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Paulo Guedes e Primo Rico se associam para lançar MBA digital

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21 de ago. de 2023

 Curso pretende mostrar como a avaliação do cenário macroeconômico pode ajudar na tomada de decisões de investimento


Oito meses depois de deixar o governo, exaurido pelos quatro anos que passou em Brasília, remando contra a maré para levar adiante sua agenda liberal, o ex-ministro da Economia Paulo Guedes, de 73 anos, parece já ter recarregado plenamente as baterias, para retomar sua vida na iniciativa privada.

Alsorsa.News
Guedes e Nigro em gravação de 'aula magna' do ex-ministro, para o novo MBA a ser lançado pelo Grupo Primo Foto: DIVULGAÇÃO

Além de assumir o comando no Brasil da Fundación Internacional para la Libertad (FIL), do escritor Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de Literatura em 2010, e de virar sócio da Legend Capital e da Ivy, empresa de investimentos dedicada à área de transição energética, Guedes agora se associou com o Grupo Primo, do influenciador financeiro Thiago Nigro, o Primo Rico, para lançar um MBA digital em Macroeconomia e Portfolio Management. “É um privilégio ter um parceiro do tamanho do Paulo Guedes em nosso negócio de educação executiva”, diz Nigro.


De acordo com o ex-ministro, a iniciativa representa uma nova fase, adaptada à era digital, de sua trajetória no mercado financeiro – no qual teve atuação destacada, como um dos fundadores do antigo Banco Pactual (hoje BTG Pactual), em 1983 – e na área educacional – na qual lançou o primeiro curso de MBA Executivo do País, nos anos 1980, quando estava à frente do Ibmec (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais), e atuou como investidor em grandes empresas do setor, como Abril Educação e Ânima, no início da década passada.


“De certa forma, estou às voltando às minhas raízes com esses jovens do digital, usando toda a experiência que eu tive no mercado financeiro e educacional e mais recentemente no governo”, afirmou Guedes ao Estadão. “Meu principal objetivo é distribuir conhecimento. Não adianta oferecer um conteúdo de excelência para um grupo restrito de pessoas. Então, essa parceria é a chance de unir a minha trajetória com a expertise e a capacidade extraordinária de distribuição que eles têm.”


Fundado em 2016 por Nigro, hoje com 32 anos, o Grupo Primo atua nas áreas de educação e consultoria financeira e tornou-se, segundo ele, a maior plataforma digital de disseminação de conhecimento sobre o mundo dos negócios e dos investimentos do País. Autor do best-seller Do mil ao milhão sem cortar o cafezinho, livro mais vendido no Brasil em 2020 e 2021, Nigro diz que o grupo tem cerca de 200 mil alunos ativos em seus diversos cursos, dirigidos tanto para quem quer começar a investir ou quer investir melhor quanto para quem quer trabalhar no sistema financeiro. Hoje, 60% dos profissionais do mercado são formados pelo grupo, de acordo com ele, por meio de uma plataforma própria chamada Topinvest.


Nigro afirma que o grupo tem um dos maiores canais de finanças do YouTube no mundo, o maior perfil de finanças do Instagram e dois dos maiores podcasts sobre finanças e negócios do Brasil, o PrimoCast e Os Sócios. No total, pelas suas contas, são mais de vinte milhões de seguidores nas redes sociais e serviços de streaming. “Quando comecei a ensinar as pessoas, a gente tinha 350 mil CPFs investindo na Bolsa. Hoje, são cinco milhões. Acredito que eu tenha contribuído para uma parte relevante desse resultado.”


‘Aulas magnas’

O novo curso, cujo objetivo é mostrar aos alunos como a avaliação do cenário macroeconômico pode ajudar na tomada de decisões de investimento, terá a duração de 360 horas e deverá contar com quatro “aulas magnas” gratuitas do próprio Guedes, a serem transmitidas entre os dias 18 e 25 de setembro. Só depois deverão ser abertas as inscrições aos interessados, conforme o cronograma definido pelo grupo.


“O conceito básico do curso é o caminho da prosperidade. Os ciclos econômicos, de curto e de longo prazos, são a bússola desse caminho, que eu quero ajudar a difundir e popularizar”, diz Guedes. “As ciências econômicas são uma ferramenta muito poderosa para a vida dos indivíduos, das empresas e das nações. Então, é bom levar a economia a sério.”


O novo MBA de “macroeconomia aplicada”, como prefere dizer o ex-ministro, contará também com professores do Insper, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e da FIA (Fundação Instituto de Administração), entre outras instituições, que já atuam em cursos do Grupo Primo, e com a participação de figuras que trabalharam com ele no governo, no Ibmec e no Pactual.


Os nomes da turma que atuou com Guedes, porém, ainda são mantidos em sigilo, porque os contratos, segundo o grupo, ainda não foram assinados. O preço do novo MBA também não foi revelado, mas deverá ser bem menor do que os preços de cursos do gênero nas principais faculdades, de até R$ 70 mil por ano, conforme as informações obtidas pelo Estadão, graças à capilaridade e ao alcance das plataformas do Grupo Primo.


Hoje, o grupo oferece cursos básicos, com duração limitada, e um serviço por assinatura, disponibilizado por meio de uma plataforma de educação continuada batizada de Finclass, com depoimentos de figuras renomadas, do Brasil e do exterior, como Guilherme Benchimol, fundador da corretora XP, que detém 20% do Grupo Primo e um assento no conselho de administração, o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan e o Howard Marks, co-fundador da Oaktree Capital Management, uma gestora de recursos dos Estados Unidos.


O Grupo Primo já oferece também outros cursos de MBA, como o de Private Banking e Asset Allocation, com o próprio Nigro, o de Value Investment, com Luiz Barsi Filho, um dos maiores investidores individuais da Bolsa no País, o de Vendas, Marketing e Geração de Valor, com o empresário Flávio Augusto da Silva, fundador da rede Wise Up, e o de Marketing, Publicidade e Construção de Imagem, com o publicitário Washington Olivetto. Mas, apesar do sucesso que alcançaram, a expectativa é de que o MBA lançado em parceria com Guedes quebre paradigmas.


“Acredito que o projeto que a gente vai lançar com o Paulo Guedes sobre macroeconomia e portfólio management será a coroação desse processo. É provavelmente o nosso maior projeto até hoje”, diz Nigro. “Faltava isso no nosso cardápio e acho que não tem chance de não dar certo.”


Por ora, a parceria está restrita ao novo curso, que Guedes encara como “uma semente”. Mas, dependendo dos resultados, a sociedade no MBA poderá render frutos. “Existem possibilidades para o futuro. Tem muitas coisas para a gente fazer”, diz Nigro. Ele chegou a propor um “casamento” imediato com o ex-ministro. Mas Guedes preferiu fazer primeiro uma experiência, antes de aprofundar sua relação com o grupo. “Eu sou antigo. Antes de casar, eu namoro”, afirma.


*Estadão 

Inflação brasileira pode fechar o ano mais baixa que a dos EUA, Europa e Reino Unido

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24 de ago. de 2022

 Variação do índice de preços deve fechar abaixo de 7% ante estimativas de 8% (EUA), 7,5% (Zona do Euro) e 13% (Reino Unido)


A inflação brasileira caminha para encerrar o ano de 2022 abaixo dos índices dos Estados Unidos, Europa e Reino Unido. Será a primeira vez que isso acontecerá caso as projeções do mercado financeiro se concretizem. A variação do índice oficial de preços ao consumidor deve fechar abaixo de 7% contra estimativas de 8% nos Estados Unidos, 7,5% na Zona do Euro e 13% no Reino Unido.

Depois de registrar em julho queda de 0,68%, o menor resultado da série histórica do índice, iniciada em janeiro de 1980, de acordo com dados de IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a previsão do mercado é que o índice de preços tenha novo recuo em agosto (-0,26%).

O IPCA (índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que acumula 10,07% nos últimos 12 meses, deve voltar a ter um dígito e ficar menos distante do teto da meta estabelecida pelo governo para o período, de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 2% a 5%). No ano, o índice tem alta de 4,77%.

Pela oitava semana consecutiva, as expectativas para a inflação do Boletim Focus, do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira (22), recuaram. As projeções mostram o IPCA de 2022 em 6,82%, ante alta prevista de 7,02%. Há quatro semanas, a estimativa era de um salto de 7,3% nos 12 meses finalizados no próximo mês de dezembro.

“Esse período de maior pressão inflacionária concentrada em alimentos parece que vai oferecer uma trégua. Não que a alimentação vá apresentar alguma queda de preços, como a gasolina apresentou. Isso está longe de acontecer. Mas uma desaceleração pode acontecer em agosto”, afirma o economista André Braz, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).

A inflação tem sido um problema não só para o Brasil, mas também para outros países. Após os impactos econômicos da pandemia de Covid-19, o aumento do preço de matérias-primas, principalmente do petróleo, por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia, pressionou os preços no mundo.

Além do conflito, houve ainda os lockdowns na China, que provocaram gargalos de produção. Esses fatores, somados a questões locais, fizeram com que várias nações registrassem grande variação da inflação.

O economista do Ibre explica que o mundo está passando por pressão inflacionária maior. E o remédio para conter essa inflação é exatamente o aumento de juros, como tem sido feito no Brasil. A taxa básica de juros, a Selic, já registrou 12 altas seguidas desde março de 2021 e está em 13,75% ao ano.

“Mas esse aumento de juros gera um efeito colateral que é essa desaceleração da atividade econômica. E o primeiro sinal de que isso está acontecendo é exatamente o das commodities que já começam a cair. Quando a gente observa no mercado internacional o preço do trigo, milho, soja, carne, açúcar e outros alimentos, começa a ver desaceleração. Então essa desaceleração que se apresenta em dólar acaba chegando para a gente. Porque essas commodities seguem tendência do mercado internacional. Se o mundo está desacelerando, está com demanda menor pelas commodities. E essa demanda menor ajuda a esfriar o nível de preços.


ANDRÉ BRAZ, DO FGV IBRE


Com o movimento de desaceleração sustentada por essa possibilidade de o mundo crescer menos, dada a necessidade de aumento de juros para conter a inflação, ao longo de agosto e setembro os brasileiros devem ver a alimentação ainda com inflação, mas mais baixa do que vem registrando nos últimos meses. 

“Tem chance de o país fechar o ano com índice de preços menor que nos Estados Unidos, Europa e Reino Unido, porque a expectativa da gente estava em torno de 7%, agora já está próxima de 6,5% e, a depender do resultado da inflação de agosto, pode até ficar abaixo de 6%”, estima.

Mas boa parte dessa desaceleração fica muito concentrada em gasolina e energia elétrica, com a redução da alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a gasolina e a energia elétrica nos estados e a medida do governo federal que zerou o PIS/Cofins sobre a gasolina e o etanol até o fim deste ano. 

Além disso, a Petrobras reduziu os preços nas refinarias por três vezes em menos de um mês, com adequação aos valores globais do petróleo. O resultado já é sentido nas bombas. O valor médio do litro já recuou 26,9% (R$ 1,99), em dois meses.

Segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o preço médio do combustível chegou a R$ 5,40, na semana de 14 a 19 de agosto, o valor mais baixo desde maio de 2021.


No entanto, a desaceleração não alcança exatamente toda a população brasileira. Isso porque a gasolina é mais usada pela classe média alta. Para o economista, essa redução vai ser percebida com mais intensidade em orçamentos de famílias mais ricas.

Essa inflação mais geral que desacelera com fôlego na gasolina vai ser percebida pelos mais ricos. Mas os mais pobres também vão perceber a desaceleração, mas com menor intensidade, mais lenta, em torno dos alimentos.


ANDRÉ BRAZ 


A tendência é que esse movimento se acentue nos próximos meses. “Para este ano, a gente espera uma desaceleração mais geral dos preços, algo que não estava no radar, impulsionado pela perda de fôlego da economia mundial. Mas a maior intensidade desse movimento, infelizmente, sentido pelos mais ricos, porque é basicamente sustentada pela energia e gasolina. Os mais pobres vão pegar alguma coisa de alimentação, mas de menor intensidade”, acrescenta Braz.


Fenômeno Global

A economista Claudia Moreno, do C6 Bank, explica que a inflação hoje é um fenômeno global. No Brasil, o IPCA acumula alta de 10% em 12 meses até julho deste ano. Na Zona do Euro, o índice de preços bateu recorde e subiu 8,9% no mesmo período. No Reino Unido, atingiu 10,1% e também foi a mais alta já vista. Por fim, nos EUA a inflação acumula alta de 8,5%.

“Tivemos um choque global que começou com a crise sanitária, passou por problemas na cadeia global de produção de bens, forte alta de commodities e guerra na Ucrânia. Além de todos esses choques, tivemos estímulos dados em excesso durante a pandemia em alguns países, como foi o caso dos Estados Unidos”, afirma a economista do C6 Bank.

Segundo ela, as comparações devem levar em conta as particularidades de cada país. Nos EUA, a economia forte e o mercado superaquecido mantêm a inflação alta, pelo lado da demanda. A Europa sofreu recentemente o impacto da alta dos preços de energia, que estão levando a inflação para níveis altíssimos. E essa é uma questão complicada, sofrem com preços altos por uma restrição na oferta de gás.

Aqui no Brasil, tivemos choques globais somados a um câmbio mais depreciado no pós-pandemia, mas recentemente algumas medidas aprovadas no Congresso puxaram a inflação para baixo e estão trazendo um alívio grande para o consumidor. Projetamos que o IPCA feche o ano em 6,5%, sendo que nos nossos cálculos, as medidas de queda de impostos reduziram a inflação em 2,5 pontos percentuais. À frente, a inércia da inflação, de serviços principalmente, deve manter a inflação ainda elevada no Brasil, projetamos IPCA em 5,7% para 2023.


CLAUDIA MORENO, ECONOMISTA DO C6 BANK


No exterior

A taxa de inflação da Alemanha, a maior economia da zona do euro, poderá atingir pico de mais de 10% até o fim do ano, de acordo com relatório mensal do Bundesbank (Banco Central da Alemanha), publicado nesta segunda-feira (22).

A Alemanha tem sido um dos países europeus mais prejudicados pela decisão da Rússia de cortar suas exportações de gás para a região, em resposta às sanções que a União Europeia (UE) impôs a Moscou pela guerra na Ucrânia.

No Reino Unido, que também sofre com aumento da energia após a invasão russa da Ucrânia, o índice de preços saltou para 10,1% em julho, o mais elevado em 40 anos, de acordo com o ONS (Escritório Nacional de Estatísticas). Em junho, a inflação em ritmo anual foi de 9,4%.

A inflação ao consumidor nos Estados Unidos acelerou com elevação dos preços da gasolina e dos alimentos, resultando em junho em 9,1%, a maior taxa anual em 40 anos e meio. As expectativas são de que o Federal Reserve, banco central local, aumente os juros em 0,75 ponto percentual em setembro.

Fonte R7

Programa para capacitar jovens terá auxílio de R$ 600, diz Guedes

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28 de mai. de 2021

 

Programa para capacitar jovens terá auxílio de R$ 600, diz Guedes

Guedes quer evitar o que o mercado de trabalho chama de “Efeito Cicatriz”.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, comentou, nesta quarta-feira (26), sobre um novo programa de incentivo à qualificação da mão de obra. 

O objetivo da iniciativa é preparar jovens para o mercado de trabalho formal, permitindo que eles recebam uma ajuda de custo de R$ 600 para trabalhar e, dessa forma, conquistar uma profissão.

Fazendo uma referência sobre o termo usado por especialistas para explicar os prejuízos à evolução profissional que costumam afetar quem ingressa de forma precária no primeiro emprego, Guedes declarou:

“Estamos lançando um olhar justamente para evitar o que, no mercado de trabalho, se chama de Efeito Cicatriz.”

Guedes disse que a proposta do Ministério da Economia é, por meio da parceria com empresas interessadas, pagar R$ 600 aos beneficiários do programa:

“A ideia básica é que o governo pague R$ 300 e as empresas mais R$ 300. Ou seja, as empresas pagarão para treinar [os jovens], que serão qualificados para desempenhar o que, depois, serão seus empregos.”

Guedes explicou que a iniciativa só não foi lançada ainda por questões orçamentárias:

“Temos os recursos para este ano, mas queremos que seja um contrato de [trabalho de] pelo menos um ano. Então, em vez de lançar um contrato de seis meses [só até o fim deste ano], estamos tentando obter fontes [de recursos financeiros] para que o jovem fique coberto por este programa de treinamento no trabalho por pelo menos um ano.”


Fonte: Renova Mídia  

Guedes: ‘Temos que vacinar o máximo possível da população’

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3 de abr. de 2021

 Ministro salientou que a medida é necessária para a volta ao trabalho e retomar o crescimento

Guedes: “Pandemia nos jogou no fundo do poço, mas levantamos”

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26 de nov. de 2020

 

Ministro falou sobre o bom resultado na geração de empregos em outubro, melhor número desde 1992

Ministro da Economia, Paulo Guedes Foto: Agência O Globo/Edu Chaves

Com otimismo sobre a recuperação econômica do Brasil após a pandemia, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o país pode terminar o ano com perda zero de empregos com carteira assinada. Em um pronunciamento feito nesta quinta-feira (26), Guedes ressaltou que a abertura de 394.989 vagas em outubro é o maior número da série histórica, desde 1992.

– A economia continua retomando em V e gerando empregos em ritmo acelerado. Reagimos com resiliência, soubemos fazer distanciamento social e ao mesmo tempo manter economia girando. A pandemia nos jogou no fundo do poço, mas nos levantamos – afirmou.

Guedes também agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro por ter mantido a equipe econômica que, segundo ele, foi várias vezes ameaçada, e disse estar bastante satisfeito.

– Preservamos a vida no que foi possível e preservamos empregos. Ligamos agora a máquina de criar empregos de novo. Se terminarmos o ano com zero perda de emprego formal, terá sido ano histórico – acrescentou.

O ministro ressaltou que o Benefício Emergencial – programa que permitiu suspender salários e contratos de trabalho – foi “crucial” na manutenção de empregos.

– A notícia é tão boa que é difícil melhorar, acho que não vamos conseguir melhor que isso. Continuem protegendo a saúde, com retorno seguro ao trabalho, com protocolos – finalizou.

*Estadão

Guedes: Covid-19 está descendo e economia está voltando em V

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29 de out. de 2020

Ministro se mostrou surpreso com a velocidade de recuperação da economia

Ministro da economia, Paulo Guedes Foto: Isac Nóbrega/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira (29) esperar um novo resultado positivo para o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de setembro, que será divulgado nesta quinta, às 16 horas.

– A doença (Covid-19) está descendo e a economia está voltando em V. A criação de empregos está se dando de forma impressionante, eu mesmo achava que a recuperação viria em forma do símbolo na Nike. Espero que o Caged de hoje confirme ritmo de criação de empregos – afirmou, em audiência pública na Comissão Mista do Congresso Nacional para o acompanhamento de medidas contra a covid-19.

De acordo com pesquisa Projeções Broadcast com 20 instituições, a recuperação da atividade deve levar o mercado formal de trabalho ao terceiro mês seguido com criação líquida de vagas. É esperado saldo positivo de 140.000 a 301.551 postos com carteira assinada no Caged de setembro. A mediana do levantamento indica criação de 230 mil vagas no período.

Um resultado em linha com o valor intermediário em setembro representaria saldo positivo de 620.578 carteiras assinadas desde julho, 39,2% dos 1,582 milhão de empregos fechados entre março e junho.

– Com o resultado de hoje, teremos entre 500 mil e 1 milhão de empregos perdidos na pandemia, é impressionante. Os EUA demitiram 30 milhões de pessoas e nós conseguimos preservar 10 milhões em empregos – completou Guedes.

*Estadão

A Economia está Voltando!

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28 de out. de 2020

 A economia está voltando! E só é possível se alegrar com os resultados, por causa do mandato exemplar do nosso capitão, Jair Bolsonaro e seus ministros que, desde o início da pandemia, se comprometeram em não largar nosso país e o povo abandonados à própria sorte.



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