que Zuckerberg anuncia a demissão de 10 mil funcionários da Meta é… uma coisa

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15 de mar. de 2023

O grande executivo Mark Zuckerberg anunciou mais uma rodada de demissões em massa na Meta depois demitir, em dezembro, 11 mil pessoas. A carta de Zuck divulgada aos funcionários e publicada no site da empresa é… uma coisa.

Reprodução Meta

Logo no início, Zuckerberg diz que espera “fazer essas mudanças organizacionais o quanto antes para que passemos por esse período de incerteza e foquemos no trabalho crítico à frente”, apenas para, no parágrafo seguinte, traçar uma linha do tempo que se estende até o final de 2023, com 10 mil demissões previstas concentradas entre abril e maio, mas que “em um pequeno número de casos” pode se estender pelo ano inteiro.


E essas mudanças não se aplicam aos escritórios internacionais da Meta, que… bem, só sabem que vem mais destruição por aí. Zuck não detalha como ela se dará.


Atenção a este outro trecho:


Todos os dias, a Meta cria novas maneiras para as pessoas se sentirem mais próximas. Essa é uma necessidade humana fundamental que talvez seja mais importante que nunca no complexo mundo atual. Um dia, esperamos possibilitar que cada pessoa sinta uma conexão forte da mesma maneira que você sente quando está fisicamente próxima a alguém que ama.


Muito bonito, ainda que impraticável. Aí descemos algumas linhas e o mesmo Zuckerberg, na mesma carta, manda esta:


Nossas análises preliminares de dados de desempenho sugerem que engenheiros que ingressaram na Meta no [trabalho] presencial e depois se transferiram para o remoto ou que permaneceram no presencial desempenham melhor, na média, do que pessoas que ingressaram remotamente. […]


Como parte do nosso Ano da Eficiência, vamos focar em entender mais e encontrar maneiras de garantir que as pessoas construam as conexões necessárias para trabalharem efetivamente. Enquanto isso, encorajo todos vocês a buscarem mais oportunidades de trabalharem com seus colegas presencialmente.


Pelo visto, as reuniões no metaverso usando headsets desengonçados de US$ 1,5 mil só servem para outras empresas.


Via Meta (em inglês).

Demissões em massa chegam à Meta, dona do Facebook e do Instagram

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7 de mar. de 2023

Em novembro, big tech mandou embora 11 mil pessoas

JPCN.Blog | Demissões em massa chegam à Meta, dona do Facebook e do Instagram

Dona do Facebook e do Instragram, empresa vai continuar política de redução de pessoal | Foto: Reprodução/Flickr


As demissões em massa, que pegaram as big techs neste ano, chegaram à Meta, empresa dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp. Nesta semana, a empresa vai mandar embora milhares de funcionários, noticiou a agência de notícias Bloomberg, na segunda-feira 6. Na rodada mais recente de cortes, em novembro, a empresa despediu 11 mil pessoas.


Segundo a Bloomberg, fontes ligadas à controladora do Facebook disseram que a nova demissão em massa está sendo impulsionada por metas financeiras. A Meta ainda não comentou o novo corte.


No mês passado, o jornal Washington Post publicou que a empresa planejava cortar novos empregos, para cumprir um plano de reorganização e redução de pessoal. A intenção da nova rodada de demissões era “desinflar” cargos na hierarquia da empresa, mirando, principalmente, em postos como recursos humanos, advogados e especialistas financeiros.


A Meta não comentou aquela reportagem, mas o porta-voz Andy Stone citou várias declarações anteriores do presidente-executivo, Mark Zuckerberg, que indicavam novas demissões.


A última rodada de cortes da Meta está entre as maiores realizadas no ano passado por uma empresa dos Estados Unidos e foram as primeiras na história da empresa. Outras companhias de tecnologia, incluindo a Alphabet e a Microsoft, também cortaram milhares de empregados.


*Revista Oeste 

Zoom demite mais de 1,3 mil funcionários em novo layoff

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6 de mar. de 2023

Demissões são devido a cenário incerto para o setor após a pandemia, diz diretor-executivo

Alsorsa.News | Zoom demite mais de 1,3 mil funcionários em novo layoff

Legenda: O Zoom foi uma das ferramentas digitais mais utilizadas para reuniões durante a pandemia de Covid-19. | Foto: Shutterstock


A Zoom, empresa de videochamada, anunciou, nesta terça-feira (7), a demissão de 1,3 mil funcionários — 15% da força total de trabalho. A decisão foi anunciada pelo diretor-executivo da companhia, Eric S. Yuan. Informações estão no g1.


De acordo com o portal, o diretor afirmou que também deve reduzir o próprio salário e os bônus corporativos e que haverá corte na remuneração de sua equipe.


"Nossa trajetória mudou para sempre durante a pandemia, quando o mundo enfrentou um de seus desafios mais difíceis, e tenho orgulho da maneira como nos mobilizamos para manter as pessoas conectadas", disse o executivo. "A incerteza da economia global, e seu efeito sobre nossos clientes, significa que precisamos ter um olhar duro para dentro de nós mesmos para que possamos enfrentar o ambiente econômico", completou ele.


OUTRAS DEMISSÕES

Nessa segunda-feira (6), a Dell também anunciou que planeja cortar cerca de 6,6 mil empregos da empresa, o equivalente a 5% de sua força de trabalho global. O Spotify foi outro que anunciou planos de desligar 600 funcionários. 


A crise não é de agora e não é isolada. Nos últimos meses, outras empresas grandes, como Google, Amazon, Microsoft e Meta (Facebook, Instagram e WhatsApp), também anunciaram corte de pessoal devido ao cenário econômico incerto.


*Diário do Nordeste 

iFood demite 355 funcionários e culpa economia atual

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4 de mar. de 2023

Empresa brasileira perdeu contratos de exclusividade com grandes restaurantes

Alsorsa.News | iFood demite 355 funcionários e culpa economia atualIFood Foto: Print do YouTube iFood

Nesta quarta-feira (1º), o iFood, empresa brasileira que atua no ramo de entrega de refeição, anunciou a demissão de 355 funcionários. Em nota, a companhia disse que “o atual cenário econômico mundial tem exigido das empresas ações imediatas na busca por novas rotas para enfrentar essas adversidades”.


Diego Barreto, um dos sócios e vice-presidente de estratégias e finanças da empresa afirmou, em sua rede social, que sente “uma enorme tristeza, pelo impacto negativo na vida dessas pessoas no dia de hoje”. O vice-presidente também lembrou do impacto positivo que a empresa trouxe à jornada dos ex-funcionários, ressaltando que todos “fizeram entregas maravilhosas, inovaram e nos provocaram sobre um futuro melhor”.


– O impacto foi concentrado em algumas iniciativas de novos negócios criadas nos últimos anos, e que optamos não seguir com o mesmo nível de investimento. Infelizmente, diversas pessoas queridas e muito talentosas, com quem convivi nos últimos seis anos, foram impactadas e não fazem mais parte do iFood – publicou Barreto.


Contudo, os diretores tiveram de tomar a segunda decisão. A primeira foi em junho de 2022, quando o iFood, sem informar o número exato, dispensou funcionários.

IFood

NOTA DO IFOOD

O iFood tomou hoje (1/3) a difícil decisão de descontinuar algumas posições internas, impactando em postos de trabalho de colaboradores que ajudaram a escrever a nossa história. O atual cenário econômico mundial tem exigido das empresas ações imediatas na busca por novas rotas para enfrentar essas adversidades. Não foi diferente com o iFood. Lamentamos cada perda e estamos comprometidos em garantir que este momento difícil seja conduzido com o máximo de cuidado e respeito a essas pessoas.


PERDA DE CONTRATOS

Recentemente, a empresa brasileira perdeu contratos de exclusividade com grandes restaurantes, como Outback, McDonald’s e Habib’s.


No início de fevereiro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou que a empresa terá seis meses para implementar mudanças. As informações são do UOL.


*Pleno.news 

Após anúncio de corte, Google começa a demitir no Brasil

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11 de fev. de 2023

Profissionais que trabalhavam com produtos financeiros, YouTube, marketing e publicidade estão entre os atingidos

Reprodução: Google 


Depois de anunciar, em janeiro deste ano, que iria demitir 12 mil pessoas no mundo inteiro, o Google começou a comunicar ontem o escritório brasileiro sobre cortes na operação local. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, funcionários no país já estão sendo notificados por e-mail sobre a decisão da companhia, justificada como um movimento de “reestruturação” de equipes.


Entre as áreas atingidas, estão profissionais que trabalhavam com produtos financeiros, YouTube, marketing e publicidade. Procurada, a empresa não informou quantos funcionários foram dispensados ou quais áreas foram mais afetadas.


No anúncio global, a empresa havia informado que, para funcionários demitidos, o pacote de rescisão seguiria a orientação da lei trabalhista de cada país. Nos EUA, por exemplo, a companhia garantiu um pacote de continuação de salário por 16 semanas, com um adicional de duas semanas para cada ano que o funcionário passou na empresa, além de plano de saúde por seis meses. No Brasil, porém, ainda não há informação sobre os benefícios.


NO MUNDO

Os cortes globais foram anunciados no final de janeiro, por e-mail. Na mensagem, Sundar Pichai, presidente do Google, assumiu total responsabilidade pelas demissões e afirmou que a empresa está em um momento de “escolhas” e, por isso, precisa reestruturar as posições de trabalho.


– Realizamos uma revisão rigorosa em todas as áreas e funções de produtos para garantir que nosso pessoal e funções estejam alinhados com nossas maiores prioridades como empresa. As funções que estamos eliminando refletem o resultado dessa revisão. Eles atravessam a Alphabet, áreas de produtos, funções, níveis e regiões – disse.


YAHOO

Segundo o portal Axios, o Yahoo planeja demitir 20% da força de trabalho da empresa. No total, o número representa mais de 1,6 mil empregados em todo o mundo. Conforme o site, o corte já atingiu 12% dos funcionários, e espera-se que o restante seja demitido no segundo semestre deste ano.


As demissões estão centradas principalmente na área de publicidade digital, na qual o Yahoo faz competição com o Google e Meta. A companhia fez uma série de aquisições de adtechs (empresas de tecnologia focadas em anúncios) entre 2015 e 2017, em esforço para competir com as duas big techs.


*AE/*Pleno.news 

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