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Zeepo: marca brasileira promete elétricos chineses mais baratos que BYD

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26 de fev. de 2024

Empresa, que já produz veículos elétricos e de construção civil, diz que lançará cinco elétricos de uma vez no Brasil já em abril deste ano

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Zeepo — Foto: Divulgação

Os chineses não param de chegar ao Brasil com carros elétricos. Nem todas as operações são viáveis, mas a bola da vez é a Zeepo Motors. E a marca não é chinesa, mas sim brasileira, representada pelo diretor de produtos, Fábio Guasti, e com sede em Guarulhos (SP).


A Zeepo existe desde 2022. Atualmente, oferece veículos como empilhadeiras e tratores elétricos, além de placas solares. Desde sua fundação, fontes ligadas à marca afirmam que o fundador vem visitando fabricantes chinesas para escolher automóveis elétricos para lançar no Brasil. A empresa promete lançar cinco veículos de uma vez ainda este ano, no mês de abril, portanto daqui a dois meses.


O site Autoesporte ainda apurou que todos os carros são feitos pela Jiangling Motors Corporation (JMC), a mesma fabricante que possui uma joint venture com a Ford e produz o SUV médio Territory vendido aqui (tanto o de primeira quanto o de segunda geração).

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Zeepo Z7 Sport é um dos carros que serão lançados no Brasil — Foto: Divulgação

A Zeepo fechou um contrato de exclusividade de 20 anos com a JMC para vender modelos elétricos no Brasil, aos moldes da operação da Caoa com as marcas Hyundai (importados) e Chery, ou do grupo HPE com a Mitsubishi e a Suzuki. A diferença é que venderá os produtos da JMC sob sua marca.


Segundo nossa fonte, os produtos teriam sido adaptados pela JMC para a Zeepo. No site oficial da Jiangling, alguns deles estão catalogados, com visual levemente diferente. Inclusive, a parceira chinesa tem liberdade no acordo para operar no Brasil com produtos de nome próprio, o que inclui até os que serão comercializados pela Zeepo.


A ideia é posicionar os modelos com níveis de equipamentos e tecnologias nivelados com os modelos da BYD, porém com preços mais baixos para ganhar mercado. E enquanto a empresa tenta formar uma rede de concessionárias para sua expansão, informa que os carros já estão no país para homologação.

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Carros da Zeepo terão painel solar para instalação residencial — Foto: Divulgação

A ideia é criar lojas pequenas, em formato de 10x10 metros, parecidas com o modelo europeu, para que possam caber em shoppings ou em outros pontos de vendas coletivos. No plano, cada veículo virá acompanhado de um painel solar para instalação residencial, a fim de ajudar na recarga do veículo. Um wallbox também será oferecido separadamente.


Para o pós-venda, a Zeepo afirma que oferecerá garantia de oito anos para a bateria dos veículos e esquema 4x1 de reposição de peças: para cada carro que chega, há um total de quatro peças de reposição. Também diz que está alinhada com fornecedores nacionais para ajudar com a substituição de alguns tipos de componentes.


Quais serão os carros elétricos da Zeepo?

A Zeepo promete lançar cinco automóveis elétricos no Brasil de uma vez em abril. Dois deles são hatches (Sun e I-Zeepo, este último catalogado na China como EV3), dois sedãs (GSE, este listado pela JMC com o mesmo nome, e S7 Sport Sedan) e um SUV (Z7 Sport SUV). Com exceção ao sedã S7, todos já têm suas especificações divulgadas.


Dos cinco lançamentos prometidos pela Zeepo, apenas o sedã médio GSE tem preço declarado: R$ 219.990. Confira as fichas:


Zeepo Sun – Hatch microcompacto

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Zeepo Sun é o menor carro da empresa, com 3,5 metros de comprimento — Foto: Divulgação

Dimensões: 3,50 m de comprimento, 1,65 m de largura, 1,46 m de altura, 2,34 m de entre-eixos,

Motor: 17,4 cv e 8,4 kgfm

Autonomia (ciclo CLTC): 175 km

Velocidade máxima: 100 km/h

Principais equipamentos: retrovisores com piscas, ar-condicionado, ajuste de altura do farol, lanterna de LED, airbag do motorista, ABS e EBD, ISOFIX, assistência de saída em rampas, monitoramento da pressão dos pneus, rádio com USB, sensor de proximidade traseiro e instrumentos digitais


I-Zeepo Sun – Hatch subcompacto

Dimensões: 3,72 m de comprimento, 1,60 m de largura, 1,54 m de altura; entre-eixos não divulgado

Motor: 48 cv e 14 kgfm

Autonomia (ciclo CLTC): 302 km

Velocidade máxima: 120 km/h

Principais equipamentos: airbag duplo, monitoramento da pressão dos pneus, controle de tração, ar-condicionado, vidros elétricos, ABS e EBD, direção elétrica

Zeepo GSE – Sedã médio

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Zeepo GSE tem preço de R$ 219.990 — Foto: Divulgação

Dimensões: 4,68 m de comprimento, 1,84 m de largura, 1,48 m de altura e 2,75 m de entre-eixos

Motor: 147,5 cv e 22,5 kgfm

Autonomia (ciclo NEDC): 500 km

0 a 50 km/h: 3,9 segundos

Velocidade máxima: 140 km/h

■ Principais equipamentos: suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multilink na traseira), câmera 360º, modo de condução semi autônomo com controle de cruzeiro, assistente eletrônico de estacionamento, sensor de chuva, ABS e EBD, sistema de estabilização corporal, assistente de saída em rampas, airbags frontais, sistema de detecção de colisão, ISOFIX, monitoramento da pressão dos pneus, faróis e lanternas de LED, vidros com sensor de esmagamento e função um toque, cluster digital, multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, 3 USBs.


Zeepo Z7 Sport – SUV médio

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Zeepo Z7 tem traseira semelhante ao do Omoda 5 — Foto: Divulgação

■ Dimensões: 4,90 m de comprimento, 1,93 m de largura, 1,66 m de altura e 2,60 m de entre-eixos)

■ Motor: 340 cv e 45 kgfm (um motor elétrico); 544 cv e 70 kgfm (dois motores elétricos)

■ Autonomia (ciclo CLTC): 551 km (um motor, bateria de 77 kWh); 643 km (um motor, bateria de 90 kWh); 606 km (dois motores, bateria de 90 kWh)

■ 0 a 100 km/h: 3,8 segundos (dois motores)

■ Velocidade máxima: 200 km/h (dois motores)

■ Principais equipamentos: direção autônoma nível 2.5 composto por 33 sensores, quadro de instrumentos digital de 10,25″, central multimídia de 15,05″, tela para o passageiro de 12,3″, Head-up display, sistema de som Bose com 14 falantes, suspensão independente nas quatro rodas (McPherson na dianteira e Multilink na traseira), assistente eletrônico de estacionamento, airbags dianteiros e traseiros, monitoramento da pressão dos pneus, telas para a fileira traseira, ISOFIX, vidros com sensor de esmagamento e função um toque, ABS e EBD, controles de tração e estabilidade, modo de condução semi autônomo com controle de cruzeiro, assistente de partida em rampas, aviso de saída de faixa, detector de fadiga, abertura e fechamento elétrico do porta-malas, volante multifuncional, sensores de estacionamento, câmera 360º, carregamento de celular por indução, bancos aquecidos, WiFi, comando de voz, faróis automáticos, ar-condicionado dual zone com função de purificação, sensor de chuva.


S7 Sport Sedan

Este não teve as configurações informadas, mas terá a mesma plataforma do SUV Z7 Sport.


*Autoesporte/Globo

China revoluciona com primeiro satélite 6G

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8 de fev. de 2024

China Mobile lidera corrida tecnológica com testes orbitais de tecnologia 6G, prometendo velocidades 50 vezes mais rápidas que o 5G e uma revolução na presença de Inteligência Artificial.

Alsorsa.News
Fonte: China Mobile/Reprodução


Pouco tempo após o lançamento 5G, o mundo já prepara a chegada da sexta geração móvel, o 6G. E neste cenário avançado, a China sai novamente na frente da corrida tecnológica. Nesta semana, a maior operadora de telefonia do país e do mundo, China Mobile, anunciou o lançamento do primeiro satélite de testes para o 6G.


A Nova Era da Internet

Desenvolvido integramente com hardware e software nacionais, a novidade foi lançada em conjuto com outro satélite equipado com tecnologia 5G. A diferença entre os dois é significativa: o 6G deverá ser cerca de 50 vezes mais rápido que o padrão atual, de acordo com o periódico estatal China Daily.


Outra inovação é a classificação do novo satélite como “órbita-baixa”, capaz de cobrir com mais eficiência regiões com carência de cobertura de internet. Enquanto isso, o Brasil ainda enfrenta obstáculos para implementar a tecnologia 5G. Dados da Conexis Brasil Digital indicam que apenas 7% das cidades do país têm legislação adaptada para suportar a quinta geração móvel.


6G versus 5G: Qual a diferença?

Segundo o especialista em Tecnologia e Inovação, Arthur Igreja, as mudanças da nova geração começam na arquitetura do satélite. A explicação fica por conta da ideia de que na tecnologia 6G, diferentemente das anteriores como 3G, 4G e 5G, a conexão não depende de uma única antena, e passa a ser formada por vários pontos de conexão, criando o que é chamado de “malha” de conectividade.


Igreja ressalta que a baixa altitude do novo satélite 6G ajudará a reduzir atrasos de comunicação, apresentando uma latência de apenas 1 milissegundo.


6G e Inteligência Artificial

Com previsão de especificações técnicas e primeiros testes globalmente em 2028, o 6G também contempla a exponencial presença de recursos de Inteligência Artificial (IA). O conjunto de tecnologias permitirá minimizar perda de dados, otimizar recursos energéticos e criar dispositivos mais eficientes.


O lançamento deste satélite marca o início dos testes e validações do 6G. “Este satélite representa a pedra fundamental, é o começo de toda essa história”, afirma Arthur Igreja.


Enquanto a nova era digital se aproxima, os especialistas e as grandes empresas da tecnologia trabalham para que, a partir de 2030, a tecnologia 6G esteja plenamente presente em nossas vidas.


*O Antagonista

China fabrica o chip de memória mais avançado do mundo

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30 de out. de 2023

South China Mornin Post — A Yangtze Memory Technologies Co (YMTC), principal produtora de chips de memória da China, fabricou o chip de memória 3D NAND “mais avançado do mundo” conhecido por estar em um dispositivo de consumo em um “salto tecnológico surpresa”, de acordo com um relatório da TechInights.

JPCN.Blog

O chip de memória da YMTC, encontrado em uma unidade de estado sólido lançada discretamente em julho, mostra que o fabricante continuou a desenvolver tecnologia avançada, apesar de ter sido prejudicado por sanções depois de ter sido colocado na Lista de Entidades do Departamento de Comércio dos EUA, de acordo com um relatório de quarta-feira do empresa de análise de semicondutores.


O desenvolvimento segue uma análise de desmontagem anterior feita pela TechInsights do processador Kirin 9000S 5G encontrado no smartphone Mate 60 Pro da Huawei Technologies, na lista negra dos EUA, lançado em agosto, que teria sido fabricado pela fundição chinesa Semiconductor Manufacturing International Corp (SMIC). O poderoso chip caseiro surpreendeu muitos analistas do setor, dadas as duras restrições em vigor nos EUA.


“Como a inovação revelada pela TechInsights no processador HiSilicon Kirin 9000s do Huawei Mate 60 Pro (que usou o processo SMIC 7 nm (N+2)), aumentam as evidências de que o ímpeto da China para superar as restrições comerciais e construir seu próprio fornecimento doméstico de semicondutores cadeia tem mais sucesso do que o esperado”, disse a TechInsights em seu relatório.


A memória 3D NAND está na vanguarda do design de chips de memória e é um componente importante para computação de alto desempenho em aplicações como inteligência artificial e aprendizado de máquina.


A YMTC e 21 outros “grandes” players chineses no setor de chips foram adicionados à lista de entidades dos EUA em meados de dezembro de 2022, em meio à escalada das tensões comerciais e geopolíticas entre as duas maiores economias do mundo.


Na época, o fabricante de chips com sede em Wuhan estava no caminho certo para desafiar os líderes de chips de memória Samsung Electronics, SK Hynix e Micron Technology com um novo chip flash 3D NAND carro-chefe, o X3-9070 de 232 camadas. As perspectivas de produção em massa deste chip diminuíram depois que os fornecedores de equipamentos dos EUA KLA e Lam Research interromperam as vendas e serviços para a YMTC.


No entanto, uma recente desaceleração no mercado de chips de memória e um foco renovado em medidas de redução de custos na indústria podem ter proporcionado à YMTC a oportunidade de avançar com um chip mais avançado e com maior densidade de bits, de acordo com a TechInsights.


O mais recente progresso da YMTC no avanço dos chips de memória foi relatado pela primeira vez em abril, quando fontes não identificadas disseram ao South China Morning Post que a YMTC dobrou os esforços para trabalhar com fornecedores chineses para ajudar a fabricar seus chips mais avançados. Este esforço foi baseado na arquitetura “Xtacking 3.0” do YMTC e as fontes disseram que houve progresso em um projeto ultrassecreto de codinome Wudangshan.


Fontes disseram que o projeto pretendia usar apenas equipamentos chineses e que a YMTC havia feito grandes pedidos a fornecedores de equipamentos nacionais, incluindo o Naura Technology Group, com sede em Pequim, um importante fabricante chinês de ferramentas de gravação, que também são a principal linha de produtos da empresa com sede nos EUA. Lam Pesquisa.


No entanto, na altura, os analistas assinalaram muitos pontos de estrangulamento pendentes na cadeia de fornecimento de fabrico de chips da China, tais como a falta de alternativas nacionais chinesas viáveis ​​para ferramentas de fabrico de chips, tais como sistemas de litografia disponíveis na empresa holandesa ASML Holding. A empresa holandesa detém uma posição quase de monopólio na produção das máquinas de litografia ultravioleta extrema (EUV) mais avançadas do mundo.


A TechInsights não comentou em seu relatório se os chips de memória da YMTC foram produzidos com ferramentas e componentes fabricados exclusivamente na China.


Na quarta-feira, a Bloomberg divulgou um relatório citando fontes não identificadas que disseram que a SMIC usou equipamentos reformulados da ASML, especificamente seus sistemas de litografia ultravioleta profunda (DUV), para fabricar o processador avançado no famoso smartphone Huawei.


Estima-se que o processo DUV – quando produzido em escala – seja mais caro do que a utilização de sistemas de litografia EUV mais avançados, que a ASML está proibida de vender à China desde 2019.


No entanto, estão a caminho restrições mais rigorosas às vendas da ASML para a China. A partir de janeiro de 2024, a empresa estará proibida de vender suas máquinas DUV da série 2000 para a China sob as últimas restrições de Haia.


Embora os recentes avanços em chips na China tenham despertado entusiasmo interno sobre o progresso do país na fabricação de chips avançados desenvolvidos internamente, alguns especialistas alertam que as empresas chinesas ainda permanecem anos atrasadas na produção dos sistemas de litografia necessários para fazer progresso real.

Marco para a energia nuclear, China instala módulo central de reator comercial Linglong One

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12 de ago. de 2023

Sucesso na instalação do módulo central estabelece um precedente auspicioso para a expansão do uso de reatores nucleares pequenos modulares

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O módulo central do Linglong One, o primeiro reator comercial modular pequeno (SMR) do mundo, foi instalado com sucesso, reforçando a importância desse avanço tecnológico (FCNNC Hainan Nuclear Power Co., Ltd/Divulgação)


Na província de Hainan, sul da China, um marco crucial foi atingido na busca por alternativas energéticas sustentáveis. O módulo central do Linglong One, o primeiro reator comercial modular pequeno (SMR) do mundo, foi instalado com sucesso, reforçando a importância desse avanço tecnológico.


Frequentemente referido como o “coração” do Linglong One, o módulo central engloba componentes vitais, como o vaso de pressão, gerador de vapor e o receptor da bomba primária. Um feito notável é a soldagem prévia do gerador de vapor no vaso de pressão antes da instalação, um processo que lembra a complexidade da integração de órgãos em um organismo vivo.


O destaque da estrutura modular do Linglong One reside em sua capacidade de agilizar o processo de fabricação, reduzindo custos e ampliando a segurança operacional. A simplicidade do sistema resulta em um tamanho compacto, permitindo transporte e operação simplificados. Além disso, a adaptabilidade do SMR possibilita personalização e implantação flexível, atendendo às necessidades específicas de cada cliente e gerando benefícios econômicos substanciais.


Desenvolvido pela Corporação Nacional de Energia Nuclear da China, o Linglong One é um feito notável na busca por fontes de energia sustentáveis. Com capacidade de gerar 125 megawatts, quando totalmente operacional, poderá produzir 1 bilhão de quilowatt-hora de eletricidade anualmente, atendendo às necessidades energéticas de aproximadamente 526.000 lares. Além disso, a energia gerada pelo Linglong One equivale à redução anual de 880.000 toneladas de emissões de dióxido de carbono, ou ao plantio de cerca de 7,5 milhões de árvores.


As aplicações potenciais do Linglong One são vastas e diversificadas, incluindo dessalinização de água do mar, aquecimento de áreas urbanas, suprimento de vapor para indústrias e extração de petróleo. A instalação bem-sucedida do módulo central não apenas solidifica o compromisso de transformar Hainan em uma “ilha de energia limpa”, mas também se alinha com as metas de redução de carbono do país, contribuindo para atingir objetivos de pico e neutralidade de carbono.


O Linglong One não é apenas um marco significativo no caminho rumo a uma matriz energética mais sustentável na China, mas também sinaliza um possível ponto de virada na indústria global de energia nuclear. O sucesso na instalação do módulo central estabelece um precedente auspicioso para a expansão do uso de reatores nucleares pequenos modulares, impulsionando avanços tecnológicos e a adoção global da energia nuclear como alternativa viável e ecologicamente correta.


Tradução: Mei Zhen Li

Fonte: Xinhua

Estados Unidos tira a China do topo de importações após 14 anos de liderança

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12 de jul. de 2023

 Estados Unidos tira a China do topo de importações após 14 anos de liderança

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Nos últimos 14 anos a China permanecia como a principal importadora nos Estados Unidos, porém com as diversas sanções impostas e uma distância que tem crescido entre ambos derrubaram ela de sua posição. Pela primeira vez em tanto tempo, o país agora se tornou a terceira maior fornecedora dos EUA, ficando para trás do Canadá e México.


Há cinco anos, a China era responsável por mais de 20% de todos os produtos e matérias-primas que eram encontradas em território americano, porém este número caiu para 13,35% de acordo com o U.S. Census Bureau. O México detém a liderança agora, representando 15% de importações, enquanto o Canadá fica em sua cola – com 14% deste tipo de operações dentro do país vizinho.

De acordo com o mesmo órgão, houve diversas quedas registradas nas importações dentro dos Estados Unidos em relação à China. A entrada de celulares, tablets e similares decaiu em 20,24% – o menor número desde maio de 2016, sem contar com a pandemia de COVID-19. Foram US$5 bilhões em produtos do gênero que deixaram de entrar nos EUA.


Já no cenário dos computadores, o declínio foi um pouco maior. A importação de PCs da China e hardwares viu uma queda de 22,58% – atingindo o menor número desde o ano de 2010. Foram US$4,8 bilhões que não foram investidos em importações do gênero, comparado ao mesmo período do ano passado. Taiwan e o Vietnã conseguiram abocanhar uma parcela do que o mercado chinês perdeu.


Barreira entre Estados Unidos e China

A distância entre os Estados Unidos e China começou ainda durante a pandemia de COVID-19, durante a administração de Donald Trump. Ele aumentou as tarifas de importação vindas do território, o que dificultou a situação do envio de produtos e matérias-primas durante o período. O ex-presidente buscava alternativas, já que se mostrava um grande risco ao mercado a dependência de um país só para se buscar diversos componentes. A administração de Joe Biden manteve as tarifas, fazendo com que as importações caíssem ainda mais.


Estes dados vão contra os números impressionantes que os EUA alcançaram em 2022, onde foram registrados US$3 trilhões de investimentos em importações e US$2 trilhões em exportações – a primeira vez que o país atingiu esta marca.


*Adrenaline/* Informações: Forbes 

China derruba a receita com exportações de carne bovina do Brasil

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11 de jul. de 2023

Durante o primeiro semestre, a queda no faturamento fechou em 21%

Divulgação/Abiec 

O faturamento com as exportações de carne bovina do Brasil caiu no primeiro semestre de 2023. A queda ocorreu em meio à redução da demanda chinesa pelo produto brasileiro.


Ao longo do primeiro trimestre, as exportações de carne bovina renderam US$ 4,87 bilhões ao Brasil. Essa cifra representa 21% menos, em comparação a igual período de 2022. A retração do volume, entretanto, foi menor: 4%.


Entre janeiro e junho de 2023, a receita com o faturamento com os chineses caiu 29%, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes. Para a quantidade enviada ao país asiático, a redução ficou em 5%. Esse destino no mercado externo é para os frigoríficos brasileiros.


Motivo da suspensão das exportações de carne bovina para a China


A retração da receita ocorreu em meio a um caso atípico de vaca louca em uma fazenda no interior do Pará. Um acordo entre as duas nações obriga as autoridades brasileiras a suspenderem os embarques para o mercado chinês sempre que um caso da doença estiver em análise no Brasil. Pelos termos, cabe ao gigante asiático liberar a retomada das vendas.


O bloqueio dos embarques teve início em 23 de fevereiro. O grande pesar com o mal da vaca louca se dá em razão da forma clássica da doença, contagiosa e fatal entre o rebanho.


Porém, o animal doente encontrado no Brasil estava com uma variação atípica, que não é contagiosa. Poucos dias depois da descoberta do espécime, ocorreu a confirmação quanto à tipificação.


A Organização Mundial de Saúde Animal confirmou o diagnóstico favorável em 6 de março. Ainda assim, as exportações de carne bovina do Brasil foram liberadas pelas autoridades da China apenas em 23 do mesmo mês. Na mesma data, o ministro da Agricultura do governo Lula, Carlos Fávero, fez sua primeira visita oficial ao gigante asiático.


*Revista Oeste 

O carro elétrico de 4 mil dólares

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12 de mai. de 2023

Ele custa 80% menos que os modelos das outras marcas – e já vendeu mais de 1 milhão de unidades na China. Conheça o Mini EV.

Alsorsa.News |
(GM Wuling/Divulgação) 

O carro é fabricado pela Wuling, uma joint-venture entre a estatal chinesa SAIC e a americana General Motors. Ele tem um motor elétrico bem modesto, com potência de apenas 20 kilowatts (equivalente a 27 cavalos).


Isso é muito menos do que outros modelos elétricos básicos, como o Nissan Leaf (cujo motor tem 80 kW) ou o Chevy Bolt (150 kW). Mas o minicarro chinês pesa só 665 kg, um terço deles. 


Por isso, seu motorzinho é suficiente para uso urbano: o Wuling alcança 100 km/h, e sua bateria tem autonomia de 120 km. Tudo isso na configuração mais básica, que é vendida na China por 28.800 yuan – o equivalente a US$ 4.200. O carrinho também tem uma versão melhorada, com motor de 30 kilowatts e bateria um pouco maior, para até 170 km, que é vendida pelo equivalente a US$ 5.600. 

Alsorsa.News |
(GM Wuling/Divulgação) 

O Mini EV tem um defeito: ele não é equipado com airbags. Apesar disso, se tornou um grande sucesso na China, com 1,1 milhão de unidades produzidas desde o lançamento em 2020 – sozinho, ele responde por 9,5% de todas as vendas de carros elétricos no país. A montadora também tem um modelo superior, o Wuling Air, que começou a ser exportado para outras nações asiáticas. Só que ele custa o dobro: US$ 10 mil.

*Super Interessante 

Depois do TikTok, outro aplicativo chinês preocupa EUA

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24 de abr. de 2023

CapCut, de edição de vídeo, é um dos mais baixados do país


O aplicativo foi lançado em 2020 e possui mais de 200 milhões de usuários no Ocidente | Foto: Foto: Reprodução/Pixabay


O CapCut é um dos aplicativos mais populares nos Estados Unidos no momento. Ele é o “irmão” menos conhecido do TikTok, e também pertence à chinesa ByteDance. A ferramenta de edição de vídeos é a mais baixada nas últimas semanas no país.


O app permite que as pessoas editem vídeos facilmente com vários modelos pré-definidos, com filtros, efeitos visuais e músicas. Segundo os usuários, isso ajuda a aumentar os cliques e eleva as chances dos vídeos se tornarem virais no TikTok.


Lançado em 2020, o CapCut tem mais de 200 milhões de usuários ativos mensais no Ocidente, de acordo com o rastreador de dados Diandian, com sede em Xangai.


O app de edição gera menos receita, mas a ByteDance está procurando monetizar mais a popularidade do aplicativo. No final do ano passado, o CapCut começou a cobrar dos usuários pelo serviço de armazenamento em nuvem, bem como por mais recursos e efeitos.


Popularidade de app chinês preocupa

O aplicativo ainda não foi submetido ao escrutínio regulatório das autoridades americanas — assim como acontece com o TikTok. No entanto, a popularidade do CapCut já levanta dúvidas sobre o tratamento de dados dos usuários em poder da chinesa ByteDance.


Em sua política de privacidade, o CapCut informa que para fornecer os serviços coleta conteúdos como fotos e vídeos que os usuários enviam, bem como dados incluindo localização, sexo e aniversário. A ByteDance armazena as informações nos EUA e em Cingapura, assim como o TikTok.


No ano passado, os downloads globais do CapCut cresceram 40% atingindo quase 400 milhões, sendo que 10% vieram dos EUA, conforme levantamento da empresa de monitoramento Sensor Tower.


Depois de começar com um agregador de notícias em 2012, a ByteDance, com sede em Pequim, desenvolveu rapidamente um império de aplicativos usando seus poderosos algoritmos. O CapCut foi comprado pelos chineses há cinco anos por US$ 300 milhões.


*Revista Oeste

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