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Como usar o ChatGPT para ganhar dinheiro: 8 opções

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5 de mar. de 2024

Confira detalhes sobre o Chat GPT e veja como utilizar a ferramenta para ganhar dinheiro.

Alsorsa.News

Lançado em novembro de 2022 o Chat GPT trata-se de um modelo de linguagem desenvolvido por um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, camado OpenAI.


Essa ferramenta pode ser útil para diferentes aplicações, como assistentes virtuais, chatbots, corretores ortográficos e resumos automáticos. Por essa razão muitos se perguntam se é possível ganhar dinheiro com o Chat GPT, e já antecipamos que a resposta é sim!


Neste artigo, tire todas as suas dúvidas sobre a ferramente e saiba como usar o Chat GPT para ganhar dinheiro. Acompanhe a leitura!


O que é o Chat GPT?

A sigla GPT em inglês significa Generative Pre-trained Transformer, o que, numa tradição livre, seria algo como transformador pré-treinado generativo.


Como num diálogo, o Chat GPT consegue responder perguntas numa linguagem natural. Isso porque o seu modelo é treinado com uma grande quantidade de dados de texto para que possa aprender a prever a próxima palavra em uma frase com base no contexto das palavras anteriores.


Também é capaz de inferir e gerar novas informações com base nas informações fornecidas na pergunta ou no texto de entrada. Assim, é uma ferramenta útil para diferentes aplicações, como assistentes virtuais, chatbots, corretores ortográficos e resumos automáticos.


Como acessar o Chat GPT?

Para acessar o Chat GPT, é necessário entrar no site https://chat.openai.com/ e se cadastrar para fazer login. Depois disso, basta iniciar a conversa via chat.


Vale frisar que ele é um serviço gratuito, embora já exista também uma versão paga. O preço para assinatura do Chat GPT Plus é U$S 20 por mês.


Entre os benefícios oferecidos a seus assinantes estão a prioridade de acesso ao chat mesmo em horários de pico, mais rapidez no tempo de resposta e melhorias na ferramenta.


Por fim, também vale ressaltar que mesmo sendo oferecido em inglês, é possível conversar com o robô do Chat GPT em português.


Como usar o Chat GPT para ganhar dinheiro?

Veja, abaixo, 8 opções sobre como usar o Chat GPT para ganhar dinheiro.


1. Criar um chatbot de atendimento ao cliente

Utilize as respostas automáticas do Chat GPT para responder as dúvidas mais gerais dos clientes. Dessa forma, economiza-se tempo de trabalho da equipe de atendimento.


2. Criar diálogos para jogos ou simulações

Para quem trabalha com o desenvolvimento de jogos ou simulações, é possível criar diálogos mais dinâmicos. Para isso, basta passar as orientações e fazer as correções necessárias para que o Chat GPT gere o conteúdo alinhado com o propósito desejado.


3. Criar conteúdo para blogs ou sites

Em geral, é demorada a tarefa de pesquisar referências para criação de conteúdo para blogs ou sites. Com a ajuda ferramenta, você pdoe ganhar agilidade neste processo.


4. Oferecer serviços de tradução

Como falamos, o Chat GPT é um modelo treinado para processar e entender informações em linguagem natural. Logo, é possível usá-lo também para serviços de tradução.


5. Gerar códigos simples de programação

Códigos simples de programação podem ser gerados pela ferramenta. Consequentemente, quem trabalha na área ganhará tempo para se dedicar a códigos de maior complexidade.


6. Criar roteiros para vídeos

Produtores de conteúdo para o YouTube podem usar o Chat GPT para criar roteiros para vídeos. Novamente, basta passar as orientações para a geração do conteúdo.


7. Gerar copy de anúncios publicitários

Está com dificuldade para gerar copy de anúncios publicitários? Pois saiba que a ferramenta também ajuda a criar novas versões, a fim de que a melhor delas seja a escolhida para divulgação.


8. Criar legendas para posts nas redes sociais

Caso a pessoa já tenha a ideia e a arte esteja pronta, o Chat GPT pode gerar um texto que seja compatível com elas desde que sejam transmitidas as instruções.


Afinal, o Chat GPT pode funcionar como uma fonte de renda extra?

Sim, o Chat GPT pode funcionar como uma fonte de renda extra. Como explicamos ao longo deste artigo, ele não é uma ferramenta de geração de renda. No entanto, é possível utilizá-lo para o desenvolvimento de soluções que tragam benefícios financeiros.


Em especial, podemos destacar o seu uso para o desenvolvimento de soluções de inteligência artificial, como chatbots personalizados, pesquisa de mercado e análise de dados e produção de conteúdo a partir das ideias sugeridas.


Perguntas frequentes sobre o Chat GPT

Como usar o Chat GPT no celular?

Nenhum aplicativo permite o uso do Chat GPT no Android. No entanto, ele pode ser utilizado no navegador de forma semelhante ao iOS. Basta acessar qualquer navegador como o Chrome, por exemplo, e entrar no site da OpenAI.


Quantos usuários tem o Chat GPT?

O Chat GPT atingiu a marca de 100 milhões de usuários ativos mensais em janeiro, apenas dois meses após o seu lançamento. Assim, se tornou o aplicativo de consumo de crescimento mais rápido da história.


Quer continuar acompanhando notícias como esta, sobre como usar o Chat GPT para ganhar dinheiro? Então, não deixe de assinar a newsletter do Alsorsa.News e ativar as notificações push.

Google Mensagens recebe o Gemini Chat para interações, geração de imagens e mais

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28 de fev. de 2024

 Google Mensagens recebe o Gemini Chat para interações, geração de imagens e mais

Alsorsa.News
O Google Mensagens pode ficar mais interessante para usar em breve. Afinal, o aplicativo da empresa está recebendo o Gemini Chat, sua inteligência artificial generativa. Dessa forma, o usuário passa a ter uma ampla gama de possibilidades, desde a interação com outros aplicativos até gerar imagens com o chatbot.


Conforme noticiado pelo portal GizChina, o recurso aparece no app como uma nova conversa. Então, basta tocar nela para começar a interagir com o robô. Dessa forma, a pessoa pode escolher ter uma conversa simples ou usar os comandos para obter alguma coisa específica, planejar eventos ou obter ideias para alguma criação.


O app, então, roda a versão 1.0 Pro do Gemini e houve adaptações para que o uso seja feito dentro da plataforma. Em outras palavras, ele tende a oferecer respostas mais curtas e precisas para as questões feitas. Outro detalhe interessante é o suporte às extensões, o que significa acesso para outros serviços do Google Workspace.


A pessoa, então, pode ser levada ao Maps, Voos, YouTube, Gmail, Drive e Docs. Os mecanismos de conversa também funcionam normalmente, portanto, o usuário pode tocar e segurar em uma mensagem enviada pelo chatbot para sinalizar se gostou ou não. O Google afirma que a tecnologia não lê as mensagens de outras conversas e nem pode ser adicionada em grupos.

Alsorsa.News
Imagem: Uso do Gemini no Mensagens (Reprodução: GizChina)

Porém, quem se preocupa muito com privacidade, talvez seja melhor tomar cuidado com o que fala, visto que não há criptografia ponta-a-ponta nessa conversa. Até o momento, os dispositivos compatíveis com a novidade são os modelos Pixel 6 ou superior, Pixel Fold, Galaxy S22 ou superior, além dos dobráveis Galaxy Z Fold e Z Flip.


Mesmo assim, a novidade deve ser liberada para mais dispositivos no futuro. Por fim, veja a chegada do recurso “Ajude-me a Escrever” no Chrome e os detalhes da versão 1.5 do Gemini, anunciada recentemente.

*TudoCelular 

Google suspende geração de imagens no Gemini por erros em representações históricas e raciais da IA

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23 de fev. de 2024

Alsorsa.News
Reprodução/TudoCelular 

O Google suspendeu a função de geração de imagens por inteligência artificial do Gemini nesta quinta-feira (22). A decisão é anunciada após várias críticas por parte dos usuários do serviço, que perceberam erros bizarros ao criar fotografias históricas.


Casos relatados por usuários indicam que a inteligência artificial estava cometendo erros ao fazer representações raciais de figuras históricas, como os Pais Fundadores dos Estados Unidos; em alguns momentos, o serviço criou imagens de soldados alemães negros na era nazista. Os resultados geraram debates sobre possíveis “vieses” do Gemini.

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(Imagem: Reprodução/The Verge)

No exemplo acima, o usuário solicitou que a IA criasse a imagem de um soldado alemão em 1943 — ano em que o país estava sob o regime nazista. Um dos quatro resultados fornecidos pelo chatbot inclui um homem negro que, na época, seria considerado um “untermensch” — termo nazista para descrever seu conceito de “povos inferiores”, isto é, não arianos.


Em publicação na conta oficial do Google no X (antes conhecido como Twitter), a empresa afirma que a habilidade do serviço em criar imagens usando inteligência artificial inclui uma “ampla gama de pessoas”, mas reconhece que o “Gemini está mostrando imprecisão em algumas representações históricas na geração de imagens”.

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Usuário pede que Gemini crie imagem dos "Pais Fundadores dos Estados Unidos" (Imagem: Reprodução/X)

Em outro caso, um usuário tentou gerar a representação dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, figuras históricas tradicionalmente retratadas como homens brancos, e o Gemini representou esses líderes políticos — que incluem George Washington, Thomas Jefferson, John Adams, Benjamin Franklin e outros — como negros ou nativos americanos.


O Google começou a incluir a função generativa de imagens no Gemini (antes conhecido como Google Bard) no início do mês para rivalizar com as propostas da OpenAI. Contudo, publicações de usuários nas redes sociais questionaram uma possível tentativa de manter a diversidade racial e de gênero ao custo da precisão dos resultados gerados.


Alguns dos críticos alegam que os erros estão relacionados a um suposto “viés liberal” por parte do Google. Na publicação de reconhecimento das falhas no perfil da empresa, várias contas acusam a empresa de “racismo” por manipular as características físicas de pessoas brancas historicamente documentadas.

Alsorsa.News
(Imagem: Reprodução)

Em nota relacionada, uma reportagem publicada em novembro de 2023 pelo Washington Post mostrou como a inteligência artificial pode amplificar estereótipos.


Utilizando o Stable Diffusion, outra ferramenta de geração de imagens por inteligência popular no mercado, o jornal mostrou que a esmagadora maioria de imagens de “pessoas produtivas” retratam um homem branco em um escritório, enquanto imagens de “pessoas atraentes” geradas pela IA exibem uma mulher jovem de pele clara.


A expectativa é que, além do Google, outros serviços de inteligência artificial sejam aprimorados com maior precisão de resultados quando o assunto é representação histórica. Muito além de imagens, nos primeiros dias da tecnologia, era consideravelmente mais comum que houvesse casos de desinformação, uso de opiniões políticas e outras questões.


Com isso, as empresas desenvolvedoras por trás dos serviços mais populares trabalham para evitar o uso indevido das tecnologias em cenários específicos. A OpenAI, por exemplo, busca combater o uso do ChatGPT para fins políticos nas eleições nos Estados Unidos que ocorrerão em 2024.


*TudoCelular 

Ajude-me a Escrever: recurso de IA com base no Gemini chega ao Google Chrome

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 Ajude-me a Escrever: recurso de IA com base no Gemini chega ao Google Chrome

Alsorsa.News
Reprodução/TudoCelular


O Google implementou um novo recurso com base em inteligência artificial para os usuários dos Estados Unidos. Trata-se do “Help Me Write” (“Ajude-me a Escrever”), que passa a ficar disponível para quem está com a versão estável M122 do navegador da empresa. A função usa o Gemini, que teve uma nova versão apresentada recentemente.


Em geral, o modo de funcionar do recurso não se difere muito de outros da mesma finalidade. Ou seja, ele foi desenvolvido com o objetivo de oferecer dicas aos usuários para escrever conteúdos curtos. Alguns exemplos disso são avaliações digitais e pesquisa, além de produzir descrições de itens à venda ou perguntar sobre produtos.


Com o Gemini, é possível fazer alterações nesses textos curtos para deixá-los com um estilo mais profissional. Além disso, a tecnologia consegue entender o contexto da página em que a pessoa está navegando, o que torna possível oferecer sugestões mais precisas, já que ela é capaz de identificar quais são os dados mais relevantes disponíveis.


O uso da ferramenta é simples, bastando um clique com botão direito em qualquer campo de texto disponível no site. Entretanto, é preciso ter a funcionalidade habilitada, o que pode ser feito ao ativar os recursos de “IA Experimental” do Google Chrome. Nelas, os usuários poderão selecionar o “Help Me Write” para usá-lo em seus textos.

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Imagem: Recurso "Ajude-me a Escrever" no Google Chrome (Reprodução: HDBlog)

Vale citar que o Google recomenda não fornecer dados pessoais e não usar o recurso em sites que possuem informações confidenciais, mesmo que o navegador não as use para treinar os seus modelos de IA.


Por fim, veja o motivo do Google ter suspendido a função de gerar imagens do Gemini recentemente.

Google Chrome

*Tudo Celular

Google vai lançar ferramentas de Inteligência Artificial gratuitas para reforçar “segurança digital”

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18 de fev. de 2024

 Google vai lançar ferramentas de Inteligência Artificial gratuitas para reforçar “segurança digital”

Alsorsa.News
Foto: Reprodução.

O Google lançou uma iniciativa visando disponibilizar ferramentas de inteligência artificial e investimentos para fortalecer a segurança online, dada a crescente utilização dessa tecnologia por criminosos cibernéticos.


Uma nova funcionalidade de código aberto, impulsionada por IA e baseada na identificação de tipos de arquivo, será apresentada pelo Google para auxiliar na detecção de malwares, programas maliciosos projetados para danificar computadores ou servidores. Essa ferramenta, já empregada na proteção de produtos como o Gmail e o Google Drive, será oferecida gratuitamente.


Além disso, a empresa divulgará um relatório na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, nesta sexta-feira, detalhando o uso da inteligência artificial para defesa cibernética. Neste documento, a companhia propõe uma agenda de políticas que advoga por pesquisas avançadas sobre os impactos da IA na segurança digital.


“Para manter o ritmo, precisamos de políticas que mitigem os riscos e aproveitem as oportunidades da IA”, afirmou Kent Walker, presidente de assuntos globais da Alphabet, controladora do Google.


Além disso, o Google anunciou investimentos adicionais em bolsas de pesquisa e parcerias para impulsionar iniciativas de pesquisa em segurança cibernética utilizando inteligência artificial, assim como a expansão de seminários sobre segurança cibernética, incluindo módulos focados em IA.


Com informações de O Globo.

Inteligência artificial gerou 40 mil armas biológicas em apenas 6 horas

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Um experimento de IA gerou 40.000 armas biológicas hipotéticas em apenas 6 horas

Alsorsa.News

Durante uma conferência sobre armamento não convencional, pesquisadores da empresa Collaboration Pharmaceuticals mostraram um experimento onde uma tecnologia de inteligência artificial (IA) sugeriu 40 mil moléculas potencialmente letais – armas químicas, no sentido prático -, no intuito de mostrar como esse recurso pode ser abusado sem o devido controle e fiscalização.


Em uma entrevista concedida ao The Verge, Fabio Urbina, o autor primário do estudo, falou sobre como a IA conseguiu inventar milhares de novas substâncias – algumas, assustadoramente similares ao agente VX, um gás extremamente poderoso que ataca o sistema nervoso de seus alvos.


Urbina explicou que o estudo é uma espécie de “giro de 180º” em relação ao seu trabalho normal. No dia a dia, o cientista é incumbido de pesquisar modelos de machine learning para descobrir novos remédios e tratamentos.


Ele conta, no entanto, que isso também envolve implementar modelos “malvados” de IA, a fim de garantir que qualquer medicação desenvolvida a partir do seu trabalho não tenha nenhum efeito tóxico.


Por exemplo” – ele contou – “imagine que você descobre uma pílula maravilhosa que controla a pressão alta

Mas ela faz isso ao bloquear algum importante canal conectado ao seu coração. Então essa droga é automaticamente inválida por ser considerada de alto risco”.


Sobre o estudo, Urbina evitou compartilhar muitos detalhes – a pesquisa foi feita a convite da organização da conferência Convergence, realizada na Suíça, e eles pediram que informações muito técnicas fossem mantidas em segredo por segurança. O que ele contou, porém, traça uma linha do tempo processual interessante:


“Basicamente, nós temos muitas bases de dados históricos sobre moléculas que foram testadas quanto à sua toxicidade ou a falta dela”, disse Urbina. “Para este experimento, nós focamos na composição molecular do Agente VX, que atua como inibidor de algo chamado ‘Acetilcolinesterase’”.


A acetilcolinesterase é, a grosso modo, uma enzima que atua na transmissão de informações do sistema nervoso. Quando seu cérebro dá uma ordem para você, digamos, dobrar o braço, essa enzima é o que carrega esse comando do ponto A ao ponto B.


“A mortalidade do VX reside no fato de que ele impede que esses comandos cheguem aonde devem se a ordem for qualquer uma relacionada a músculos. [


O VX] pode parar seu diafragma ou músculos pulmonares e sua respiração fica, literalmente, paralisada, e você sufoca”. Urbina conta que experimentos moleculares que determinam a toxicidade de algum agente não precisam ser usados de forma prática, mas eles sempre são aproveitados para compor bases de dados sobre o que eles podem fazer.


Com base nisso, Urbina e sua equipe criaram um modelo de machine learning que, a grosso modo, analisou essas bases de dados, identificou quais partes de uma molécula são tóxicas ou não e “aprender” a colar moléculas umas nas outras, sugerindo a criação de novos agentes químicos – esse processo usa uma IA tanto para o bem (criação de novos remédios) ou para o mal (criação de armas químicas e agentes de guerra biológica).


Então, o time de cientistas basicamente ajustou a IA para agir como um “gênio do mal” e…ver no que daria:


“nós não sabíamos muito bem o que iria sair já que nossa capacidade de geração de modelos é formada por tecnologias novas, ainda não muito usadas”, explicou Urbina. “A primeira surpresa foi que muitos dos compostos sugeridos eram bem mais tóxicos que o VX. E isso é uma surpresa porque o VX é um dos compostos mais tóxicos que existem, você precisa de uma dose muito, muito, muito pequena dele para ser letal”.


Uma nota lateral aqui: segundo a página do Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, o VX não é “um dos” mais letais, mas sim “o mais” letal dos agentes nervosos.


O cientista explica que os modelos gerados pela IA correspondem a armas químicas não verificadas pela mão humana – obviamente, convenhamos -, mas normalmente essas sugestões feitas por machine learning são bem sólidas. Em outras palavras, a taxa de erro é baixa e, diante dessa percepção, a aplicação dessa tecnologia para a criação de armamento biológico letal é bem factível.


A entrevista completa (em inglês) já foi ao ar no Verge, e conta outros detalhes, como por exemplo o fato do modelo de machine learning ter aprendido a criar compostos tóxicos já conhecidos sem nunca antes tê-los visto na base de dados, ou ainda como essa tecnologia de geração de modelos moleculares já está tão disponível que uma busca simples no Google já coloca qualquer pessoa no caminho certo para programar algo do gênero.


Fonte: Olhar Digital

[Tecnologia]

Especialistas em IA estão com medo de proposta tecnológica de Zuckerberg

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9 de fev. de 2024

O fundador do Facebook está na mira dos especialistas em tecnologia, após adquirir milhares de chips de processamento para inteligência artificial (IA).


O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, gerou preocupações entre especialistas em tecnologia ao anunciar seus planos de adquirir centenas de milhares de chips caros de processamento de inteligência artificial (IA).


Zuckerberg pretende comprar 350 mil chips gráficos Nvidia H100, avaliados em cerca de US$ 30 mil cada, para alimentar modelos de IA.


Tal aquisição visa construir uma inteligência artificial geral (IAG) de código aberto, um estágio em que a IA atinge ou supera a inteligência humana.


Especialistas expressaram inquietação sobre os possíveis impactos dessa iniciativa, especialmente considerando a ausência de estruturas internacionais para regulamentar essa tecnologia.

Alsorsa.News
Mark Zuckerberg levanta alerta de especialistas em IA – Imagem: Reprodução


Nova aquisição de Zuckerberg coloca medo em especialistas

Dame Wendy Hall, cientista da computação da Universidade de Southampton e membro do conselho consultivo de IA das Nações Unidas, manifestou preocupação diante da perspectiva de desenvolver uma IAG de código aberto.


A discussão sobre a viabilidade real de uma IAG tem gerado debates intensos, e Hall destacou que lançar tal tecnologia sem resolver as questões regulatórias associadas a sistemas tão poderosos é considerado “realmente assustador” e irresponsável.


Hall enfatizou também a necessidade de estabelecer um quadro regulamentar para a IAG, mesmo que sua implementação possa levar muitos anos.


Ela alertou para potenciais consequências negativas nas mãos erradas e evidenciou a importância de decisões regulamentares acordadas internacionalmente, e não apenas em empresas de tecnologia.


Andrew Rogoyski, diretor do ‘Human Centered AI Institute da Universidade de Surrey’, compartilhou receios semelhantes e sublinhou a necessidade de uma abordagem internacionalmente acordada.


A Meta, anteriormente Facebook, enfrentou desafios semelhantes no passado, e sua abordagem de código aberto para o desenvolvimento de IAG levanta preocupações únicas.


Outras empresas, como a OpenAI e Google DeepMind, também estão na corrida para desenvolver uma IAG, mas a Meta se destaca ao buscar tornar seus modelos acessíveis globalmente, levantando questões sobre possíveis riscos associados.


*Multiverso Notícias 

China revoluciona com primeiro satélite 6G

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8 de fev. de 2024

China Mobile lidera corrida tecnológica com testes orbitais de tecnologia 6G, prometendo velocidades 50 vezes mais rápidas que o 5G e uma revolução na presença de Inteligência Artificial.

Alsorsa.News
Fonte: China Mobile/Reprodução


Pouco tempo após o lançamento 5G, o mundo já prepara a chegada da sexta geração móvel, o 6G. E neste cenário avançado, a China sai novamente na frente da corrida tecnológica. Nesta semana, a maior operadora de telefonia do país e do mundo, China Mobile, anunciou o lançamento do primeiro satélite de testes para o 6G.


A Nova Era da Internet

Desenvolvido integramente com hardware e software nacionais, a novidade foi lançada em conjuto com outro satélite equipado com tecnologia 5G. A diferença entre os dois é significativa: o 6G deverá ser cerca de 50 vezes mais rápido que o padrão atual, de acordo com o periódico estatal China Daily.


Outra inovação é a classificação do novo satélite como “órbita-baixa”, capaz de cobrir com mais eficiência regiões com carência de cobertura de internet. Enquanto isso, o Brasil ainda enfrenta obstáculos para implementar a tecnologia 5G. Dados da Conexis Brasil Digital indicam que apenas 7% das cidades do país têm legislação adaptada para suportar a quinta geração móvel.


6G versus 5G: Qual a diferença?

Segundo o especialista em Tecnologia e Inovação, Arthur Igreja, as mudanças da nova geração começam na arquitetura do satélite. A explicação fica por conta da ideia de que na tecnologia 6G, diferentemente das anteriores como 3G, 4G e 5G, a conexão não depende de uma única antena, e passa a ser formada por vários pontos de conexão, criando o que é chamado de “malha” de conectividade.


Igreja ressalta que a baixa altitude do novo satélite 6G ajudará a reduzir atrasos de comunicação, apresentando uma latência de apenas 1 milissegundo.


6G e Inteligência Artificial

Com previsão de especificações técnicas e primeiros testes globalmente em 2028, o 6G também contempla a exponencial presença de recursos de Inteligência Artificial (IA). O conjunto de tecnologias permitirá minimizar perda de dados, otimizar recursos energéticos e criar dispositivos mais eficientes.


O lançamento deste satélite marca o início dos testes e validações do 6G. “Este satélite representa a pedra fundamental, é o começo de toda essa história”, afirma Arthur Igreja.


Enquanto a nova era digital se aproxima, os especialistas e as grandes empresas da tecnologia trabalham para que, a partir de 2030, a tecnologia 6G esteja plenamente presente em nossas vidas.


*O Antagonista

IA mais poderosa do Google, Gemini Advanced já está disponível

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 IA mais poderosa do Google, Gemini Advanced já está disponível

Alsorsa.News
Divulgação/Google


O Google vai comercializar a versão mais parruda de seu chatbot de IA por meio de uma nova categoria de assinatura do Google One. A companhia revelou nesta quinta (8) que o Gemini Advanced será oferecido por meio de um novo plano chamado AI Premium que custa R$ 97 por mês no Brasil e inclui vários benefícios. Vale lembrar que, a partir de hoje, o Bard mudou de nome para Gemini e ganhou app para celular.


O que faz o Gemini Advanced

Já era conhecido que o Google lançaria uma versão mais parruda do Bard chamada “Bard Advanced” ainda neste ano. Agora, a empresa confirma a chegada do recurso sob um novo nome e também explica como ele será distribuído ao público.


Rival do ChatGPT Plus com GPT-4, o Gemini Advanced utiliza o Gemini Ultra, o mais avançado modelo fundacional de inteligência artificial já criado pelo Google.


Segundo a empresa, ele pode atuar como um colaborador pessoal ao criar "instruções passo a passo, exemplos de questionários ou discussões personalizadas de acordo com seu estilo de aprendizagem". Além disso, o Advanced funciona como "uma caixa de ressonância para ideias e ajudando você a avaliar diferentes abordagens" na hora de criar códigos de programação.


Até mesmo criadores digitais podem "passar da ideia à criação", explica o Google, ao usar a nova modalidade potente para avaliar tendências atuais e debater as melhores estratégias para aumentar sua audiência.


Quanto custa?

Quem quiser experimentar a versão parruda do chatbot terá que assinar a nova categoria AI Premium do Google One, o serviço de assinatura do Google que oferece mais espaço para armazenamento nos serviços da empresa, entre outras coisas.


Uma assinatura da categoria AI Premium custa R$ 96,99 por mês, para ser bem preciso, e inclui:


■ 2 TB de armazenamento compartilhado nos serviços Google;

■ Recursos avançados no Google Fotos, no Google Meet e no Google Agenda;

■ Recompensas na Google Store;

■ Acesso ao modelo Gemini Advanced com Gemini Ultra 1.0;

■ Gemini para gerar conteúdo em Gmail, Docs e mais.

Alsorsa.News
Gemini Advanced chega ao Brasil a partir de R$ 96,99 por mês (Imagem: Reproduçã/Google)

Não dá para dizer que o Advanced é barato, mas o preço está bem competitivo na comparação com o seu principal rival: o ChatGPT Plus oferece custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 100 em conversão direta, não há preço em real), mas não oferece qualquer recurso extra além do acesso ao GPT-4. A nova categoria do Google One tem armazenamento e funções extras, então isso pode ser considerado uma vantagem.


Vale lembrar, porém, que a Microsoft oferece acesso gratuito ao GPT-4 e ao DALL-E 3 (modelos mais avançados da OpenAI para criação de texto e imagem, respectivamente) por meio do Copilot.


Disponibilidade

O Gemini Advanced já pode ser assinado e utilizado na web via Google One. O aplicativo do Gemini para Android e a IA dentro do app do Google no iPhone ainda não estão disponíveis no Brasil.


*Canaltech 

Ative a nova inteligência artificial do Chrome e melhore sua navegação

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Saiba para que servem as novas funcionalidades de IA do Chrome e siga o passo a passo para ativá-las.

Recentemente, o Google Chrome, em consonância com o Microsoft Edge, deu um passo adiante ao incorporar discretamente a inteligência artificial (IA) em seu navegador.


Nesse sentido, os três novos recursos de IA generativa agora disponíveis oferecem aos usuários maneiras inovadoras de explorar e personalizar sua experiência de navegação.


Ativando a nova IA do Google Chrome, você tem uma interação fundamental para aproveitar ao máximo tais ferramentas. Mas, afinal, quais são as ferramentas recentes do navegador?


Quais são os novos recursos de IA do Google Chrome?

Navegador Google Chrome tem passado por testes de novas tecnologias – Imagem: Reprodução


1. Gerenciador de guias

Com essa função inteligente, você consegue organizar as guias do navegador em grupos com base em categorias semelhantes.


Na prática, isso oferece uma navegação mais organizada e eficiente para os usuários, e é uma ótima opção, por exemplo, para quem trabalha em home office.


2. Recurso de auxílio à escrita

Tal ferramenta promete ser ótima para quem tem dificuldades em gramática, acentuação, pontuação, etc.


Com o recurso de auxílio à escrita do Google Chrome ativado, você verá a correção de palavras, frases, erros de concordância e coerência.


Na prática, essa funcionalidade do navegador ajuda os usuários a redigir textos, inclusive oferecendo opções de conclusão automática, bem como a seleção de tamanho e estilo.


3. IA Generativa para personalização do Chrome

Com tal recurso, você consegue personalizar as cores de fundo do Google Chrome. Nesse caso, as sugestões são apresentadas conforme suas preferências, isso cria novas possibilidades de personalização para se adequarem ao seu estilo de navegação.


Como ativar a nova IA no Google Chrome?

Implementar essa atualização no Google Chrome envolve alguns passos simples, mas é importante destacar que nem todos os recursos estão disponíveis imediatamente para todas as pessoas.


Antes de mais nada, é necessário conferir se seu Google Chrome está devidamente atualizado. Feito isso, basta seguir as etapas apresentadas logo abaixo:


■ Acesse o Google Search Labs para verificar a disponibilidade dos recursos em sua conta;


■ Ative ou desative os recursos conforme sua preferência.


Caso as funções não estejam disponíveis, considere se voluntariar para participar do programa de testes. Nesse caso, o Google utilizará os dados das interações dos usuários para aprimorar a IA antes do lançamento oficial.


No caso de ferramentas experimentais, as etapas a serem seguidas são essas:


■ Primeiramente, acesse as configurações do Google Chrome;


■ confira se a opção “Ativar Sincronização” está ativada;


■ Feito isso, escolha a opção “Ativar IA Experimental”;


■ Por fim, se necessário, faça o download do “Chrome Beta” e repita os passos acima.


É importante observar que a disponibilidade de tais recursos pode variar entre usuários e regiões, e a IA está em fase experimental, sujeita a ajustes e melhorias antes de seu lançamento oficial.

*Multiverso Notícias

IA falsifica documentos e consegue enganar até verificação usada por bancos

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6 de fev. de 2024

Site diz usar "redes neurais" para criar imagens de documentos. Corretora de cripto aceitou carteira de habilitação falsa na hora de abrir conta.


As informações são de uma reportagem do site 404 Media. Para criar uma carteira de motorista falsa do estado da Califórnia (EUA), a reportagem só precisou de uma foto de passaporte e preencher os dados desejados. Até a assinatura é gerada automaticamente.


O resultado foi uma imagem criada com inteligência artificial. Ela simula o documento falso sobre um carpete, como se a pessoa tivesse o colocado ali para tirar uma foto e enviar para um processo de verificação.

Alsorsa.News
Site também falsifica fotos de passaportes usando IA (Imagem: Luke Littlefield/Unsplash)

Além de carteiras de motorista da Califórnia, o site oferece carteiras de motorista do Arizona (EUA), passaportes da Suíça e do Canadá e documentos de identidade da Áustria, entre outros.


O serviço vai além e pode até mesmo trocar os metadados da imagem. Assim, uma inspeção encontraria informações coerentes com o documento falsificado. A imagem da carteira de motorista falsa da Califórnia, por exemplo, vem com dados de GPS de uma localização no próprio estado.


A tecnologia de inteligência artificial usada na falsificação vem sendo desenvolvida há três anos, segundo o dono do site. Para conseguir criar os modelos, os criminosos procuraram imagens escaneadas dos documentos em altíssima resolução, como 10.000 x 10.000 pixels. Além disso, eles tentavam obter vários ângulos, para entender como as imagens holográficas eram feitas.


Documentos falsos enganam empresas

Como o resultado da falsificação é apenas uma imagem e não um documento físico, as possibilidades de uso são limitadas. Mesmo assim, o dono do site diz ser viável burlar serviços online, como bancos, corretoras de criptomoedas e até plataformas de aluguel de imóveis.


Nos testes da 404 Media, foi possível criar uma conta na casa de cripto OKX usando um passaporte britânico falso. O aplicativo da OKX pede para tirar uma foto do documento usando a câmera do smartphone. A reportagem tirou uma foto da imagem do documento falso na tela do laptop. O sistema de verificação aceitou.


Questionada pela publicação, a Jumio, empresa responsável pela verificação de identidade, disse usar processos de verificação avançados e checagem de informações para fraudes, mas não quis comentar o caso específico. A OKX não respondeu ao pedido da reportagem.


*Tecnoblog /Com informações: 404 Media

Google Bard vai passar por mudanças radicais — incluindo o nome

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4 de fev. de 2024

Evidências revelam que o Google irá mudar o nome do Bard para "Gemini", uma alusão ao modelo de IA da empresa

Alsorsa.News
Imagem: gguy/Shutterstock


O Google Bard sofrerá mudanças este ano, a primeira será já nos próximos dias. O chatbot vai mudar de nome para “Gemini” já na próxima semana, além de receber um aplicativo dedicado para Android e mais.


Bard vai virar Gemini

● Evidências detectadas no Android e na versão web revelam que o Google irá mudar o nome do Bard para “Gemini”, uma alusão ao modelo de IA que o alimenta.

● Agora, um changelog (um arquivo que contém uma lista de mudanças) vazado descoberto pelo desenvolvedor Dylan Roussel mostra que a mudança chega na próxima quarta-feira, 7 de fevereiro.

● O arquivo diz diretamente que o “Bard agora é Gemini”.

● Conforme anunciado recentemente, o “Gemini Pro” agora equipa o Bard em mais de 40 idiomas e mais de 230 países. A reformulação da marca é para se adequar melhor a isso, diz o Google.

● As informações são do 9to5Google.

Alsorsa.News
Imagem: Reprodução/X/Dylan Roussel

“Estamos empenhados em dar a todos acesso direto à IA do Google e, a partir desta semana, todos os usuários do Gemini em nossos países e idiomas suportados terão acesso à melhor família de modelos de IA do Google. Para melhor refletir esse compromisso, renomeamos Bard para Gemini“, diz o documento.


Além da mudança no nome, o Google também observa no changelog que o acesso ao “Gemini Advanced” também estará disponível a partir da mesma data. Anunciado em dezembro de 2023, ele é construído no “Gemini Ultra”, o modelo de IA mais poderoso do Google atualmente.


O documento também menciona diretamente que este é um produto pago e que será expandido com mais recursos, como a “capacidade de fazer upload e analisar mais profundamente arquivos, documentos, dados e muito mais”.


Aplicativo Google Gemini para Android

O Gemini também terá um aplicativo para Android. O Google explica como a novidade funcionará:


Obtenha ajuda para escrever notas de agradecimento, planejar eventos e muito mais com a IA do Google no seu telefone. O Gemini está integrado a aplicativos do Google, como Gmail, Maps e YouTube, facilitando a realização de tarefas no seu telefone. Você pode interagir com ele por meio de texto, voz ou imagens


Para conversar com Gemini no Android, baixe o aplicativo Gemini na Google Play Store. No iOS, experimente o Gemini no Google app.


Embora ainda não haja uma prévia do aplicativo, rumores apontam que ele deve substituir o Google Assistente no Android após uma atualização. Capturas de tela inclusive já circulam na internet:

Alsorsa.News
Imagem: Reprodução/9to5Google

Celulares compatíveis com o Google Gemini

O changelog do Google informa que o aplicativo estará disponível primeiro apenas em “dispositivos selecionados”, nos EUA e em inglês. A lista deve contar apenas com aparelhos da linha Pixel com chip Tensor e os novos Galaxy S24, com mais países e idiomas a seguir.


Como de costume no meio da tecnologia, há uma chance de que as coisas mudem até um anúncio formal, incluindo a data. A realidade é que o Google realmente vem desenvolvendo rapidamente o Bard, sua experiência de IA generativa. A última novidade foi a chegada de um novo gerador de imagens.


*Olhar Digital 

Bard agora permite criar imagens a partir de textos

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3 de fev. de 2024

O Bard, do Google, também vai contar com um sistema de dupla verificação para confirmar as respostas oferecidas às solicitações

Alsorsa.News(Imagem: How-to-Geek)


O que era uma expectativa se tornou realidade. O Bard agora pode criar imagens a partir de textos. A novidade é possível graças à inteligência artificial. O sistema do Google é bastante semelhante ao do Microsoft Bing/Copilot.


Criando imagens com inteligência artificial

De acordo com o Google, o usuário poderá criar imagens para trabalhar, jogar ou para qualquer outra atividade. Todo o processo será realizado com auxílio do modelo Imagen 2, lançado no final do ano passado e que permite criar “imagens de alta qualidade, alta resolução e esteticamente agradáveis”.


Além disso, o Google empregou o SynthID, um algoritmo que cria uma marca d’água invisível para informar que o conteúdo foi criado por IA.


O recurso, entretanto, só funciona com comandos em inglês, mesmo em países que não adotam a língua como oficial, caso do Brasil, onde o Bard também já entrou em funcionamento.


Para usar o novo comando basta digitar algumas palavras e clicar em “Gerar mais”. É possível gerar quatro imagens de uma vez (como o Bing/Copilot), e há lites diários de uso.


Contudo, a tecnologia não gera imagens de conteúdos prejudiciais, enganosos ou explícitos. Comandos com pessoas famosas ou rostos foto-realísticos também serão bloqueados.

Google anunciou novidades no Bard (Imagem: gguy/Shutterstock)


Sistema de dupla verificação

Outra novidade anunciada pelo Google é a nova função de Dupla Verificação.

Ela vai facilitar o processo para confirmar as informações oferecidas pela IA.

Assim, será possível fazer pesquisas mais aprofundadas sobre o tema, sem depender exclusivamente do chatbot.

A ferramenta estará disponível em 230 países e territórios e mais de 40 idiomas, incluindo o português.


*Olhar Digital 

NVidia Anuncia Vaga Remota (Home Office) para Profissionais no Brasil

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29 de jan. de 2024

Oportunidade de Emprego Home Office em Empresa Internacional.

Alsorsa.News
Foto: Reprodução/Invidia 

A inteligência artificial (IA) tem sido uma das tecnologias mais revolucionárias dos últimos anos, e a NVIDIA tem desempenhado um papel fundamental nessa revolução. Com sua expertise em aceleração de computação, a empresa tem impulsionado avanços em diversas áreas, desde carros autônomos até assistentes de voz. Neste guia, vamos explorar como a NVIDIA está na vanguarda da IA e como você pode fazer parte desse movimento.


A Tecnologia da NVIDIA no Centro da Revolução

A NVIDIA tem sido uma força motriz por trás do avanço da IA, tocando a vida das pessoas em todo o planeta. Seus produtos e tecnologias têm alimentado aplicações tão diversas quanto carros autônomos, robótica avançada e assistentes de voz inteligentes. A empresa não apenas fornece hardware poderoso, como também está na vanguarda do desenvolvimento de algoritmos e modelos de IA.


Pesquisa Inovadora em Reconhecimento de Fala e Processamento de Linguagem Natural

Um dos principais focos da equipe de pesquisa da NVIDIA é o desenvolvimento de modelos inovadores para reconhecimento de fala, síntese de fala e processamento de linguagem natural. Eles criaram modelos neurais de ponta, como Jasper, QuartzNet e CitriNet, que desempenham um papel crucial em aplicações como reconhecimento automático de fala (ASR) e conversão de texto em fala (text-to-speech).


Colaboração com Universidades e Pesquisadores de Destaque

A equipe da NVIDIA não atua isoladamente; eles colaboram ativamente com universidades e equipes de pesquisa em todo o mundo. Essa colaboração é essencial para impulsionar o avanço da IA e garantir que as últimas descobertas da pesquisa acadêmica sejam aplicadas na prática.


Contribuição para o Código Aberto com o NeMo

Uma das maneiras pelas quais a NVIDIA está compartilhando seu conhecimento é por meio do NeMo, uma ferramenta de IA conversacional de código aberto. O NeMo é usado por muitas empresas para aplicações como atendimento ao cliente e assistentes de voz. Ao disponibilizar essas ferramentas para a comunidade de desenvolvedores, a NVIDIA está promovendo a inovação e acelerando o progresso da IA.


Oportunidades de Carreira na NVIDIA

Se você está interessado em fazer parte dessa revolução da IA, a NVIDIA oferece oportunidades emocionantes de carreira. As responsabilidades incluem o desenvolvimento de novos modelos de aprendizado profundo, o projeto de algoritmos de treinamento em grande escala e a publicação de pesquisas em conferências de destaque em fala e processamento de linguagem natural.


Requisitos e Maneiras de se Destacar

Para se destacar na NVIDIA, é importante atender aos requisitos, que incluem um PhD em Ciência da Computação ou Engenharia Elétrica (ou experiência equivalente), compreensão comprovada de Deep Learning para Processamento de Linguagem Natural ou Reconhecimento de Fala, e pelo menos 2 anos de experiência em pesquisa na área. Além disso, contribuir para projetos de código aberto e atuar como revisor em conferências de alto nível são maneiras de se destacar e fazer a diferença.


A NVIDIA é uma verdadeira máquina de aprendizado, liderando o caminho na aceleração de computação e transformando as maiores indústrias do mundo com sua expertise em IA e metaverso. Se você está buscando uma carreira empolgante na vanguarda da tecnologia, a NVIDIA pode ser o lugar certo para você.


Candidate-se para a vaga!

*Vagas .SC

OpenAI para levar no peito: Humane apresenta AI Pin, um wearable de inteligência artificial

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27 de jan. de 2024

Com um preço de US$ 699 e uma assinatura mensal de US$ 24, dispositivo será lançado em 2024

Alsorsa.News

A Humane revelou oficialmente o AI Pin, um dispositivo vestível alimentado por inteligência artificial, que promete transformar a nossa interação com a tecnologia.


Por que isso é importante:

◼️ O AI Pin representa um avanço significativo em dispositivos vestíveis, focando na interação com modelos de linguagem avançados, ao invés de apps convencionais.

◼️ Com um preço de US$ 699 e uma assinatura mensal de US$ 24, o AI Pin da Humane está programado para ser enviado no início de 2024. A pré-venda para os Estados Unidos começa no dia 16 de novembro.


O que mais você precisa saber:

◼️ Design Inovador: Consiste em duas partes – um dispositivo quadrado e uma bateria, ambos se acoplam magneticamente à roupa.

◼️ Funcionalidades: Controle por voz, gestos, câmera e um pequeno projetor. A câmera de 13 megapixels captura fotos e, em breve, vídeos.

◼️ Conexão AI: Utiliza modelos de IA, incluindo o GPT-4 da OpenAI, e tem um sistema operacional que encaminha comandos para as ferramentas corretas.

◼️ Foco na Simplicidade: Sem tela inicial ou configurações complicadas, o objetivo é facilitar o uso através de comandos de voz ou toques.

■ Potencial de Expansão: A Humane planeja adicionar recursos de navegação e compras, além de oferecer suporte para desenvolvedores criarem novas ferramentas.

Rabbit R1: O que a sensação da CES 2024 revela sobre o futuro da IA

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Para além do gadget, o diminuto dispositivo de mão reflete a busca por uma interação mais natural com a tecnologia

Alsorsa.News

Das enormes (literalmente) novidades da CES 2024 – que incluem desde TVs gigantes a carros elétricos avantajados – o pequenino Rabbit R1 emergiu como um destaque intrigante. Desenvolvido pela startup Rabbit, esse dispositivo diminuto não só capturou a atenção com suas vendas impressionantes – 40.000 unidades em apenas oito dias – mas também levantou um debate: estamos diante de uma verdadeira inovação ou apenas mais um gadget em busca de um lugar na vida das pessoas?


Mas antes de entrar nesse debate, o que afinal o Rabbit R1 faz? Em resumo: é um dispositivo com inteligência artificial capaz de usar a internet e os aplicativos pra você. Tudo aquilo que você controlaria com os dedos através de um smartphone, o Rabbit R1 faz ouvindo seus comandos de voz. É um companheiro inteligente de bolso.


Então ele vem pra substituir o smartphone? Jesse Lyu, CEO e fundador da Rabbit, tem uma visão afirma que o objetivo não é substituir imediatamente os smartphones, mas sugere que o dispositivo tem o potencial de fazê-lo no futuro. Ou seja, enquanto o R1 pode não ser uma solução completa agora, ele pode ser um passo significativo em direção a uma nova forma de interação com a tecnologia. E o preço também é atraente: apenas US$ 199, uma fração do que custam os melhores smartphones do mercado, e sem necessidade de assinaturas extras.


Design e IA: A união de sucesso

A primeira coisa que salta aos olhos sobre o Rabbit R1 é seu design, uma colaboração com a Teenage Engineering. Compacto, com uma tela touchscreen de 2,88 polegadas e uma câmera rotativa, ele tem cara de um minigame, se parecendo muito com o Playdate. Porém, o coração do dispositivo é o Rabbit OS, um sistema operacional baseadoem IA que utiliza LAM (Large Action Model) e oferece uma infinidade de possibilidades.


Tá, mas o que é LAM: é uma abordagem de inteligência artificial que permite ao dispositivo executar tarefas em interfaces comuns de usuário – como websites e aplicativos – em vez de depender de APIs. Por exemplo, ao invés de usar uma API dedicada para fazer um pedido em um site de pizza, o LAM pode simular a maneira como um humano navega no site e fazer o pedido clicando em botões e preenchendo campos automaticamente de acordo com seu comando de voz.


O fato de o modelo ser descrito como “Large” (Grande) pode indicar que ele foi treinado com um extenso conjunto de dados, abrangendo uma ampla gama de tarefas e situações. No fim das contas, a intenção é permitir uma interação mais natural e intuitiva com a tecnologia, bem diferente do que acontece hoje com os tradicionais assistentes de voz (tô olhando pra vocês, Alexa e Siri).


Além disso, o dispositivo possui uma câmera rotativa que serve tanto para identificar pessoas e objetos quanto para interagir com a IA. Por exemplo, na demonstração, Jesse Lyu usou o Rabbit R1 para identificar os itens de uma geladeira e sugerir uma receita com base no conteúdo.

O R1 não está sozinho nessa busca: outros dispositivos inovadores como o Hu.ma.ne e o Nimo Planet refletem um interesse crescente por alternativas aos smartphones. Embora não sejam perfeitos, cada um oferece abordagens que podem ser precursoras de mudanças significativas nos sistemas operacionais e nas nossas interações com IA.


Apesar do entusiasmo inicial em torno do Rabbit R1, nem todos estão convencidos. Alguns críticos destacam preocupações com o design e a funcionalidade do dispositivo. Por exemplo, a questão da ergonomia para usuários canhotos não parece ter sido pensada. Outro ponto de crítica é a presença de partes móveis, como a câmera rotativa, que vão contra o princípio de design de minimizar componentes móveis. Além disso, a funcionalidade do scroll wheel é questionada, ele inclusive foi pouco utilizado durante a apresentação. São detalhes que sugerem que, apesar do design atraente, o Rabbit R1 pode ter falhas práticas significativas.


Para além do gadget

De qualquer forma, o que mais importa nesse lançamento do Rabbit R1 não é apenas seu interesse imediato; o dispositivo em si. Ele representa um tema de debate mais amplo sobre o futuro da tecnologia e da interação humano-IA. Embora ainda haja dúvidas sobre seu verdadeiro impacto e eficácia, o consenso geral é que ele pode ser um indicativo de tendências futuras, talvez até moldando as funcionalidades dos smartphones de amanhã. Ainda é cedo para dizer se o Rabbit R1 será o novo iPhone e vai andar por aí nos bolsos e bolsas de todo mundo ou se é apenas mais um passo no caminho.



Amazon pode começar a cobrar pela Alexa já em junho — mas não no Brasil

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26 de jan. de 2024

Empresa americana estuda cobrar pela assistente virtual em meio a desafios técnicos, de acordo com relatos de fontes internas. Medida não deve chegar ao Brasil.

Alexa | Imagem: Reprodução 

A Amazon pode lançar lançar uma versão por assinatura da Alexa já em junho, segundo relatos de fon. A iniciativa surge como uma tentativa da empresa de transformar a assistente de voz em uma fonte viável de receita, após anos de desafios financeiros com a ferramenta. Não há detalhes oficiais de como seria a mudança, mas a expectativa é que a nova versão use inteligência artificial generativa, uma das tendências dos últimos anos.


Apesar dos planos ambiciosos, fontes internas da Amazon revelam que há tensões sobre a viabilidade do modelo de assinatura, de acordo com o site Business Insider. Há também dúvidas sobre se os consumidores estarão dispostos a pagar por um serviço que era totalmente gratuito. O site TechTudo apurou que a Amazon Brasil não tem planos de cobrar pela assistente virtual no país.

Amazon pode passar a cobrar uma assinatura pela Alexa, assistente de voz gratuita da empresa — Foto: Divulgação/Amazon


A Amazon enfrenta um momento decisivo com sua assistente de voz. Segundo um relatório recente do Business Insider, a empresa precisa que a nova versão por assinatura da Alexa gere receita de maneiras que a assistente de voz nunca fez antes.


Questionada pelo site Ars Technica, a gigante do comércio eletrônico não comentou o relatório, mas as citações de funcionários anônimos da Amazon sugerem uma incerteza sobre o sucesso do novo modelo de negócios. A Alexa, conhecida por atender a consultas básicas, enfrenta o desafio de convencer os usuários a pagar por funcionalidades mais avançadas e interativas.


Em setembro, David Limp, então vice-presidente sênior de dispositivos e serviços da Amazon, demonstrou uma Alexa capaz de lidar com diferentes demandas para vários aplicativos, sendo necessária apenas uma única frase falada. Além disso, a ferramenta promete entender comandos mais complexos, e sem necessidade do prompt "Alexa". Esta evolução aponta para a introdução da "Remarkable Alexa", uma tecnologia que promete ser mais conversacional, mas que, segundo relatos, ainda apresenta desafios, como respostas longas ou imprecisas.


Apesar dos desafios técnicos e das incertezas internas, a Amazon vê a necessidade de tornar a Alexa uma fonte de receita viável, principalmente por conta dos altos custos associados à pesquisa e desenvolvimento de IA generativa. Com a perspectiva de lançar a versão por assinatura em junho sob o nome de "Alexa Plus", a empresa enfrenta o desafio de equilibrar a necessidade de inovação com a realidade de um mercado que pode não estar pronto para pagar por um assistente de voz.


Alexa vai ser paga no Brasil?

No Brasil, porém, a situação parece ser diferente. Até o momento, não há indicações de que a Amazon planeje introduzir a versão por assinatura da Alexa no mercado brasileiro. Ao TechTudo, a empresa confirmou que o projeto "não é válido para o Brasil". Isso pode representar uma abordagem regionalizada da empresa, talvez refletindo as diferenças nos padrões de uso e nas expectativas dos consumidores em diferentes partes do mundo.


A decisão da Amazon de potencialmente cobrar pela Alexa em apenas alguns mercados destaca a complexidade de implementar modelos de negócios globais, sobretudo em um mundo cada vez mais digital e interconectado. Resta ver como os consumidores reagirão a essa mudança significativa em um serviço que muitos passaram a considerar essencial em seu dia a dia.


*TecTudo /*Com informações de Business Insider e Ars Technica (1 e 2)

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